RIO TEJO
Nascente: Serra de Albarracim (Aragão, Espanha)
Foz: Oceano Atlântico, em Lisboa
Afluentes em Portugal: Rios Erges, Ponsul, Ocreza, Zêzere, Almonda, Alviela, Jamor, Trancão, Sever, Sorraia
Extensão: cerca de 1000km
"Olho o Tejo e de tal arte / Que me esquece estar olhando, / E de súbito isto me bate / De encontro ao devaneando – / O que é ser-rio, e correr? / O que é está-lo eu a ver?"
Fernando Pessoa




(de cortar a respiração aquela 2ª fotografia) 🙂
Tejo da “minha” cidade 🙂
Há rios de Portugal muito mais fotogénicos do que o Tejo. Mas há poucos com ângulos tão diversos e não há nenhum com tanta grandiosidade.
O Tejo foi sempre um senhor. E continua a ser.
Creio que até tem mais umas quantas travessias do que as duas de que os políticos falam. «A terceira travessia sobre o Tejo» – dizem eles. Vão mas é lamber sabão.
O Tejo é também o rio de Portugal mais presente na nossa melhor literatura, em prosa e em verso.
O Tejo visto das Portas do Sol, lá na “minha” Santarém. Razão tinha o Torga no “Portugal”.
O Tejo visto das Portas do Sol, com Almeirim mais adiante, é um dos mais deslumbrantes panoramas de Portugal.
ah sim..o tejo que guarda de forma serena a cidade de lisboa.quantas vezes e que me deliciei a ver o tejo na viagem de intercidades entre lisboa e o fundão quando ia de fim de semana nos meus tempos de estudante?recomendo alias a viagem de coimboio entre a lisboa e a covilhão.abraço Pedro
Também a fiz algumas vezes,caro João Melo, a caminho do Peso(Tortosendo) em busca de tordos, noutros tempos. Assino por baixo a sua opinião.
ah sim Fernando .conheço bem . Ainda fui jogar algumas vezes ao tortosendo contra os Unidos .Logicamente que ganhavamos sempre.Não graças ao meu contributo.abraço
Aí está uma viagem que também recomendo vivamente, a qualquer viajante. É inesquecível.
Como era bom, entrar no Tejo e avistar Lisboa, do navio que me trazia das ilhas, depois de quatro dias de viagem em mar alto e tantas vezes bem revolto… E a aproximação ao cais, era tudo, para mim tão fascinante… Ah que saudades daquelas viagens que fiz nos finais dos anos 60 até 72 – a última – a bordo do navio Angra do Heroísmo…
Que coisa extraordinária, Maria. Acho que a maioria dos continentais nunca pararam para imaginar essas viagens. Parece coisa dos descobridores de antanho. E, porém, ainda tão perto de nós. Extraordinário.
Ora bem, como o João entende este meu sentimento…Fico contente. João, cheguei a viajar no navio cargueiro Faial da extinta empresa -“Carregadores Açorianos” – era muito jovem , ia a Lisboa mais uma amiga a um congresso da “juventude católica” – a bordo éramos só 6 passageiros e a tripulação , foi tão interessante acompanhar, de perto, o dia-a-dia de quem anda “embarcado” – assistir às manobras de navegação que o comande fazia questão de nos explicar – foi uma viagem inesquecível.
Isto – andar por cá, há alguns anos e ser-se ilhéu – não trás só desvantagens…:))
São experiências de vida irrepetíveis.
🙂
Eu te saúdo, Lisboa
Chego e recebe-me o Tejo
Num sorriso de azulejo
E a luz branca em que te vejo
É um verso de Pessoa
(…)
Esta tua série é um regalo para os olhos, Pedro!
Presumo que um sorriso de azulejo seja um esgar gélido..,.
LOL
Nada disso, irónico descrente… é um sorriso brilhante, cheio de luz! 🙂
Obrigado, Ana. Esta série está quase no fim. Mas vêm aí outras.
Ana, só agora percebi que deve ser um poema seu,( há dias encontrei-me com a sua poesia, gostei muito) quero o resto …:))
É uma coisa que escrevi há muito tempo sobre Lisboa, Maria. Não me lembro do resto, mas talvez encontre nos meus arquivos. Obrigada pela simpatia.
Lindo!
Almourol é simplesmente irresistível. E Constância também. E as portas do Ródão. E o estuário.
Lisboa, Tejo e tudo?
Vá, podem elogiar o Tejo, mas não abusem. Sou muito possessiva em relação ao que amo 🙂 E Almourol e Constância, ah, que saudades! Quero tanto lá voltar um dia destes…
Navegar é preciso. Nos rios também.