26 comentários em “Prémio “menos mal que quando fores primeiro-ministro vais poder dedicar-te a coisas fáceis como o crescimento””

  1. Mas da outra vez havia solução, só que a Protecção Civil não emitiu o necessário aviso… Ai Costa, a aldrabice costa…

  2. Caro Rui Rocha,

    Mas sabe, certamente, da impermeabilização dos solos, do não respeito pelas linhas de água, etc, todas essas coisas que foram sendo feitas ao longo de anos e anos e sobre as quais Ribeiro Telles tanto falou…? Está ao corrente que o problema que aconteceu não tem a ver com entupimentos nem nada disso? E sabe que o plano de drenagem era para ser levado a cabo pela EPAL sob responsabilidade do Governo?

    Ou seja, sabe que são problemas cuja resolução (se possível ou nos casos em que é possível) não depende da Câmara?

    É fácil falar de acontecimentos imediatos e anómalos, esquecendo as condicionantes que vêm do passado ou cuja solução depende de outras entidades.

    Cumprimentos.

    1. Cito FNV que no seu blogue atalha este tipo de “conversa” fora de tempo.

      “(…)A esquerda cosmopolita ( lê a Cosmos), quando é para aproveitar, saca da chinela e usa sestas, difunde alzheimers, enfim, o manual inteiro da alcagoita. No caso em apreço ainda teríamos dezenas de artigos técnicos sobre a evidência de só um incompetente balbuciar larachas acerca de coincidências de marés. Este complexo de avestruz é, apesar de tudo, bonito.”

      Podemos citar uma generosa pessoa, competente técnico e os suas acertadas analises como Ribeiro Telles- fica bem, e dá uma ‘patine’ de “cultura” ao paleio. No entanto, nesta história, nada funcionou no que se refere a serviços da CML – numa câmara com uma multidão de funcionários e serviços, não houve alminha que fosse capaz de ver intervenções de emergência, gestão de serviços de apoio aos comerciantes e habitantes, ou mesmo o minimo esforço de prevenção, etc – As pessoas, nos Restauradores, em Alcantara e sabe mais em que outros sitios, foram deixadas sozinhas no ‘desemerdem-se yourself’ – (pardon my French!). Não funcionou nestes dias, como não tinha funcionado há semanas atrás – ou seja, aqueles janotas nada aprenderam e nem parece quererem aprender. Ocorre-me agora que há talvez excepções – a ‘prensa’ da capital, e assessoria de comunicação e ‘spin’ do Alcaide mais os tarefeiros da conversa é eficaz no amornar – imaginem se fosse o pobre diabo do Santana Lopes a ter o Gabinete mor na Praça do Municipio e a evacuar, sem se rir ou se aziar, a aleivosidade “não há solução para as inundações de Lisboa”!!!

    2. Concordo plenamente consigo…
      Devia fazer-se um debate sério sobre esta questão para as pessoas, em vez de utilizarem este assunto para lutas partidárias (Quem se ria do PS do Seguro, agora ataca o Costa por tudo e por nada… Porque Será???), entenderem que a solução para esta situação obrigará a obras de fundo em toda aquela zona, incluindo, provavelmente, a demolição de diversos edifícios existentes…

    3. Certamente. Não deixa todavia de ser extraordinário que quem domina a solução para o crescimento não a tenha para as cheias. Acaso será mais fácil aumentar o PIB potencial do país, com as restrições que todos conhecemos, do que escoar águas pluviais a contento?

  3. Camarada Jeito Manso, bravo!

    Encarrega-me o Exmº. Senhor Presidente da CML de lhe agradecer o seu oportuno e bem fundamentado comentário técnico-pluvial.

    Quando lhe der jeito, pode passar pela CML e levantar a respectiva carta de recomendação.

    Atentamente
    O Vereador das Cheias

    1. Caro Vereador,

      Presumo, então, que não trabalhe em regime de exclusividade já que tem muito tempo livre, certo…? Nos últimos anos quantas vezes teve com que se ocupar com cheias, conte lá…?

      Porque não se muda para o Ribatejo, para Águeda ou para outras terras onde tenha com que se entreter mais amiúde?

      Quanto à carta de recomendação, Caro Vereador, agradeço a sua gentileza mas passo bem sem cartas: recomendo-me eu de viva voz.

      Cumprimentos.

  4. “Um jeito manso” tem razão.

    Mas como isto se está a tornar complicado por aqui – para meu grande desgosto como alguém que nos estará a ler bem sabe – não vale a pena ír por aí, não há muita gente interessada em discutir sériamente nada fora dos posts do Pedro Correia.

    E isso não acontece por acaso.

  5. não acredito que não exista solução.

    em Almada resolveu-se o problema da baixa da Cova da Piedade (que com as marés vivas ficava abaixo do nivel do rio…), pelo que nem é preciso ir à China.

    claro que o problema em Lisboa tem uma maior complexidade, mas dai a dizer que não há solução…

  6. Lisboa, 15.10.2015,6 meses

    A super-super construtora Motta-Engil, acaba de assinar com a Camara Municipal de Lisboa um acordo de PPP ( com o aval do Governo) para a resolução definitiva das “cheias” da capital”… “O projecto é de autoria do Gabinete de Arquitectura Salgado & Comp.

    Mais uma vitória de nosso bem amado 1º Ministro!
    ——–

    Adivinhem quem é ?

  7. Prémio “O que vale é que o Santana Lopes e o Cruz Abecassis resolveram os problemas das cheias quando lá estiveram, ou não sei o que seria.”

    1. Esqueceu-se de mencionar o Jorge Sampaio e o João Soares camaradas do actual alcaide da capital que tinha à sua disposição quando chegou à edilidade, um projecto para acabar ou pelo menos minimizar os efeitos da chuva. Ao fim de sete anos, esse projecto continua , se não o atiraram para o caixote do lixo, na gaveta onde ele o mandou meter; custava na época 153 milhões de euros, agora deve custar muito mais. Mas ele preferiu gastar esse dinheiro noutras coisas que lhe dão mais votos.
      De resto os lisboetas têm o que merecem: poupam no IMI e no IRS, mas quando chove andam com a água pela cintura.

  8. Boas Tardes

    Convém ver, ou ler, a totalidade das declarações do António Costa… De resto, aconselho uma aulas de Hidráulica, desde que não seja na Universidade Independente, ou que vejam as declarações de pessoas qualificadas na matéria… Assim podem perceber que ele até está mais certo que errado..

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