Se for para ser mesmo liberal é nesse que eu voto. Se for para amparar os golpes a banqueiros, ppp e àquela gente gananciosa que vive na linha de sombra entre o público e o privado então vão para o raio que os parta. Liberais cobardolas de meia-tijela não servem para nada, é mais da mesma canalha.
Já porventura pensaste que a razão de sentires-te a merda que julgas ser, com, ou sem razão, se deva ao demérito próprio e não à “sabotagem” dos outros? É só um exercício que te proponho, não leves a mal. Vê bem , quando falho não olho para o lado à procura de uma razão. Olho para o espelho e tento da próxima vez superar-me. Já me deixei dessas imbecilidades da juventude , em arranjar sempre desculpas para as minhas faltas de razão.
Meu caro , o desemprego é uma oportunidade. Não desânime, segundo o credo “liberal” toda a destruição empresarial é criativa. Dela nascerão sempre outras empresas mais bem adaptadas ao mercado. São as leis naturais da moderna ciência económica que, a bem do progresso, não devem ser contrariadas. Decerto compreenderá, sem mágoa. Espero ainda que não esteja a receber nenhum tipo de apoio social pois, como nos dizem os “liberais” , o subsídio de desemprego desvirtua o mercado , tornando os desempregados pouco activos na procura de emprego e desajustando a “natural” oferta salarial, como o faz, aliás, a existência de um salário mínimo nacional.
O “Liberalismo” é um esplendor de humanismo.
E já não falo nos Serviços Públicos de Saúde e Educação, que sendo tendencialmente gratuitos tornam os cidadãos pouco ambiciosos, porque pouco receosos das consequências que uma não obrigatoriedade ,dos ditos serviços, acarreteria. Afinal, não existe melhor estímulo à produtividade que o espectro iminente da desgraça.
E os impostos pá ? afinal são para quê? Argumenta com justificação e com base na realidade, pois parece-me haver aí alguma confusão sobre o que é um país democrático sujeito ao estado de direito e com liberdade para todos. Espero ainda viver num país em que os deputados eleitos representam os seus eleitores e que o mandato do voto seja para cumprir a lei e o programa de governação sujeito a eleições. Ou não é assim? Os governantes executivos escolhidos não passam a exercer o poder segundo a sua única vontade, pois senão estaríamos sujeitos a uma ditadura individual ou de grupo. É contra esta possibilidade que eu me insurjo todos os dias, pois me parece que isso está a tentar ser feito, mais uma vez o digo sem pejo das palavras, por este bando de gatunos que assaltaram o poder, provavelmente por não saberem ou não qurerem viver em democracia plena.
É exactamente como antecipaste: estou a pagar outro curso com os meus biscates e não tenho apoios de espécie nenhuma, ao contrário da ciganada criminosa e dos milhares de indolentes que vocês andam a importar e a deixar entrar para tirar trabalho aos que são de cá — gente que nunca vai devolver nada a não ser acusações de desigualdade, a cantiga que alimenta uma corja de políticos privilegiados que em vez de trabalharem desenvolver o país fazem das causas e da acrimónia a linguagem da sua própria actividade. E passam-se anos, perdem-se gerações, as pessoas desistem, e vocês preocupados com o Bush, o Iraque, as fotocópias do Paulo Portas, as opções sexuais e a maldade inerente ao cristianismo. VSF.
E não há pachorra para gajos como tu, com essas insinuações e ironias de merda.
Tem piada ver uns simples de espírito que pelo trajectos pessoal, profissional, idade, ou apelido, terem grandes possibilidades de cairem em situações de extrema carência, serem contra qualquer tipo de apoio estatal. Que não se dão conta (alinhando com aqueles), que a oposição dos “capitalistas liberais” ao Estado Social relaciona-se com ser a aflição da carestia o maior factor de produtividade. A ameaça de não ter quaisquer direitos é o pau maior da máxima produção.
Estou-me a lixar para o Bush e as causas fracturantes. Preocupa-me quem como tu é lançado na rua como uma mão à frente e outra atrás. Preocupam-me os “professores” que são “obrigados” a aceitarem colocações, precárias, a centenas de quilómetros de casa, muitas vezes sem terem qualquer apoio familiar para os filhos. Preocupam-me os velhos com pensões rurais vergonhosas e uma vida inteira de trabalhos. Preocupa-me os que são obrigados a fazer escolhas na farmácia….Preocupam-me os jovens que não terão uma carreira contributiva para um dia terem um descanso, quer por desemprego, quer por precariedade laboral – dizem-nos que a segurança laboral é privilégio. Que torna preguiçoso quem trabalha. Por isso sou a favor da Social Democracia e de um Estado Social.
