Qual futuro?


Teresa Ribeiro,

Uns saem, outros ficam, mas não se multiplicam para que o mal de viver não cresça. O país começa a parecer-se com uma doença infecto-contagiosa.

Os demógrafos dizem que assim não há futuro.

6 comentários em “Qual futuro?”

  1. …e, na sua sobranceria de pensamento teórico cimentado em argumentos de “debates” pelos corredores da faculdade, dizem-nos: EMIGREM!!!
    Castigái-os Senhor, porque não sabem o que dizem…
    Cumprimentos.

  2. Ponha-se os velhos a “trabalhar”, já que os novos se “abstêm “.

    … “Como aquele velho que gostou todo o dinheiro que tinha na compra de Viagra… e ficou teso!

  3. Viveu-se uma época de mais ou menos bem-estar, porque havia trabalho e podia-se sonhar com um amanhã melhor. Infelizmente esses dias acabaram e agora estamos na podridão absoluta. Pensa-se a vulso, não se respeita nada nem ninguém, elogiam os que os idolatram e não sabem ver mais além que os seus interesses. Agem connosco, como se nós fossemos coisas, sem pensamento e assim temos de nos render a incapazes que nos destroem o ser. Cansados e sufocados, de esperarmos pelo amanã que não chega e antes que comecemos a vegetar, decidimos partir em busca dos sonhos perdidos e esquecer as mágoas, as inseguranças e acreditar que ainda podemos agarrar um bocadinho do sonho que perdemos na nossa terra que já não é nossa, mas deles que nada sabem.

  4. Aqui nos comentários está o retrato do romantismo português… do 80 ao 8.

    Não se preocupem, se não fizermos nenhuma asneira -tipo tontices à Venezuela ou Guerra Civil- vamos todos viver melhor. A tecnologia assegura isso.
    Afinal a melhoria da qualidade de vida aconteceu como? Não foi por causa da política. Também não foi por causa de nós já que pouca tecnologia criamos comparativamente.
    O resto do mundo também está a enriquecer, logo também teremos mais turismo, mais vendas.

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