(…) e quando uma pessoa tem a sorte de viver dentro de uma história, de viver dentro de um mundo imaginário, as dores deste mundo desaparecem. Porque enquanto a história dura, a realidade cessa de existir.
(Paul Auster, em As loucuras de Brooklyn)
(…) e quando uma pessoa tem a sorte de viver dentro de uma história, de viver dentro de um mundo imaginário, as dores deste mundo desaparecem. Porque enquanto a história dura, a realidade cessa de existir.
(Paul Auster, em As loucuras de Brooklyn)
E é tão bom quando conseguimos mergulhar numa história e esquecer tudo o resto (especialmente se o resto é quase nada).
Gosto das histórias do Paul Auster e, por acaso,
também gosto muito das da mulher Siri e da ex Lydia.
🙂 Antonieta