“Tem piada ver uns simples de espírito que pelos trajectos pessoal, profissional, idade, ou apelido, terão grandes possibilidades de cairem em situações de extrema carência….”
Em primeiro lugar, simples de espírito é a tua tia.
Em segundo, eu nunca disse que era contra o Estado Social em termos de saúde tendencialmente gratuita e de um sistema de pensões. Inclusivamente sou partidário do rendimento universal, que me parece uma boa ideia (desde que não venha com apresentações periódicas e paternalismos de qualquer ordem) porque põe dinheiro nas mãos das pessoas que são livres de fazer com ele o que bem entenderem.
Sou é contra excesso de um Estado que suga 50% ou mais dos rendimentos em impostos e não contente com isso ainda procura perverter as dinâmicas do sector privado (mais despedimentos também significa mais postos de trabalho disponíveis a não ser quando as empresas fecham porque estão demasiado endividadas e o Estado destruiu todos os sectores económicos para construir um país dependente de subsídios — que eles gerem retendo 50-70% nas unidades de gestão e fazendo daí um Orçamento de Estado OCULTO).
O sítio onde eu trabalha durou foi tempo demais, porque vivia de subsídios e o trabalho dos directores era aumentar o ordenado dele e cortar no dos funcionários. Como é que durou tanto tempo a funcionar mal? Porque o dinheiro que entrava estava garantido pelo Estado — era só distribuir. Se o dinheiro fosse ganho ali, directamente da forma de trabalhar ou funcionava bem ou teria fechado muito antes e para benefício para todos nós que nos teríamos libertado mais cedo de um buraco sem futuro onde perdemos duas décadas que podiam ter sido mais felizes. Acredita nisto: o garantidismo permite que os verdadeiros filhos da puta sobrevivam mais tempo.
Tu pensas que um Estado forte te protege da gente de que tu e eu odiamos, mas é ao contrário. Essa gente sobrevive MUITO MAS MUITO mais tempo a coberto da política, dos advogados sem ética nenhuma e de um sistema judicial que é uma anedota. Têm tudo garantido, pá, só precisam de ser os chefes.
Simples de espírito… Vê lá onde estamos nós com o regime que tu defendes de forma arrogante e acéfala.
Belo Título, sim senhor.
Um partido, ou alguém, que se sujeite a ter a agenda marcada por Santana Lopes, reduz-se a uma insignificância tão pequenina que nem a física nuclear ainda lá chegou.
Pelo menos não é anónimo nem irá de férias quando chover. Não desprezes um teu concidadão para não seres também tu desprezado Antes Santana Lopes que este bando de gatunos, onde se inclui o bloco de esquerda. O partido comunista também quer do mesmo, mas o problema são as companhias. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
Deixe-se de moralismos. Se Santana foder um novo partido e se nele lhe apetecer votar, vote. Eu voto BE. Depois logo veremos. Garanto-lhe que sou tanto ou mais que o Alexandre Só Ares.
Basta Rui Rio proclamar, digo proclamar e nada mais, o interesse nacional, para toda essa cambada fugir dele como o diabo da cruz. Interesse nacional? O que é isso?! João de Brito
O interesse nacional “proclamado” por Rui Rio coincide com o interesse do PS em perpetuar-se no poder. Não é para isso que um partido da oposição serve. Sobretudo um partido que ainda é o maior da oposição.
Decididamente uma guerra intestina, entre galos e garnizés daquela capoeira. Chamam a isto democracia política. “Lixarem-se” uns aos outros. O pior é que depois saiem do galinheiro e vêm cá para fora cheios de maus hábitos.
Valha-nos o sossego das ditaduras, sem “guerras intestinas” nos partidos, aliás inexistentes. Como na China, onde o mesmo partido governa em regime absoluto desde 1949. Ou Cuba, onde o mesmo partido manda em tudo desde 1959.
Valha-nos o sossego das ditaduras, sem “guerras intestinas” no multipartidarismo, aliás inexistente. Como na China, onde os comunistas governam em regime absoluto desde 1949. Ou na Coreia do Norte, submetida com punho de ferro à dinastia Kim, no trono desde 1948. Ou Cuba, onde a mesma família impõe a vontade aos súbditos desde 1959.
