«Sócrates sabe que só pondo o dedo nas feridas do presente, que doem a todos, fará esquecer as ficções onde governou no passado. A memória dos portugueses, acredita, é curta. Por isso colocou a pintura de guerra na face. Voltou à batalha. Sem inimigos não vive. Na paz da filosofia só poderia sobreviver, porque Sócrates não questiona o que faz: actua sem se questionar. Essa é a sua narrativa. O fim da paz podre portuguesa não está só dependente, a partir de agora, da decisão do Tribunal Constitucional.»
Fernando Sobral, no Jornal de Negócios

Pedro achas que vale mesmo a pena dar-lhe tanta importância?!
Eu não estou interessada em guerras de acerto de contas e comigo muitos portugueses. Deixem-no falar mas não falem dele, não lhe dêem palco porque é isso que ele quer!
Ele anda por aí, Helena. Como o outro.