“qualquer governo que saia das eleições de 5 de Junho dura só até à Páscoa de 2012. E vai com sorte.” (Maio de 2011)
“este governo não dura até à Páscoa.” (Julho de 2011)
“Sejamos claros: a Europa está à beira da implosão. Pode durar mais quinze dias, não dura certamente até ao Natal.” (Setembro de 2011)
Definitivamente, desde que se apaixonou pelo “socratismo” Eduardo Pitta não acerta uma.

Mas é tocante este esforço por encaixar a política nacional no calendário eclesiástico, tens de admitir.