Tu como intolerante e opressor de quem tem ideias diferentes das tuas além de fazeres negócios todos os dias com as multinacionais “grandes grupos económicos” que odeias também deverias dar a mão ao PSD…pensa neles como um partido desfavorecido… Talvez consigas negócios daqueles que existem por o Estado ser Socialista.
Meu caro, Luck! As Corporações Multinacionais e o Monstro Socialista estão para Além do Bem e do Mal do Mercado. Eu sou pelas pequenas empresas, os dínamos das virtudes capitalistas.
“Santana Lopes sai do PSD e prepara-se para formar um novo partido liberal.” . mais liberalismo !!!??? entregar a TAP aos Envagélicos…Entregar as Comunicações aos Israelitas…Entregar a Energia aos Chineses…Entregar a Banca aos Espanhóis…Entregar o Futebol aos Mohâmede..Entregar o Lisboa aos Turistas excepto a região do Martim Moniz que está entregue aos refugiados de Allah…
O Pedro Correia a citar um ex-jota de que nunca mais se ouviu falar desde os tempos de Cavaco Silva e um ex-líder (ex-tudo). De facto os tempos estão cada vez mais difíceis para a corte do anterior líder. A minoria de pseudo-liberais que sequestrou o PSD ainda não começou a ser varrida e já estão de calças na mão. Os militantes do PSD é que os toparam logo com aquela “falsa” candidatura do menino guerreiro. Já agora ao que sei a informação do observador está incorrecta, o 1º a anunciar ser candidato em novo congresso foi o deputado Luis Montenegro. No fundo no fundo o Pedro Correia sabe que será desmentido pela realidade e será mais um derrota das suas ideias / teses que defende a juntar a algumas outras bem recentes tanto no plano nacional como internacional.
Pensava eu que Rio não tinha um só apoiante. Afinal enganei-me: existe o recém-despertado WW – hibernado há tantas décadas que nunca tinha ouvido falar no director de campanha do actual Presidente da República. Eis uma boa notícia para o PS: WW é incondicional de Rio, o “líder” que corre para vice de Costa e luta para tornar o PSD num apêndice do PS. Fará toda a diferença na próxima sondagem.
O problema do Pedro Correia e dos outros infelizmente não é com o PS mas sim com Rui Rio que é um homem vertical. O PS fará sempre tudo para sobreviver tanto á esquerda como á direita. O BE e o PCP deram-lhe a mão pois sabiam a situação calamitosa em que ficariam e os seus apoiantes caso Passos tivesse governado como deveria (na minha opinião), ora o PS nunca esteve tão perto de ser partido ao meio como deveria ter acontecido para bem de Portugal, pode ser que seja na próxima. Rui Rio tem todas as condições de vencer em 2019 e isso é que instila medo na clique que ainda controla parte do PSD e nos deputados que irão ser corridos quase sem excepção. Oxalá Rui Rio contínue a interpretar correctamente os anseios dos Portugueses e verifique que no plano externo o jogo mudou e que não será mais possível contar com uma UE em desagregação acelerada.
Anotei esta sua frase no meu arquivo de previsões feitas pelos leitores do Delito: «Rui Rio tem todas as condições de vencer em 2019.» Para mais tarde recordar.
É mesmo do que ele precisa. De muito betadine e do “apoio” de anónimos.
Os cães ladram e a caravana passa.
É preciso lembrar que Rui Rio foi eleito líder do PSD pela maioria dos militantes desse partido. Quer o tivessem querido, quer não, a maioria dos militantes destacados do PSD.
Caro Pedro Correia
Boa tarde.
Por este rio abaixo…….tipo fisga do Ermelo, Pulo do Lobo, ou Niagara?
Bom fim‑de‑semana.
António Cabral
Acho que ele não chega a nenhuma cascata. Vai secar entretanto.
Talvez não tanto, António Maria. Sobrarão umas gotas para encher um frasquinho de soro “riológico”.
Se for para ser mesmo liberal é nesse que eu voto. Se for para amparar os golpes a banqueiros, ppp e àquela gente gananciosa que vive na linha de sombra entre o público e o privado então vão para o raio que os parta. Liberais cobardolas de meia-tijela não servem para nada, é mais da mesma canalha.
Comércio ou Muerte.
