7 comentários em “Profetas da nossa terra (8)”

  1. Nenhum aumento de impostos foi prometido em alguma campanha eleitoral.

    Se as promessas eleitorais fossem tratadas como as promessas comerciais das empresas teríamos muitos políticos em julgamento e na cadeia.

    Mas como a Esquerda e a Direita Socialista desprezam as contas de merceeiro logo o que é preciso é que valores de impostos, pensões etc estejam numa zona cinzenta onde tudo pode ser feito.
    E depois, como bons socialistas berram contra a aquilo que criaram fingindo como sempre que não tiveram nada com isso.

  2. « Les promesses électorales n’engagent que ceux qui les reçoivent. »
    Charles Pasqua (*)

    (*) Mentor político de Jacques Chirac até 1995 (quando se zangaram) foi
    Ministro do Interior da França de 1986 a 1988 (J. Chirac) e de 1993 a 1995
    (E. Balladur) , entre outros cargos .

  3. Que legitimidade tem Passos Coelho como governante, se foi eleito enganando aqueles que nele votaram? Vão já dizer, mas todos eles mentem…. É verdade, mentem todos, só que os outros prometem sem saberem se podem ou não, levar as promessas a bom porto, enquanto Passos Coelho sabia da situação do país porque assinou o memorando, ficando a saber tudinho, sem excepção. Mesmo sabendo, mentiu, mente e mentirá, faz parte dele.

  4. Costuma dizer-se que “é mais fácil apanhar um mentiroso que um coxo”. Mas também é verdade que está para nascer o primeiro politico que seja eleito por dizer a verdade aos eleitores.
    Todos sabemos que Passos Coelho não foi eleito porque prometeu que não aumentava os impostos; ele foi eleito porque os portugueses estavam todos borrados de medo com a a perspectiva de Sócrates e o PS continuarem a governar o país.

    1. Ele, foi eleito porque mentiu, como nunca ninguém ousou fazer. Os portugueses, estavam fartos de imbecilidades, mas saiu-lhes um imbecil maior. Quando assinou o memorando, ficou a saber a situação do país, ponto por ponto e mesmo assim, teve o desplante de mentir sem escrúpulos. MENTIU, MENTE e MENTIRÁ, enquanto por ali andar. Não lhe interessa o outro, interessa-lhe ele mesmo e a isso chama-se egocentrismo.

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