RIO ÁGUEDA
Nascente: Serra do Caramulo, concelho de Tondela
Foz: Rio Vouga, em Requeixo, concelho de Aveiro
Afluentes: Rios Cértima, Alfusqueiro, Agadão
Extensão: cerca de 60km
"(…) só depois é que me explicaram que aquele não era o Rio Águeda da minha querida terra, ainda fiquei desconfiado, mas lá acabei por perceber que aquele era outro Rio Águeda lá do norte, fosse como fosse, Águeda de Baixo ou Águeda de Cima (…)"
Manuel Alegre, Rafael




Agora, o Pedro convida-nos a “navegar” por outros cenários – outras águas – não menos bonitos do que os das praias, para mim, menos familiares, também por isto, não quero perder essa série.
Para já, Pedro, a série promete, obrigada.
Espero que goste, Maria. Todos os dias navegaremos por um.
De partida para o Cambodja amanha, passo so a deixar beijos e abracos a todos. A proposito de rios, dei hoje um magnifico passeio pelos canais do Chao Praya numa especie de gondola engracada , a uma velocidade consideravel. Bangkok e uma cidade assombrosa. Hoje mesmo fui parar (sozinha) a um casamento tailandes , onde me convidaram para fazer uma saude aos noivos e acabei por almocar com eles. Foi uma experiencia engracada porque quase ninguem dizia uma palavra de ingles , mas fartamo-nos de conversar, nao me perguntem como… Joao , nao embirres comigo com a falta de acentos. Neste teclado ja e um milagre conseguir escrever um portugues legivel. Ate a volta! 🙂
Que bom Ana ter notícias suas – imagino essa situação do casamento tailandês…;)) Que rica experiência – isso sim é conhecer um país. Continuação de boa viagem.
um beijo.
Que experiência fantástica, Ana! Beijinhos e aproveita bem 🙂
Boa viagem Ana. Aproveite muitoooooooo.
:)))
Boa viagem, Ana. E obrigado por este postal!
Mas que boa, esta antena oriental 🙂 Estou roída…
E a febre dos olhos, ainda não a atacou? 🙂 Não está encandeada com essa explosão de cores, magníficas e esplendorosas?
Agora reparo que anda a seguir a rota do Combustões. Parece que tem de guardar uns dólarzitos para os livros, esses inimigos da bagagem do viajante.. Bom périplo!
Podias até escrever em tailandês, que não tem acentos…
Aproveita bem, Ana, que essa gente é mesmo assim: o povo mais acolhedor do mundo. E, se disseres que és portuguesa, andam contigo ao colo, porque eles estudam na História o papel dos portugueses de antanho na pacificação do Reino do Sião.
Diverte-te, Ana. Bj
Muito bem.
Este é um dos mais bonitos.
Excelente ideia Pedro. Conheço muito mal a paisagem dos nossos rios. Para além dos grandes rios posso dizer que sou uma analfabeta fluvial. É uma boa oportunidade de os ficar a conhecer melhor.
Verá passar por aqui alguns dos mais belos panoramas do nosso país, Ariel. Infelizmente muitos deles ainda praticamente desconhecidos da grande maioria dos portugueses.
Eu dos melhores que conheço é o rio Alvoco, um afluente do Alva. Ali perto de Vide tem umas quedas de água lindas, e no alto delas pode-se tomar banho, o rio é bem fundo.
Obrigado pela sugestão, Luís Lavoura.
Fui obrigada na primária a empinar os rios todos. Vou gostar desta revisão da matéria dada, de certeza 🙂
Espero que gostes, Teresa. E que sintas pelo menos vontade de vir a navegar em alguns deles.
Claro, até porque navegar é preciso. E viver também é preciso (ao contrário do que escreveu o poeta)
Claro que sim.
O comentário de Manuel Alegre refere-se ao outro rio Águeda, um afluente do Douro que faz fronteira entre Portugal e Espanha.
A última frase de Manuel Alegre refere-se implicitamente à existência de duas freguesias, Aguada de Baixo e Aguada de Cima, um pouco a sul de Águeda.
É. Nesta passagem do seu romance autobiográfico – que aproveito para recomendar – Manuel Alegre põe em contraste o Rio Águeda da sua terra (o que aqui vem nas imagens) do outro, em que ‘passou a salto’ a fronteira com Espanha.
Boa ideia, esta dos rios. O Manuel alegre fala deste Águeda, o da sua terra, e não o paralelo ao Côa no romance Alma, dos seus perigos, da emblemática nora e de como se faziam (fazem?) corridas de remo desaguando no Vouga e seguindo até Aveiro.