Muito bem, Pedro, mais uma bonita e popular canção – ouvia-se muito lá em casa – eu pai gostava muito. Eu hoje em dia também gosto. O seu compositor, Luis Aguilé morreu o ano passado e dia 24 , antes de ontem, faria 74 anos…
Por esse motivo apareceu hoje aqui. Celia Cruz foi, também ela, uma exilada política – como aconteceu com cerca de dois milhões de cubanos fugidos do “socialismo ou morte” de Castro. Para Orlando Zapata, como para tantois outros, não houve opção para além da morte.
Muito bem, Pedro, mais uma bonita e popular canção – ouvia-se muito lá em casa – eu pai gostava muito. Eu hoje em dia também gosto. O seu compositor, Luis Aguilé morreu o ano passado e dia 24 , antes de ontem, faria 74 anos…
Já somos dois.
O recém-falecido Luis Aguilé, que era argentino, foi o autor e intérprete desta bela ‘habanera’. Mas prefiro-a na voz de Celia Cruz.
Muito bem mesmo. E muito a propósito no dia de hoje, infelizmente por razões bem tristes.
É verdade, Ana, “muito a propósito e infelizmente” – essa canção tornou-se um hino para os exilados políticos de Cuba.
Infelizmente, na verdade.
Por esse motivo apareceu hoje aqui. Celia Cruz foi, também ela, uma exilada política – como aconteceu com cerca de dois milhões de cubanos fugidos do “socialismo ou morte” de Castro. Para Orlando Zapata, como para tantois outros, não houve opção para além da morte.