RIO CÁVADO
Nascente: Serra do Larouco, concelho de Montalegre
Foz: Oceano Atlântico, em Esposende
Afluentes: Rios Homem, Prado, Rabagão, Saltadouro
Extensão: cerca de 130km
"Um dos passeios que mais gosto de dar é ir a Esposende ver desaguar o Cávado."
Ruy Belo, Todos os Poemas




.. tenho um polaroid ali em cima 😉
Lindo, lindo!
Bom fim-de-semana Caro Pedro
Lindo mesmo.
(obrigado. bom fim de semana também)
Um dos meus cenários de sempre, até Esposende.
Também um dos meus. desde que evite olhar para as ‘torres’ de Ofir.
“Um dos passeios que mais gosto de dar é ir a Esposende ver desaguar o Cávado.”
É o que faço regularmente e olho aquela água de encontro ao mar e sei que ela trás fragmentos de vida, na passagem por Barcelos. Lembrando-me quando era puto de como o Cávado, amparava no ventre das suas águas, centenas de miúdos como eu, que fazíamos do seu areal a nossa casa no Verão!
Barcelos é uma das belas terras portuguesas. E o Cávado muito contribui para isso.
Cada vez mais bonito, chovem lembranças com este tema.
Muito bem ilustrado!
O Cávado, com os seus açudes, é um rio que fica sempre bem na fotografia.
É também um rio que inspira traquilidade.
Sem dúvidas.
Muito bem, Pedro Correia.
[Ando em pulgas para ver como vai ilustrar o “meu” rio. Sim, também me refiro às palavras]…
:))))
Deixou-me curioso, Maria do Sol. Qual é o ‘seu’ rio?
Ora Pedro Correia… Assim, mais mais? O Douro, claro ost-incompleto.html]
[Aqui entre nós que ninguém nos ouve: http://okayempatins.blogspot.com/2008/06/p
Ah, já falta pouco. Muito pouco.
Pedro, ficou a faltar uma imagem da Foz em Esposende (mesmo com as torres de Ofir!), ou da Barca do Lago, ou…, ou…
Bairrismo meu!!! 🙂
Muitos parabéns pelo tema. Mas uma série a seguir com toda a atenção.
Obrigado, Cristina. Parabéns por ser de uma terra tão bonita (só mesmo aquelas malfadadas torres para estragar a paisagem, lá do outro lado).
O Cávado não é o meu primeiro rio, mas também é o meu rio:)
O meu caso não é especial.
Mas de facto são raras as situações em que nos podemos gabar de passar normalmente, década após década, por um lugar que permanece activo mas intocado, igualzinho ao da infância. É o que se passa comigo e com esta ponte, antigamente passagem obrigatória, hoje em dia percurso alternativo.
Quando estou por ali, regularmente, nunca entro por outro lado senão por Barcelinhos: é uma espécie de fetiche:)
Gosto de pensar que atravesso ali o Cávado e de súbito readquiro o dom da companhia de todos: os que estão, os que estiveram, os que aqueles já evocavam, como eu faço agora, e os que hão-de vir atrás de mim. Depois, com as pessoas vêm os Verões, as férias, as descobertas e a excitação das visitas à feira de Barcelos, às quintas (quais dvd’s e tv cabo! Isso era um futuro de Huxley , impensável e insensato:)
Mudámos, mudaram os modelos dos carros que nos transportam, dentro destes mudámos os sítios que nos estão destinados e o ponto de alcance sobre o rio. Mas o mais está lá sempre, de geração em geração, leal como as raízes: a ponte, o rio, as águas, a outra margem, a esplanada; e lá em cima, a Matriz e o Paço. Bela porta de entrada!
Gostei muito do seu comentário, Chloé. Tenho também uma ligação muito especial ao Cávado, que foi um dos rios da minha infância.