Ahhhhhhhh Claro! Mas se ele queria usar a palavra outra? Foi isso a que me apeguei (salvo seja) rsrsr Veja-se o caso da Mónica Sintra. A MS quis apregoar que, afinal, havia outra. Ora, o FL poderia muito bem querer realçar que, afinal, não havia outra…
Então e aqueles infelizes que dizem com a maior das calmas “eu volto a repetir” quando vão dizer a mesma coisa segunda vez ? Eu volto a repetir – porque já disse e repeti várias vezes – que se a ignorância pagasse imposto o nosso problema orçamental estava resolvido.
Este é o segundo erro mais comum, na linguagem corrente, logo após o famigerado (e pleonástico) ‘há… anos atrás’. Mas o erro é mais perdoável na linguagem oral. Imperdoável mesmo é na linguagem escrita, sobretudo quando profissionais da escrita usam e abusam dele.
Não havia mesmo outra … solução!
Não lhe escapa nada! Um autêntico “get smart”.
:)))
Se houvesse outra solução, ela seria ‘a’ alternativa. Hehehe…
Ahhhhhhhh Claro! Mas se ele queria usar a palavra outra? Foi isso a que me apeguei (salvo seja) rsrsr Veja-se o caso da Mónica Sintra. A MS quis apregoar que, afinal, havia outra. Ora, o FL poderia muito bem querer realçar que, afinal, não havia outra…
:))
O problema do professor Anacleto Louçã foi ter baptizado a outra…
A verdade é que, se não há segunda opção, não há alternativa. Uma só opção não é alternativa a nada.
Por outras palavras: ele teria de dizer que “não havia alternativa” ou então que “não havia outra opção”.
Estamos de acordo. Não havia outra opção. Só havia uma solução. Se só havia uma solução, não havia outra.
(Até parece que fui ao museu dos Biscoitos rsrsrsr)
Não havia mesmo outra … solução!
Quererá ele dizer que a demissão foi uma alternativa? Uma alternativa a ficar agarrado à imunidade que nem uma lapa, talvez…
Acabei de ouvir de Sócrates o velho e estafado erro: “Há algum tempo atrás”
Moooonnnntes de vezes, sim. E todos os dias.
Não lêm o Delito, depois é isto que se vê… 😉
É mesmo. Hehe…
Então e aqueles infelizes que dizem com a maior das calmas “eu volto a repetir” quando vão dizer a mesma coisa segunda vez ?
Eu volto a repetir – porque já disse e repeti várias vezes – que se a ignorância pagasse imposto o nosso problema orçamental estava resolvido.
Infelizes nós, que aguentamos com isso permanentemente.
Este é o segundo erro mais comum, na linguagem corrente, logo após o famigerado (e pleonástico) ‘há… anos atrás’. Mas o erro é mais perdoável na linguagem oral. Imperdoável mesmo é na linguagem escrita, sobretudo quando profissionais da escrita usam e abusam dele.
São erros que já vêm de há muito tempo atrás!!!
Pensa bem de que
:)))
Penso, logo hexisto…
o mais comum é mesmo o fatal “a nível de”. 🙂
Igualmente execráveis:
“Nesse sentido”….
“Do meu ponto de vista”…
Nesse sentido, do meu ponto de vista, é execrável…
Eu odeio “Tenho para mim” 🙁
Desculpe lá, mas esses erros são ‘derivado’ a alguma distracção e aplicam-se às várias ‘vertentes’ das ‘situações’ em ‘cima da mesa’.
: ))
Derivado da vertente da situação em cima da mesa, está desculpada…
A nível de concordar, concordo…
Do meu ponto de vista, também, volto a repetir.
Igualmente engraçado é o apologético “é a sua opinião e eu respeito-a” (mesmo que seja indefensável). Na escrita, o “concerteza”.