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RIO CÔA
Nascente: entre as Serras da Malcata e da Gata, em Fóios, concelho do Sabugal
Foz: Rio Douro, perto de Vila Nova de Foz Côa
Afluentes: Rios Noéme e Diz
Extensão: cerca de 135 km
«Nem versos faço. Para quê? Poema é toda a página aberta diante de mim, caligrafada de esperança e de calma.»
Miguel Torga, Portugal

Magníficos postais, Pedro!
Ainda bem que está a gostar, Sarin. Prometo continuar.
O País tem muitos rios, será tarefa longeva mas aprazível 🙂
Identificação dos locais, quando possível, seria serviço público – ou então concurso 😉
Identificação dos locais, deixarei a cargo dos leitores. Para se manter um canal acrescido de comunicação.
Também é uma boa prática, sim… mas eu ando cansadita, queria a papinha feita
O País tem muitos rios
Para já o Pedro já omitiu na série um rio que me diz muito, o Cértima…
É natural que tenha omitido. Só dos onde vivi faltam Lena, Lis, Baça, Alcoa… e o Degebe 🙂
O Pedro anda muito omisso! Para já estão n-(7+11) porque os afluentes contam… se não me enganei a contar os afluentes :s
O Cértima é mencionado no postal #1.
Gosto muito da primeira fotografia, Pedro, pela fotografia em si e pelo que transmite; tranquilidade…sossego!
Boa continuação “por estes rios acima”!!
Vamos continuar a navegar nos nossos rios ao longo de Julho, Té.
OK 🙂
Continuarei a navegar com o DO!…é muito mais fácil desta maneira…palavra de honra! 🙂
Fiz uma única descida de rio, em kayak rígido, aliás a minha foto de perfil no blogger, é prova disso – para nunca mais me esquecer – dessa aventura radical!!
Que bonito, tudo.
Espero que esta série funcione como incentivo para todos conhecermos (ainda) melhor os nossos rios, Bea.
Obrigada. A mim serve a carapuça:). Conheço poucos e mal. Não lhes criei o amor que traz a convivência, o hábito de vê-los também talha o olhar, molda-o.
O Côa serpenteia por caminhos mais áridos.
A paisagem preferida de Miguel Torga. Escolhida para retratar as vidas simples nos seus Contos da Montanha. 🙂
Belíssimo livro, a que regresso sempre com prazer renovado.