Já porventura pensaste que a razão de sentires-te a merda que julgas ser, com, ou sem razão, se deva ao demérito próprio e não à “sabotagem” dos outros? É só um exercício que te proponho, não leves a mal. Vê bem , quando falho não olho para o lado à procura de uma razão. Olho para o espelho e tento da próxima vez superar-me. Já me deixei dessas imbecilidades da juventude , em arranjar sempre desculpas para as minhas faltas de razão.
Ass: Pedro.
PS:Trabalhas no quê, meu “ganda” liberal?
Não estou a trabalhar desde que fecharam o sítio onde trabalhava. Deve ser disso, do demérito próprio.
Meu caro , o desemprego é uma oportunidade. Não desânime, segundo o credo “liberal” toda a destruição empresarial é criativa. Dela nascerão sempre outras empresas mais bem adaptadas ao mercado. São as leis naturais da moderna ciência económica que, a bem do progresso, não devem ser contrariadas. Decerto compreenderá, sem mágoa.
Espero ainda que não esteja a receber nenhum tipo de apoio social pois, como nos dizem os “liberais” , o subsídio de desemprego desvirtua o mercado , tornando os desempregados pouco activos na procura de emprego e desajustando a “natural” oferta salarial, como o faz, aliás, a existência de um salário mínimo nacional.
O “Liberalismo” é um esplendor de humanismo.
E já não falo nos Serviços Públicos de Saúde e Educação, que sendo tendencialmente gratuitos tornam os cidadãos pouco ambiciosos, porque pouco receosos das consequências que uma não obrigatoriedade ,dos ditos serviços, acarreteria. Afinal, não existe melhor estímulo à produtividade que o espectro iminente da desgraça.
“O medo é o mais importante factor de produção “.
E os impostos pá ? afinal são para quê?
Argumenta com justificação e com base na realidade, pois parece-me haver aí alguma confusão sobre o que é um país democrático sujeito ao estado de direito e com liberdade para todos.
Espero ainda viver num país em que os deputados eleitos representam os seus eleitores e que o mandato do voto seja para cumprir a lei e o programa de governação sujeito a eleições.
Ou não é assim?
Os governantes executivos escolhidos não passam a exercer o poder segundo a sua única vontade, pois senão estaríamos sujeitos a uma ditadura individual ou de grupo. É contra esta possibilidade que eu me insurjo todos os dias, pois me parece que isso está a tentar ser feito, mais uma vez o digo sem pejo das palavras, por este bando de gatunos que assaltaram o poder, provavelmente por não saberem ou não qurerem viver em democracia plena.
É exactamente como antecipaste: estou a pagar outro curso com os meus biscates e não tenho apoios de espécie nenhuma, ao contrário da ciganada criminosa e dos milhares de indolentes que vocês andam a importar e a deixar entrar para tirar trabalho aos que são de cá — gente que nunca vai devolver nada a não ser acusações de desigualdade, a cantiga que alimenta uma corja de políticos privilegiados que em vez de trabalharem desenvolver o país fazem das causas e da acrimónia a linguagem da sua própria actividade. E passam-se anos, perdem-se gerações, as pessoas desistem, e vocês preocupados com o Bush, o Iraque, as fotocópias do Paulo Portas, as opções sexuais e a maldade inerente ao cristianismo. VSF.
E não há pachorra para gajos como tu, com essas insinuações e ironias de merda.
Tem piada ver uns simples de espírito que pelo trajectos pessoal, profissional, idade, ou apelido, terem grandes possibilidades de cairem em situações de extrema carência, serem contra qualquer tipo de apoio estatal. Que não se dão conta (alinhando com aqueles), que a oposição dos “capitalistas liberais” ao Estado Social relaciona-se com ser a aflição da carestia o maior factor de produtividade. A ameaça de não ter quaisquer direitos é o pau maior da máxima produção.
Estou-me a lixar para o Bush e as causas fracturantes. Preocupa-me quem como tu é lançado na rua como uma mão à frente e outra atrás. Preocupam-me os “professores” que são “obrigados” a aceitarem colocações, precárias, a centenas de quilómetros de casa, muitas vezes sem terem qualquer apoio familiar para os filhos. Preocupam-me os velhos com pensões rurais vergonhosas e uma vida inteira de trabalhos. Preocupa-me os que são obrigados a fazer escolhas na farmácia….Preocupam-me os jovens que não terão uma carreira contributiva para um dia terem um descanso, quer por desemprego, quer por precariedade laboral – dizem-nos que a segurança laboral é privilégio. Que torna preguiçoso quem trabalha.
