Também escolho a que tem Jesus. Ver as fuças do diabo antes do Natal, revolta-me as entranhas. Apetece pôr-lhe a tocar em loop e com os decibéis no máximo. Com outras imagens ( talvez piores) e uma ligeira alteração na letra.
Eu não tenho dinheiro para ter casa própria (sim, arrendar é mais caro mas tentem explicar isso ao banco), ter dois filhos num colégio privado ou para pagar a uma empregada. Gostava de saber a que parte da população o CDS se refere… É que nem esses devem votar CDS, pelo resultado das últimas eleições.
Alguma delas é a Maria Madalena?

Suspense. Teremos de esperar pela edição seguinte.
Também escolho a que tem Jesus. Ver as fuças do diabo antes do Natal, revolta-me as entranhas.
Apetece pôr-lhe a tocar em loop e com os decibéis no máximo.
Com outras imagens ( talvez piores) e uma ligeira alteração na letra.
https://youtu.be/bmj7KlIut1w
Projectos diferentes, com públicos-alvo diferentes e em edições de âmbito diferente.
Ainda bem que há duas capas; ainda bem que não são capas iguais.
A da esquerda. Os personagens são mais bonitos.
“A da esquerda. Os personagens são mais bonitos.” Concordo. Fala em mulheres coisa que eu adoro.
É mesmo preciso este anónimo comentar em anónimo para expor a sua alegada heterossexualidade?
Depois da capa da semana passada, com o Buda em cadeira sentado e de coxa erguida, nada há nem haverá que se lhe possa comparar.
Comparar ou comprar?
E qual será a preferida para “um casal de 30 anos com dois filhos que quer colocar no colégio privado (…) e não têm dinheiro para pagar à empregada”?
“um casal de 30 anos com dois filhos….” Esses votando-te no CDS e não se preocupam com preferências de capas de revista.
Eu não tenho dinheiro para ter casa própria (sim, arrendar é mais caro mas tentem explicar isso ao banco), ter dois filhos num colégio privado ou para pagar a uma empregada. Gostava de saber a que parte da população o CDS se refere… É que nem esses devem votar CDS, pelo resultado das últimas eleições.
Prefiro a da Direita.
Acho piada ao efémero “edição especial para guardar”. O grande equívoco sobre o que é um facto — o que é a realidade.