Ehehe. O conceito de paridade português, por enquanto, não se aplica em Roland Garros. Contudo, o sector feminino já tem direito a prémio monetário de igual valor ao do sector masculino, muito embora a duração dos seus encontros não ande muito longe de 1/3 do tempo de um jogo masculino. No caso do ténis, já nos deram a volta, João.
A razão porque, no desporto, homens e mulheres competem em campeonatos diferentes, é exactamente a mesma que justifica as competições por escalão etário (Já sei que o Pedro Correia não gosta da expressão ‘escalão etário’, mas não me ocorre outra). Tem a ver com o conceito de “handicap”, na acepção dada pelo desporto inglês, no séc. XIX. Ainda hoje existe no golf claramente expressa, por exemplo.
E é o mesmo que justifica os escalões por peso em desportos como o judo ou o boxe. Mas não justifica a igualdade no prémio de jogo. Se justificasse, a tuga da foto com os seus dezasseis anos, merecia prémio superior ao das restantes adversárias. 😉
Eu sei. Desculpei-me por ter usado ‘escalão etário’ antes que me caíssem todos em cima (salvo seja). É um atrevimento comentar aqui. Sobretudo para quem escreve de carreirinha como eu. ehehe 🙂
Claro, um-terço do tempo. É o que eu digo: é a paridade…
Espero que haja agora dois homens a ganhar também. É preciso que se cumpra a paridade…
Ehehe. O conceito de paridade português, por enquanto, não se aplica em Roland Garros. Contudo, o sector feminino já tem direito a prémio monetário de igual valor ao do sector masculino, muito embora a duração dos seus encontros não ande muito longe de 1/3 do tempo de um jogo masculino. No caso do ténis, já nos deram a volta, João.
A razão porque, no desporto, homens e mulheres competem em campeonatos diferentes, é exactamente a mesma que justifica as competições por escalão etário (Já sei que o Pedro Correia não gosta da expressão ‘escalão etário’, mas não me ocorre outra). Tem a ver com o conceito de “handicap”, na acepção dada pelo desporto inglês, no séc. XIX. Ainda hoje existe no golf claramente expressa, por exemplo.
:))
E é o mesmo que justifica os escalões por peso em desportos como o judo ou o boxe. Mas não justifica a igualdade no prémio de jogo. Se justificasse, a tuga da foto com os seus dezasseis anos, merecia prémio superior ao das restantes adversárias. 😉
Ora bem. Gostei, sim senhor!
:))))
O Pedro não gosta é de “faixa etária”.
Pois é. Ainda bem que não lhe escapa nada!
: ))))))
Faixa etária? Detesto.
Eu sei. Desculpei-me por ter usado ‘escalão etário’ antes que me caíssem todos em cima (salvo seja). É um atrevimento comentar aqui. Sobretudo para quem escreve de carreirinha como eu.
ehehe
🙂
Claro, um-terço do tempo. É o que eu digo: é a paridade…
E também há um terço do Rosário. É a santidade!
:)))
Discordo em absoluto! Então assim, aonde é que vai parar o “MA3”??
Um bálsamo. Nos tempos que correm, não é de desprezar esta competência.
:))
16 aninhos e cheia de competência. Não é para todas… :))
E muito bem!