Quem tão aplaudido foi por bater no ceguinho…


Sérgio de Almeida Correia,

“Das duas, uma. Ou se tinha feito há dois anos, sem o consenso do PS; ou se tinha feito agora, com o consenso do PS. Uma das boas ideias do programa socialista é a exigência de maiorias de 2/3 para a aprovação das grandes obras públicas – PSD e CDS deveriam ter feito exactamente o mesmo em relação às grandes privatizações. Privatizar a TAP em cima do joelho foi uma péssima ideia, que levanta suspeitas justas e que não podiam existir.” – João Miguel Tavares, Público, 18/06/2015

0 comentários em “Quem tão aplaudido foi por bater no ceguinho…”

  1. Em Portugal tudo é suspeitado….
    Suspeito que o artigo de JMT foi comprado… Suspeita é suspeita!
    E nada nos garante que ele seja insuspeitável… ainda mais no Público!

    É uma velha crença salazarista: “Veio no Jornal” … “Deu na TV”… Ouvi na Rádio”! Só ficamos a saber de que clube eram, depois da transferência de isento para assessor de Imprensa! Não é verdade carneiros jacintos? (etc)

    1. Isto não é lábia demais para 2.ª classe antiga?
      Nem sequer dava diploma.
      O diploma de bacharel era dado na 3.ª classe antiga.
      O de licenciado na 4.ª classe.

  2. não se faz uma privatização com este peso simbólico desta maneira

    Pois, o problema é este: ver-se na TAP um “valor simbólico”. Quando aquilo que interessa não é o valor simbólico (qualquer que ele seja), é o valor real. O valor de uma empresa que está crivada de dívidas mas que permanece como a maior exportadora nacional.

    Tanto o PS como os comentadores (como o artigo lincado) deveriam olhar apenas para o valor real da TAP e omitirem o valor simbólico.

  3. Apenas um dos habituais, virtuosos (e cínicos) mantras de quem está na oposição:

    “… a exigência de maiorias de 2/3 para a aprovação das grandes obras públicas …”
    Ridículo.

  4. Bem, a oferta da TAP visou tão somente aliviar o Presidente da República e foi-lhe apresentada como um docinho por todo o serviço prestado ao governo.

    Aqui temos o perfil dos que têm governado a nação.

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