Caro Rui, é preciso ler nas entrelinhas. O que não devia ser assim tão difícil.
Queremos ser tratados como a Grécia? Depende. Queremos a parte boa do tratamento dado à Grécia. Não queremos a parte má. É possível termos a parte boa sem a parte má? Talvez, a seu tempo e com a máxima discrição.
Prá próxima o Gaspar vai ter de começar no abecedário, tá…
Vamo-nos habituando. Quanto mais se fala (negando, não sou estalinista), mais verdade é (é, de facto). “Não nos comparamos com a Grécia”! Não sou político nem economista. Fica em mim que, de facto, temos de nos comparar com a Grécia. 1º Não sei qual o mal, se a realidade for esta. 2º Porque é que primeiro ministro, e sobretudo PR, falam da Grécia em termos comparativos? Tem legitimidade para isso? Pelo menos fica muito mal.
É um discurso na linha desgovernamental: Disse que o que disse não foi o que disse, mas que disse disse.
Disse não, dasse.
O melhor mesmo é não falar, Rui…

Combinado.
Qual das palavras é que o senhor não percebeu?
Aquela coisa da igualdade de tratamento…
LOL. E pianinho seguiram ordens às Repartições para uma barrela aos Contribuintes. A pente fino e devagar, tudo onde der para pegar, não, pagar.
Vamos ficar a brilhar.
Bem, o Juncker também deu uma desculpa absolutamente esfarrapada, referindo até que lhe tinham feito perguntas num canto escuro….
Também o que é que estavam à espera de um ministro com nome de esquentador a gás?
Aliás, neste caso temos tudo. O Gas e o esquentador que é o seu par.
Nunca perdi muito tempo com esquentadores, mas confesso que, se tivesse de escolher, preferia Vulcano.
Caro Rui, é preciso ler nas entrelinhas. O que não devia ser assim tão difícil.
Queremos ser tratados como a Grécia? Depende.
Queremos a parte boa do tratamento dado à Grécia.
Não queremos a parte má.
É possível termos a parte boa sem a parte má? Talvez, a seu tempo e com a máxima discrição.
Prá próxima o Gaspar vai ter de começar no abecedário, tá…
Vê, Sampy, como é fácil. Bastava Gaspar ter dito o que o Sampy acaba de dizer. Por palavras dele, vá.
Ah ah ah ah!!
Mais ainda?
Tem de ser. Pelo visto, somos todos muito lentos de raciocínio.
Vamo-nos habituando. Quanto mais se fala (negando, não sou estalinista), mais verdade é (é, de facto).
“Não nos comparamos com a Grécia”!
Não sou político nem economista.
Fica em mim que, de facto, temos de nos comparar com a Grécia.
1º Não sei qual o mal, se a realidade for esta.
2º Porque é que primeiro ministro, e sobretudo PR, falam da Grécia em termos comparativos? Tem legitimidade para isso? Pelo menos fica muito mal.