Mas que desassossego, Ana, a uma hora destas – vou ficar com insónias com essa visão de inferno num pormenor do Jardim das delícias…;)) Boa noite, Ana ( não quero mal nenhum) durma bem … Um beijinho
Dormi lindamente, Maria. Andavam tantos demónios à solta aqui no Delito com o endiabrado post do Luís, que resolvi rematar o assunto com uma overdose em grande estilo. E quem melhor do que o velho e genial Bosch para fazer isso? Agora já tudo serenou, vê?
Uma das graves lacunas na minha cultura é nunca ter visto as «Tentações de Santo Antão», que estão no Museu Nacional de Arte Antiga. Imperdoável como vamos adiando o que é verdadeiramente importante…
O Bosch tem coisas arrepiantes e esta, então, é mesmo de cortar à faca, uma verdadeira história de faca e alguidar. De qualquer modo, penso que há uma coisa em que todos concordamos: “Bosch é bom!” Hehehe… 🙂
Pois, Bosch foi absolutamente revolucionário, um génio da pintura. Também gosto de Dali, mas concordo contigo, a sua obra é descaradamente influenciada pelo antigo mestre. Quase um plágio, como dizes.
Genial Ana. tenho o quadro fotografado nos os mais diversos ângulos , quando ainda deixavam fotografar no Museu de Arte Antiga… um surrealista avant la letrre .
(Ando há que tempos para perguntar aos Delitos o seguinte, e nem sei se isto não será quebrar alguma regra de etiqueta blogosférica, mas… aproveito este espaço de um comentário ao magnífico, ao único Bosch, que a Ana nos trouxe hoje: Que é feito do Jorge? Foi de férias? Emigrou para os States? Está tudo bem? No Despertar da Mente, o post mais recente é de 5 de Janeiro. Aqui, também não aparece. Deixei lá um comentário no Despertar da Mente, mas não obtive resposta. E amanhã faz anos, já confirmei no blogue. Ana)
Pois… não sei responder-lhe, Ana. Talvez um dos outros delituosos saiba alguma coisa dele e lhe dê uma resposta. Espero que esteja só de pousio blogosférico… uma mente também tem de adormecer de vez em quando, não pode estar sempre só a despertar!
Mas que desassossego, Ana, a uma hora destas – vou ficar com insónias com essa visão de inferno num pormenor do Jardim das delícias…;))
Boa noite, Ana ( não quero mal nenhum) durma bem …
Um beijinho
Durmam bem. Se puderem.
Já tomei um chá de ervas, calmantes, para o que der e vier…Sou uma mulher que gosta de se prevenir…;))
Boa noite João, durma bem.
Dormi lindamente, Maria. Andavam tantos demónios à solta aqui no Delito com o endiabrado post do Luís, que resolvi rematar o assunto com uma overdose em grande estilo. E quem melhor do que o velho e genial Bosch para fazer isso?
Agora já tudo serenou, vê?
🙂
Uma das graves lacunas na minha cultura é nunca ter visto as «Tentações de Santo Antão», que estão no Museu Nacional de Arte Antiga. Imperdoável como vamos adiando o que é verdadeiramente importante…
Ah, não perca, Nicolina! Está aqui mesmo à nossa mão e merece uma visita prolongada, para ver todos os pormenores. É genial.
O Bosch tem coisas arrepiantes e esta, então, é mesmo de cortar à faca, uma verdadeira história de faca e alguidar. De qualquer modo, penso que há uma coisa em que todos concordamos: “Bosch é bom!”
Hehehe… 🙂
O Bosch era bom. Mas conheces a obra da Miele?
Tão bom, Luís, que tem uma garantia de vários séculos!
Não haverá aí “gralha”? O que sempre ouvi dizer é que Bosch é brom…
Olha, um dos quadros da minha vida!
E da minha. Comparado com Bosch, o Dali (um pintor que adoro) é um aprendiz de feiticeiro. E quase um plágio.
Pois, Bosch foi absolutamente revolucionário, um génio da pintura. Também gosto de Dali, mas concordo contigo, a sua obra é descaradamente influenciada pelo antigo mestre. Quase um plágio, como dizes.
Genial Ana. tenho o quadro fotografado nos os mais diversos ângulos , quando ainda deixavam fotografar no Museu de Arte Antiga… um surrealista avant la letrre .
Já fui ao MNA, mais do que uma vez, só para ficar a olhar embasbacada para o tríptico do Bosch.
Sem dúvida, Ana… Sem dúvida.
(Ando há que tempos para perguntar aos Delitos o seguinte, e nem sei se isto não será quebrar alguma regra de etiqueta blogosférica, mas… aproveito este espaço de um comentário ao magnífico, ao único Bosch, que a Ana nos trouxe hoje: Que é feito do Jorge? Foi de férias? Emigrou para os States? Está tudo bem? No Despertar da Mente, o post mais recente
é de 5 de Janeiro. Aqui, também não aparece. Deixei lá um comentário no Despertar da Mente, mas não obtive resposta. E amanhã faz anos, já confirmei no blogue. Ana)
Pois… não sei responder-lhe, Ana. Talvez um dos outros delituosos saiba alguma coisa dele e lhe dê uma resposta. Espero que esteja só de pousio blogosférico… uma mente também tem de adormecer de vez em quando, não pode estar sempre só a despertar!
Obrigada, Ana.
Vou então recorrer a um dos outros Delitos.
Beijinhos!