Por isso sou a favor da Social Democracia e de um Estado Social.
“Tem piada ver uns simples de espírito que pelos trajectos pessoal, profissional, idade, ou apelido, terão grandes possibilidades de cairem em situações de extrema carência….”
Em primeiro lugar, simples de espírito é a tua tia.
Em segundo, eu nunca disse que era contra o Estado Social em termos de saúde tendencialmente gratuita e de um sistema de pensões. Inclusivamente sou partidário do rendimento universal, que me parece uma boa ideia (desde que não venha com apresentações periódicas e paternalismos de qualquer ordem) porque põe dinheiro nas mãos das pessoas que são livres de fazer com ele o que bem entenderem.
Sou é contra excesso de um Estado que suga 50% ou mais dos rendimentos em impostos e não contente com isso ainda procura perverter as dinâmicas do sector privado (mais despedimentos também significa mais postos de trabalho disponíveis a não ser quando as empresas fecham porque estão demasiado endividadas e o Estado destruiu todos os sectores económicos para construir um país dependente de subsídios — que eles gerem retendo 50-70% nas unidades de gestão e fazendo daí um Orçamento de Estado OCULTO).
O sítio onde eu trabalha durou foi tempo demais, porque vivia de subsídios e o trabalho dos directores era aumentar o ordenado dele e cortar no dos funcionários. Como é que durou tanto tempo a funcionar mal? Porque o dinheiro que entrava estava garantido pelo Estado — era só distribuir. Se o dinheiro fosse ganho ali, directamente da forma de trabalhar ou funcionava bem ou teria fechado muito antes e para benefício para todos nós que nos teríamos libertado mais cedo de um buraco sem futuro onde perdemos duas décadas que podiam ter sido mais felizes. Acredita nisto: o garantidismo permite que os verdadeiros filhos da puta sobrevivam mais tempo.
Tu pensas que um Estado forte te protege da gente de que tu e eu odiamos, mas é ao contrário. Essa gente sobrevive MUITO MAS MUITO mais tempo a coberto da política, dos advogados sem ética nenhuma e de um sistema judicial que é uma anedota. Têm tudo garantido, pá, só precisam de ser os chefes.
Simples de espírito… Vê lá onde estamos nós com o regime que tu defendes de forma arrogante e acéfala.
Belo Título, sim senhor.
Um partido, ou alguém, que se sujeite a ter a agenda marcada por Santana Lopes, reduz-se a uma insignificância tão pequenina que nem a física nuclear ainda lá chegou.
Espero que se deem conta antes de desaparecerem.
Pelo menos não é anónimo nem irá de férias quando chover.
Não desprezes um teu concidadão para não seres também tu desprezado
Antes Santana Lopes que este bando de gatunos, onde se inclui o bloco de esquerda.
O partido comunista também quer do mesmo, mas o problema são as companhias. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
Deixe-se de moralismos. Se Santana foder um novo partido e se nele lhe apetecer votar, vote. Eu voto BE. Depois logo veremos. Garanto-lhe que sou tanto ou mais que o Alexandre Só Ares.
Basta Rui Rio proclamar, digo proclamar e nada mais, o interesse nacional, para toda essa cambada fugir dele como o diabo da cruz.
Interesse nacional?
O que é isso?!
João de Brito
O interesse nacional “proclamado” por Rui Rio coincide com o interesse do PS em perpetuar-se no poder.
Não é para isso que um partido da oposição serve. Sobretudo um partido que ainda é o maior da oposição.
Não sendo nele que nasceu o grande charco até pode acontecer que este Rio também não vá lá desaguar.
Rio conduz o PSD a mero afluente do PS. Incapaz de desaguar num oceano: só em água doce.
Decididamente uma guerra intestina, entre galos e garnizés daquela capoeira.
Chamam a isto democracia política. “Lixarem-se” uns aos outros.
O pior é que depois saiem do galinheiro e vêm cá para fora cheios de maus hábitos.
Valha-nos o sossego das ditaduras, sem “guerras intestinas” nos partidos, aliás inexistentes. Como na China, onde o mesmo partido governa em regime absoluto desde 1949. Ou Cuba, onde o mesmo partido manda em tudo desde 1959.
