RIO MIRA
Nascente: Serra do Caldeirão
Foz: Oceano Atlântico, em Vila Nova de Milfontes
Afluentes: Rios Luzianes, Perna Seca, Macheira, Guilherme, Telhares
Extensão: cerca de 140km
"O rio Mira, senhor da planície / e das escarpas, / majestoso e largo, / chega por fim às portas do oceano. / Sem temer o seu destino de rio, / enfrenta as vagas eternamente em fúria / e diz-lhes simplesmente, tranquilamente: Aqui estou."
Carlos Domingos




Não podia deixar de comentar, já que nasci e cresci praticamente nas margens deste rio. E que belas tardes de infância passei eu à sua beira… 🙂
Excelentes fotografias, Pedro (sobretudo a última; bela perspectiva). De resto, o Mira inclui também a Barragem de Santa Clara, uma das maiores do país, e onde se pode encontrar uma bela paisagem no interior do Alentejo.
Que privilégio ter nascido e crescido praticamente à beira deste rio, João. Gosto muito da barragem de Santa Clara. E da pousada dessa barragem, onde já passei temporadas inesquecíveis.
Acredite que foi um privilégio… pelo sítio e pela liberdade que tinha. Enfim, os tempos são outros. Tenho cá para mim que uma infância como a minha hoje em dia metia assistentes sociais e um batalhão de psicólogos…
Voltando ao Mira: da pousada a vista é fabulosa… e há na zona um ou dois sítios muito escondidos com vistas de tirar a respiração. Mas pouca gente conhece…
Conheço bem a pousada, e a vista que de lá se desfruta, e não tenho dúvida em considerar que é um dos recantos mais fabulosos do nosso país.
Não que um rio precise de falar, Pedro: toda a eloquência lhe vem daquele serpentear.
Acho o mesmo, Cristina. O serpentear já diz muito. Ou tudo.
Rio Mira vai cheio e o barco não anda
Tenho o meu amor lá da outra banda
Lá naquela banda e eu cá deste lado
Rio Mira vai cheio e o barco parado
…
Mesmo sem voz, dolentemente trauteei …
:))))
E trauteou muito bem.
Muito bem “alembrado” Maria do Sol..:)))
Sem dúvida.
Ainda este Verão dei um belo passeio até à barragem de Santa Clara. Estava um calor de ananases :))) A pousada é um espectáculo.
Sem dúvida, Ariel.
Já lá vão uns anitos, mas uma das melhores memórias que tenho é a de subir o rio de Milfontes a Odemira num barquitoa motor. Bela aventura, em finais dos anos 70.
Aí está um passeio que nunca fiz e bem gostava de fazer.
As fotos são suas, Pedro?
Suas, suas?
Nãaa…
Gosta?
Se gosto?
Supunhas da autoria de sumidades na matéria 🙂
Sabia-o com ar de banqueiro, bon chic, glamoroso e soigné, etc, mas não o sabia exímio fotografo :))
Agora a sério: julguei que eram sacadas da net.
A segunda é fantástica. Desde logo pela simplicidade. Gosto de coisas simples, belas e simples.
Modéstia à parte, sou bom fotógrafo, Teresinha. E também gosto muito de filmar. Mas estas fotos são todas seleccionadas da Net. Do melhor que vou encontrando em cada rio.
ehehehhe
Não é que duvide da sua capacidade, mas….
Juro que até cheguei a ir ao álbum ver como estavam catalogadas :))
Ficamos à espera das filmagens.
Talvez um dia, vamos ver.
E que busca bem seleccionada! Parabéns!
Maria Letra
Muito obrigado pela sua apreciação, Maria Letra.