Aqui, no silêncio que só tu ouves, procura a minha divisão a palavra que não existe. Levanto-me, porque é debaixo que venho. Do fundo sem fundo, de onde se implora: vá, bebe o que precisas de ti, dá à face a lágrima cristalina, olha-te no líquido reflexo. Logo eu, do andar depressa que nunca chega à frente, que é-me a vida adversa ao rigor do sentido, sol que evapora o choro para se não ver. Eu, que sem alarde me ergo, só queria a palavra e sou divisão.
Portugal
letraspequenas,


… mas se crias a palavra, és de visão.
Generosa visão ou, como diria o Pedro Correia, muito bem 🙂
Muito bem, Gui.
Ora… beijinhos
Minha @gridoce Lima, hoje venho aqui, muito humildezinho, num compulsivo pranto:
http://www.youtube.com/watch?v=7qEtt3MD3 PA
Chore, minha flor, chore o choro ao pé de mim. Você sabe, ou já esqueceu? Chega uma lágrima, uma, para regar todo o capim.