Quando a bola de cristal se embacia


Pedro Correia,

 

“O PSD começou a dar gigantes passos para perder as próximas eleições.”

Clara Ferreira Alves, SIC N (20 de Março)

 

“Passos provavelmente não chegará a governante, medíocre ou não.”

Vasco Pulido Valente, Público (15 de Abril)

 

«Por este andar, o PSD só governará quando os maluquinhos da Exponor lhe pedirem ou as galinhas do dr. Nobre tiverem dentes, de acordo com o que acontecer primeiro.»

Alberto Gonçalves, DN (17 de Abril)

 

«O radicalismo inconsciente de “correr o Sócrates o mais depressa possível”, a que no PSD se deu ouvidos e cujo resultado ameaça ser ou mantê-lo, contra todas as evidências, ou dar-lhe o melhor cenário possível para um retorno ao poder a curto prazo. E o melhor cenário possível, não custa perceber, é um PSD ganhador por uma pequena margem sobre um PS que sai do seu annus horribilis sem grandes estragos.»

Pacheco Pereira, Público (23 de Abril)

7 comentários em “Quando a bola de cristal se embacia”

  1. De todos estes Mayas… gostaria de realçar a excelente e inteligente decisão de PPC em não indigitar P.Pereira para deputado… presságio dum “ânus-horriblis”!!!
    Resta-lhe a flatulencia da Quadratura do “Circo”!!

  2. Como sempre, a experiência dita que devemos conservar certos registos, o que já se adivinhava em cada um dos momentos. E lembrá-los na devida oportunidade é quase serviço público.

    No caso em apreço, Clara Ferreira Alves fica tanto para a História com o que aqui recordas como com tudo o que disse antes e depois. Já Pulido Valente é diferente: fica para a História por muitos motivos, mas nunca por este. Alberto Gonçalves é um caso marginal: não há História que se lembre dele.

    Especial, especial é o Pacheco Pereira: cada estratégia, cada minhoca; cada pontapé, cada cavadela na História.

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