Fazer manchetes com este tipo de notícias, no pressuposto de que o tema vende.
10 comentários em “Pornografia é isto”
Não sei porque foi escolhido o 24 horas? Os outros não são assim? Claro que também há neste comentário um pouco de ……..tendência. Mas os outros são iguais, quando não piores. O 24 horas tem uma vantagem! Diz a mesma coisa e é mais barato. ( isto é dito sem querer fazer publicidade, mas com a carestia de vida…..)
Dá a pior imagem possível dos jornalistas: uns abutres à espera que a “doença prolongada” mine o corpo de determinada figura pública. O que se tem passado com o actor António Feio, por exemplo, ultrapassa tudo quanto é admissível. Isto não vende. Mas mesmo que vendesse continuava a ser moralmente e eticamente insustentável.
O problema é que até vende, Pedro. As revistas “cor-de-rosa” (a cor mais adequada era o vermelho, na verdade), vendem, e, apesar de não conhecer os números, não me parece que vendam mal. E são o que se vê. O caso de António Feio é vergonhoso. E infelizmente não é o único, mas um de muitos…
Tens razão. Eu acho que a imprensa cor-de-rosa é mais negra do que outra coisa. Nas capas de imprensa deste tipo não lhes vejo a foto e conteúdos, mas a imagem e as palavras que definem uma massa imensa do país que somos.
Inqualificável quase todos os dias. Hoje foi a situação de Miguel Portas, ontem foi o suicídio por enforcamento do pai de um conhecido cabeleireiro; há uns tempos atrás colocaram a foto de uma actriz branca, loira, com um boneco negro ao colo, imagem que suportava a manchete do dia, dizendo que a referida personagem estava grávida e o pai da criança era um futebolista de raça africana. O caminho daquela folha está traçado: caminha rapidamente para a extinção, para a lixeira. Saudações
Tenho muita pena de o escrever mas Portugal não é Lisboa e aquelas mentes ainda têm o tamanho que têm.
Nem vamos falar de dores de cotovelo, não pelos contornos das Senhora, mas pelo protagonismo obtido: Para aqueles Senhores – a Norte ou a Sul seria idêntico – totalmente impossíveis de aceitar.
Lamento repeti-lo, pois é o meu Povo e o meu Pais, mas somos pequenos num pais pequeno.
Tenho a certeza de que exemplos e situações semelhantes não vos faltarão, infelizmente claro está.
Não sei porque foi escolhido o 24 horas? Os outros não são assim? Claro que também há neste comentário um pouco de ……..tendência. Mas os outros são iguais, quando não piores. O 24 horas tem uma vantagem! Diz a mesma coisa e é mais barato. ( isto é dito sem querer fazer publicidade, mas com a carestia de vida…..)
Dá a pior imagem possível dos jornalistas: uns abutres à espera que a “doença prolongada” mine o corpo de determinada figura pública. O que se tem passado com o actor António Feio, por exemplo, ultrapassa tudo quanto é admissível.
Isto não vende. Mas mesmo que vendesse continuava a ser moralmente e eticamente insustentável.
O problema é que até vende, Pedro. As revistas “cor-de-rosa” (a cor mais adequada era o vermelho, na verdade), vendem, e, apesar de não conhecer os números, não me parece que vendam mal. E são o que se vê. O caso de António Feio é vergonhoso. E infelizmente não é o único, mas um de muitos…
Tens razão. Eu acho que a imprensa cor-de-rosa é mais negra do que outra coisa.
Nas capas de imprensa deste tipo não lhes vejo a foto e conteúdos, mas a imagem e as palavras que definem uma massa imensa do país que somos.
Inqualificável.
Inqualificável quase todos os dias. Hoje foi a situação de Miguel Portas, ontem foi o suicídio por enforcamento do pai de um conhecido cabeleireiro; há uns tempos atrás colocaram a foto de uma actriz branca, loira, com um boneco negro ao colo, imagem que suportava a manchete do dia, dizendo que a referida personagem estava grávida e o pai da criança era um futebolista de raça africana.
O caminho daquela folha está traçado: caminha rapidamente para a extinção, para a lixeira.
Saudações
Infelizmente, parece que é isto mesmo que vende. Fizeste muito bem em não pôr a fotografia de capa. Pelo menos não damos publicidade a este nojo.
Acho que nenhum de nós o faria. Tens toda a razão, Ana.
Um asco!
Tenho muita pena de o escrever mas Portugal não é Lisboa e aquelas mentes ainda têm o tamanho que têm.
Nem vamos falar de dores de cotovelo, não pelos contornos das Senhora, mas pelo protagonismo obtido: Para aqueles Senhores – a Norte ou a Sul seria idêntico – totalmente impossíveis de aceitar.
Lamento repeti-lo, pois é o meu Povo e o meu Pais, mas somos pequenos num pais pequeno.
Tenho a certeza de que exemplos e situações semelhantes não vos faltarão, infelizmente claro está.