O Jornal Novo de que Artur Portela Filho foi o primeiro director, teve um papel importantìssimo durante o PREC, porque soube manter uma informação, tanto quanto possivel naqueles tempos, isenta das tendências ideológicas. Os editoriais que AP escrevia não eram lidos, eram devorados. Ainda hoje guardo um exemplar do tempo da primeira campanha para as presidenciais, em 1976. E aquele “ódiozinho de estimação” por um certo professor, era uma delicia…
Tenho guardados vários exemplares do ‘jornal novo’ que, ainda miúdo, li avidamente nesses tempos revolucionários. Era um jornal que fazia jus ao nome: arrojado na forma e no fundo. Com grandes editoriais de Artur Portela Filho (como ele assinava então). E as fotomontagens que ficaram célebres. E inesquecíveis cachas jornalísticas, como a publicação em primeira mão do célebre Documento dos Nove. Portela, que era (e é) também escritor, já se distinguira antes com as suas crónicas, sob o título ‘A Funda’. E prosseguiu os rumos jornalísticos fundando a revista ‘Opção’. Mas este capítulo do ‘Jornal Novo’, com tiragens diárias muito acima dos cem mil exemplares, foi um marco único no seu percurso profissional. (Sim, ele alimentava uma certa animosidade contra determinado professor; muito justificada, como a posteridade tem comprovado)
O Jornal Novo de que Artur Portela Filho foi o primeiro director, teve um papel importantìssimo durante o PREC, porque soube manter uma informação, tanto quanto possivel naqueles tempos, isenta das tendências ideológicas. Os editoriais que AP escrevia não eram lidos, eram devorados. Ainda hoje guardo um exemplar do tempo da primeira campanha para as presidenciais, em 1976.
E aquele “ódiozinho de estimação” por um certo professor, era uma delicia…
Tenho guardados vários exemplares do ‘jornal novo’ que, ainda miúdo, li avidamente nesses tempos revolucionários. Era um jornal que fazia jus ao nome: arrojado na forma e no fundo. Com grandes editoriais de Artur Portela Filho (como ele assinava então). E as fotomontagens que ficaram célebres. E inesquecíveis cachas jornalísticas, como a publicação em primeira mão do célebre Documento dos Nove.
Portela, que era (e é) também escritor, já se distinguira antes com as suas crónicas, sob o título ‘A Funda’. E prosseguiu os rumos jornalísticos fundando a revista ‘Opção’.
Mas este capítulo do ‘Jornal Novo’, com tiragens diárias muito acima dos cem mil exemplares, foi um marco único no seu percurso profissional.
(Sim, ele alimentava uma certa animosidade contra determinado professor; muito justificada, como a posteridade tem comprovado)