Sobre os riscos de pertencer a um clube – ou as vantagens de não pertencer a nenhum. Só para reflectir.
8 comentários em “Ai, liberdade!”
Porque é mais “fácil” expulsar quem está em desacordo e/ou tem ideias melhores do que assumir que “estamos errados”. É uma coisa inerente às “inteligências artificiais”! Cumprimentos.
Os riscos de pertencer a um clube são conhecidos e assumidos quando se entra nele, Fernando, estão inscritos nos estatutos. Estou muito mais contigo nas vantagens de não pertencer a nenhum, mas é uma opção pessoal que não traz outras “vantagens”: emprego e carreira garantidos e mais rápidos, apadrinhamentos fáceis, etc, que é o que pesa para muitos na hora de decidir. A liberdade tem um preço e nem todos estão dispostos a pagá-lo.
Concordo, Ana. Deixei isso implícito. Quem entra nestas máquinas corre evidentemente o risco de ficar entalado nas rodas dentadas, e se queres saber não tenho pena nenhuma. E aceito, sim, a tua companhia nas vantagens de não ter patrões políticos.
🙂 O que me irrita é quem quer tudo: pertencer ao partido (e usufruir das ditas vantagens que facilitam a vidinha) e, por outro lado, poder fazer-se de vítima quando fura as regras e sofre as consequências disso.
A mim, isso não me irrita pois faz parte da lógica da coisa, Ana; irritam-me mais os eleitores que insistem em olear uma máquina que sabem que está doente – excluo portanto os que não sabem.
As vantagens de não pertencer a um clube são a nossa integridade e o sabermos que aquilo que conseguimos na vida é fruto das nossas capacidades e do nosso esforço, enquanto os outros, só vingam e sobem na vida, por estão nos clubes. Os riscos são poucos e se os há, é quando algum clubista mais sério, discorda duma ou outra medida e na hora do voto diz não, tem como consequência a expulsão. É esta a podridão e a ausência de democracia dos clubes reinantes…………
Acrescente por favor à “podridão” dos costumes estra moda agora dos chamados “independentes” e obterá um retrato com uma densidade ainda maior de pixels, José.
Porque é mais “fácil” expulsar quem está em desacordo e/ou tem ideias melhores do que assumir que “estamos errados”.
É uma coisa inerente às “inteligências artificiais”!
Cumprimentos.
Às inteligências artificiais e ao sistema que elas controlam, Ssssstress… Iguais cumprimentos.
Os riscos de pertencer a um clube são conhecidos e assumidos quando se entra nele, Fernando, estão inscritos nos estatutos. Estou muito mais contigo nas vantagens de não pertencer a nenhum, mas é uma opção pessoal que não traz outras “vantagens”: emprego e carreira garantidos e mais rápidos, apadrinhamentos fáceis, etc, que é o que pesa para muitos na hora de decidir. A liberdade tem um preço e nem todos estão dispostos a pagá-lo.
Concordo, Ana. Deixei isso implícito. Quem entra nestas máquinas corre evidentemente o risco de ficar entalado nas rodas dentadas, e se queres saber não tenho pena nenhuma. E aceito, sim, a tua companhia nas vantagens de não ter patrões políticos.
🙂
O que me irrita é quem quer tudo: pertencer ao partido (e usufruir das ditas vantagens que facilitam a vidinha) e, por outro lado, poder fazer-se de vítima quando fura as regras e sofre as consequências disso.
A mim, isso não me irrita pois faz parte da lógica da coisa, Ana; irritam-me mais os eleitores que insistem em olear uma máquina que sabem que está doente – excluo portanto os que não sabem.
As vantagens de não pertencer a um clube são a nossa integridade e o sabermos que aquilo que conseguimos na vida é fruto das nossas capacidades e do nosso esforço, enquanto os outros, só vingam e sobem na vida, por estão nos clubes. Os riscos são poucos e se os há, é quando algum clubista mais sério, discorda duma ou outra medida e na hora do voto diz não, tem como consequência a expulsão. É esta a podridão e a ausência de democracia dos clubes reinantes…………
Acrescente por favor à “podridão” dos costumes estra moda agora dos chamados “independentes” e obterá um retrato com uma densidade ainda maior de pixels, José.