Valha-nos o sossego das ditaduras, sem “guerras intestinas” no multipartidarismo, aliás inexistente. Como na China, onde os comunistas governam em regime absoluto desde 1949. Ou na Coreia do Norte, submetida com punho de ferro à dinastia Kim, no trono desde 1948. Ou Cuba, onde a mesma família impõe a vontade aos súbditos desde 1959.
Os socialistas de direita andam outra vez às turras…
À ganda Luck!! Estou de acordo consigo….dê-me lá essa mão. …Já agora , sabe o que é um kettlebell ?
Dar a mão?
Tu como intolerante e opressor de quem tem ideias diferentes das tuas além de fazeres negócios todos os dias com as multinacionais “grandes grupos económicos” que odeias também deverias dar a mão ao PSD…pensa neles como um partido desfavorecido…
Talvez consigas negócios daqueles que existem por o Estado ser Socialista.
Não abusem de amabilidades nesta caixa de comentários. Não confundam este blogue com o Tinder.
Meu caro, Luck! As Corporações Multinacionais e o Monstro Socialista estão para Além do Bem e do Mal do Mercado. Eu sou pelas pequenas empresas, os dínamos das virtudes capitalistas.
“Santana Lopes sai do PSD e prepara-se para formar um novo partido liberal.”
.
mais liberalismo !!!??? entregar a TAP aos Envagélicos…Entregar as Comunicações aos Israelitas…Entregar a Energia aos Chineses…Entregar a Banca aos Espanhóis…Entregar o Futebol aos Mohâmede..Entregar o Lisboa aos Turistas excepto a região do Martim Moniz que está entregue aos refugiados de Allah…
Ah, virtuoso monge de Santa Comba, onde foste tu? Agora que tanto de ti precisávamos para combater esta escória “liberal”…
O Pedro Correia a citar um ex-jota de que nunca mais se ouviu falar desde os tempos de Cavaco Silva e um ex-líder (ex-tudo).
De facto os tempos estão cada vez mais difíceis para a corte do anterior líder.
A minoria de pseudo-liberais que sequestrou o PSD ainda não começou a ser varrida e já estão de calças na mão. Os militantes do PSD é que os toparam logo com aquela “falsa” candidatura do menino guerreiro.
Já agora ao que sei a informação do observador está incorrecta, o 1º a anunciar ser candidato em novo congresso foi o deputado Luis Montenegro.
No fundo no fundo o Pedro Correia sabe que será desmentido pela realidade e será mais um derrota das suas ideias / teses que defende a juntar a algumas outras bem recentes tanto no plano nacional como internacional.
WW
Pensava eu que Rio não tinha um só apoiante. Afinal enganei-me: existe o recém-despertado WW – hibernado há tantas décadas que nunca tinha ouvido falar no director de campanha do actual Presidente da República.
Eis uma boa notícia para o PS: WW é incondicional de Rio, o “líder” que corre para vice de Costa e luta para tornar o PSD num apêndice do PS. Fará toda a diferença na próxima sondagem.
O problema do Pedro Correia e dos outros infelizmente não é com o PS mas sim com Rui Rio que é um homem vertical. O PS fará sempre tudo para sobreviver tanto á esquerda como á direita. O BE e o PCP deram-lhe a mão pois sabiam a situação calamitosa em que ficariam e os seus apoiantes caso Passos tivesse governado como deveria (na minha opinião), ora o PS nunca esteve tão perto de ser partido ao meio como deveria ter acontecido para bem de Portugal, pode ser que seja na próxima.
Rui Rio tem todas as condições de vencer em 2019 e isso é que instila medo na clique que ainda controla parte do PSD e nos deputados que irão ser corridos quase sem excepção. Oxalá Rui Rio contínue a interpretar correctamente os anseios dos Portugueses e verifique que no plano externo o jogo mudou e que não será mais possível contar com uma UE em desagregação acelerada.
WW
Anotei esta sua frase no meu arquivo de previsões feitas pelos leitores do Delito:
«Rui Rio tem todas as condições de vencer em 2019.»
Para mais tarde recordar.
Só para o contrariar hei-de votar Rio.
Terá o meu voto!
É mesmo do que ele precisa. De muito betadine e do “apoio” de anónimos.
Os cães ladram e a caravana passa.
É preciso lembrar que Rui Rio foi eleito líder do PSD pela maioria dos militantes desse partido. Quer o tivessem querido, quer não, a maioria dos militantes destacados do PSD.
Os militantes do PSD que criticam Rio são “cães”?
Nem eles são cães nem um Rio é uma caravana…