A demissão de Blatter abre caminho para a necessária regeneração do órgão máximo do futebol. A indispensável ruptura com o passado exige agora que a presidência seja assegurada por uma pessoa que não esteja disponível para vender-se por dinheiro. Perante um perfil tão exigente, assim à primeira vista, vem-nos logo à ideia Luís Figo:
Presidenciáveis (Edição FIFA)
Rui Rocha,


O companheiro dele no pequeno-almoço também não me parecia mal, sob esse ponto de vista.
Lá chegaremos. Mais cedo do que tarde.
É, eu também não me esqueci dessa cena. E fiquei com a ideia que o dinheiro que o Figo recebeu não foi considerado corrupção porque o Figo alegadamente não sabia que o dinheiro que recebeu para participar neste pequeno-almoço da campanha eleitoral vinha dos cofres do Estado.
É aliás por isso que nos negócios entre particulares nunca existe nem corrupção nem tráfico de favores, são sempre assuntos privados mesmo que existam multidões de lesados. Que também têm dificuldade em reaver o seu dinheiro como nos papéis do BES.
Exacto. No fundo, a mesma linha de argumentação de Sócrates: o amigo emprestou-lhe uns milhões; ninguém tem nada com isso.
Naquela zona do hotel Altis o dinheiro costuma cair do céu.
É. Um microclima.
Não Rui. É um macro-clima!
Vou gostar de ver é o 44 passar a estar na sua casinha do seizième com um bracelet électronique, eh eh eh
Uma daquelas pulseiras do equilíbrio…