Para sem franco… devo confessar que não compreendo o sentido deste post. Antes de mais, porque não “casa a bota, com a perdigota”, isto porque, se a Rua Coronel Ribeiro Viana se situa em Lisboa, como é que a alusão política se localiza na parede?! E depois… juventude comunista na linha?! Hmmm… Não me parece. O pessoal comuna é mais prás bandas de Almada, Cova da Piedade, Laranjeiro, Xabregas, Poço do Bispo e pós lados da Soeiro Pereira Gomes.
Este pode ser recente, embora pelo aspecto já deva ter alguns anos, será de certeza posterior a 1979, que foi o ano da criação da JCP pela fusão da UEC e da UJC, num congresso na Tapadinha, em finais do ano, presidido pela grande Líder Zita Seabra, onde eu tive uma honrosa participação no apoio logístico, na duplicação de comunicados na duplicadora de Stencil, e respectiva distribuição.
Foice e bem, pelos vistos não era ali o lugar dela, basta ver quem é que deu voltas de 180º em relação a posições que defendeu de um e de outro lado da bancada. Alguns que sairam deixaram-me saudades, não foi o caso dela 🙂
Fica o ‘recuerdo’. Na parede.
Deviam escrever estas coisas nas paredes dos ‘centros de trabalho’.
Para sem franco… devo confessar que não compreendo o sentido deste post.
Antes de mais, porque não “casa a bota, com a perdigota”, isto porque, se a Rua Coronel Ribeiro Viana
se situa em Lisboa, como é que a alusão política se localiza na parede?!
E depois… juventude comunista na linha?!
Hmmm…
Não me parece. O pessoal comuna é mais prás bandas de Almada, Cova da Piedade, Laranjeiro, Xabregas, Poço do Bispo e pós lados da Soeiro Pereira Gomes.
Na Soeiro Pereira Gomes a propaganda comunista seria redundante, Bartolomeu. Acho eu.
Tem razão, Pedro Correia “Santos ao pé da porta, não fazem milagres”…
Junto à sede da Soeiro, segundo me garantem, as paredes estão limpas.
Este pode ser recente, embora pelo aspecto já deva ter alguns anos, será de certeza posterior a 1979, que foi o ano da criação da JCP pela fusão da UEC e da UJC, num congresso na Tapadinha, em finais do ano, presidido pela grande Líder Zita Seabra, onde eu tive uma honrosa participação no apoio logístico, na duplicação de comunicados na duplicadora de Stencil, e respectiva distribuição.
Também já me parece uma inscrição algo antiga. Pode ter até sido feita pela própria Zita Seabra. Nessa hipótese, além de antiga, é histórica.
Seria histórica, porque seria dos poucos escritos dela sem erros históricos, ou será estóricos ?
Era uma das estrelas do PCP. Mas foice…
Foice e bem, pelos vistos não era ali o lugar dela, basta ver quem é que deu voltas de 180º em relação a posições que defendeu de um e de outro lado da bancada. Alguns que sairam deixaram-me saudades, não foi o caso dela 🙂
Fica o ