“Este orçamento abriga Portugal e dá segurança às empresas e às famílias.”
(José Sócrates, sobre a discussão do orçamento com o PSD)
Se temos mesmo de aguentar as medidas esmagadoras que aí vêm para deixar-nos a todos – famílias e empresas – praticamente agonizantes, não poderíamos ao menos ser poupados ao descaramento deste arrogante irresponsável, que ajudou em grande medida a que chegássemos a esta tristíssima situação? Será que ainda temos de ser gozados a este ponto? Será que aguentamos tudo??

Não acredito que o homem não sofra de um qualquer distúrbio químico. Ou então engole uma dose diária de ecstasy. Tanto alheamento não é deste mundo.
Também acho, Chloé. Mas então devia ser internado, para não fazer mais estragos e não humilhar ainda mais quem já ajudou a enterrar.
Essa mantinha tão rasgada
por quem se julga um valentão
é a marca empertigada
desta calamitosa gestão.
Com o povo desabrigado,
de tantas e tantas asneiras,
acaba por ser fustigado
por gente cheia de peneiras.
É mais um caso inquietante
de quem segue um rumo manhoso,
com esse discurso diletante
teremos um porvir espinhoso…
A mantinha protectora de Sócrates não passa de um cartão velho, José Brás. Somos hoje, e muito graças a esta inacreditável figura, um país de sem-abrigos.
Mais tarde, havemos de olhar para este período que hoje vivemos como uma época de pesadelo. Com o pior primeiro-ministro de que há memória.
Pergunto-me quando poderemos olhar para trás com alguma tranquilidade e conforto, Pedro. E quando é que este pesadelo será “passado”.
“Se cá nevasse…”
Curiosidade sociológica: quando perder as eleições, que emprego será destinado a este Excelência?
Ficará deputado, por não servir para mais nada?
Um cargo internacional de ‘prestígio’, como os inúteis cá dentro mas de ‘sucesso’ lá fora, citados ontem por MedinaC?
Haturemose-o.
A bem do Regime.
Voto num cargo internacional, de prestígio ou não.
Pelo menos sai-nos do alcance da vista.
A bem da nossa sanidade mental.