Portugal: por estes rios acima (22)


Pedro Correia,

 

 

 

RIO SABOR

 

Nascente: Serra da Culebra, província de Zamora (Espanha)

Foz: Rio Douro, na aldeia de Foz do Sabor, concelho de Torre de Moncorvo

Afluentes: Rios Maçãs, Angueira, Fervença, Azibo

Extensão: cerca de 120km

 

"A alma de Dona Antónia, a Ferreirinha, ainda paira por estes caminhos. Entre a velha linha do Rio Sabor e as margens do Douro altivo. Quintas magníficas e uma paragem chamada Vesúvio."

Francisco José Viegas

6 comentários em “Portugal: por estes rios acima (22)”

  1. Não é muito correto dizer que o ria nasce na serra da Culebra, em Espanha: ele nasce na serra de Montesinho, sobre a fronteira entre Espanha e Portugal.

    Eu já lá estive. É uma zona pantanosa, onde se vê fiinhos de água a escorrer de diversos sítios, até que mais abaixo se juntam.

    Em rigor é verdade que alguma água já vem de Espanha, mas na verdade o rio nasce numa “terra de ninguém” fronteiriça.

  2. Infelizmente perderá muito do seu encanto, com a nova barragem, entre Felgar a e foz. Como já tinha perdido com o encerramento da sua linha férrea, que ligava Moncorvo ao planalto mirandês.

      1. Eu diria que ainda há por aí montes de rios em estado “natural”, por exemplo aquele que se segue na lista, o Sado.

        A barragem do Sabor é em grande medida uma consequência do erro trágico que foi cometido por António Guterres mal chegou ao governo, a paragem na construção da barragem do Côa. Barragem essa que era bem mais útil que a do Sabor. Fez-se um mau negócio – estragar o Sabor para preservar o Côa. O bom negócio teria sido o inverso.

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