Publicidade a quanto obrigavas (1)


Ana Vidal,

 

 

(Nota introdutória: Esta curta série será uma espécie de cruzamento entre duas outras de fundo no Delito: Publicidade a quanto obrigas e Passado presente. São anúncios publicitários impensáveis nos dias de hoje, mas usados com toda a propriedade ainda não há muito tempo. Como estamos no Natal, o primeiro post é uma homenagem à quadra do momento: um Pai Natal inventado pela Coca-Cola e aproveitado por uma marca de… cigarros. O adorável velhinho promete pôr um novo sorriso na boca dos fumadores, e que se lixem os dentes amarelos e o hálito pouco recomendável.)

2 comentários em “Publicidade a quanto obrigavas (1)”

  1. “que se lixe o hálito pouco recomendável”

    Claro, quem tem que sofrer esse hálito não é quem o causa.

    Para isso, também passamos a não tomar banho nem usar desodorizante. Poupamos dinheiro e quem se lixa com o nosso mau cheiro são os outros.

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