RIO ALVA
Nascente: encosta sudoeste da Serra da Estrela
Foz: Rio Mondego, em Porto da Raiva, concelho de Penacova
Afluentes: Ribeira de Folques, Rio Alvoco
Extensão: cerca de 105km
"Deixem passar o Rio Alva. Deixem-no / deixem-no passar. // Com suas pedras cantadas / de queda em queda."
Mário Castrim, Conto Estrelas em Ti




Mais uma excelente iniciativa, meu caro Pedro Correia. Portugal blogosférico, agradece esta sua dedicação ao que é NOSSO!
abraço
boa semana
p.s:vou ver o número 1
Obrigado pelo incentivo, Pedro. Em breve aparecerão aqui dois rios que lhe são muito familiares.
.. também fui que não quero fazer a figurinha triste de voltar a “reclamar” com o que já foi dito! 😉
Uma mais-valia estas rubricas Caro Pedro. Parabéns *
Seguirei.
Ainda bem que está a gostar…
Pedro, gosto muito desse casamento dos elementos – Água e Terra – os rios são de grande fotogenia. Por ter nascido na Ilha o mar está-me na pele, não me custa imaginar que quem viva à beira rio sinta o mesmo que eu e um dia afastando-se – uma imensa saudade…
Tem toda a razão, Maria. Os rios são de uma fotogenia verdadeiramente fascinante.
Lindo trecho de Côja, bela prainha fluvial.
A foto foi tirada do lado da margem em que fica a casa de Fernando Vale, que está situada precisamente em frente à desembocadura da ponte, mas no lado contrário ao que aqui é visível.
É um belíssimo trecho, sem dúvida. Não resisti a pô-lo aqui, entre muitos outros possíveis.
Faltou-me dizer mais uma coisa Pedro, ainda ontem estive a recordar Mário Castrim a propósito de Alice Vieira e com nostalgia falávamos sobre quanto ele malhava na televisão, penso na na altura existia só um canal, imagino hoje… ele não teria mãos a medir ehehe.
Conheci pessoalmente Mário Castrim, tive o privilégio de conversar horas com ele. Era um grande escritor, um notável poeta e o melhor crítico de televisão que já tivemos. Fazia-nos falta – hoje mais que nunca – alguém que visse a TV ao raio X como ele tão bem soube ver.
Eu gostava muito de ler os textos do Mário Castrim. Cheguei a comprar jornais por causa deles.
E continuo curiosa quanto aos rios que nos mostra…
:)))
Só mesmo tu, Pedro 🙂
Parabéns por mais esta excelente série.
Deixaste-me sem palavras, Leonor (o que é muito raro).
Lá estou eu aqui cativa, a ver se aprendo alguma coisa dos nossos rios. :))
Temos tantos – e tão bonitos…
Como era de calcular, a série promete. Força, compadre: já só faltam 28…
Uma correcção: a Ribeira é de Folques embora passe por Arganil, onde aumenta a sua carga poluente.
E os meus parabéns pela série.
Obrigado pela sua atenção, meu caro. Vou fazer a correcção.
Eu aproveito para aprender. Mas serei crítico quando por aqui aparecer o Tâmega, que atravessa a terra do meu pai. 🙂
O Tâmega, como é óbvio, passará por cá. É um dos meus rios favoritos.
E a Ponte das Três Entradas?
Onde se cruzam o Alva e o Alvoco?
Fica para um dos próximos posts?
Vou esperar.
Vamos ver. Há que manter algum ‘suspense’…
Pedro para o suspense ser ainda maior faça com que não se abra as fotos, vai perceber porquê:))
Não sei não, Maria…