
RIO CÔA
Nascente: entre as Serras da Malcata e da Gata, em Fóios, concelho do Sabugal
Foz: Rio Douro, perto de Vila Nova de Foz Côa
Afluentes: Rios Noéme e Diz.
Extensão: cerca de 135km
"Nem versos faço. Para quê? Poema é toda a página aberta diante de mim, caligrafada de esperança e de calma."
Miguel Torga, Portugal



Um recanto do País carregado de nostalgia.
Um recanto que todos os portugueses deviam conhecer bem. Sobretudo na época das amendoeiras em flor.
Amendoeiras que estão a desaparecer. Infelizmente.
É pena. A amêndoa da região é deliciosa.
O abandono da região pelas novas gerações, o trabalho em três tempos distintos que a preparação da amêndoa requer a partir da apanha, etc., está a impedir a continuidade.
Pedro, simplesmente, belo – rio e citação – o “nosso” grande escritor (meu querido) Miguel Torga, não podia dizer melhor…
Fico muito bem dito, Maria. O livro todo, aliás, merece sempre uma (re)leitura.
Também gosto. E das palavras e tudo
:))
E eu gosto que goste.
Grande citação.
Um rio, uma citação. Adoptei este figurino nesta série ‘fluvial’, diferente da série das praias, Teresa. Espero que gostes.
Uma associação perfeita! Uma e outra de imenso interesse.
E este rio? Lindo … vale a pena (re)visitar cada curva e contracurva.
Eu também gosto, mas tenho sempre a mesma dúvida: nunca me lembro quais são as curvas e quais são as contracurvas…
As segundas, são as pares .. parece o dito cujo tema fracturante!
A primeira, nº 1, é a curva; a segunda, nº 2, a contracurva …
Esclarecido?
Gosto muito da palavra curva. E também da palavra contracurva, vá lá saber-se porquê.
São lindas estas margens!
São mesmo.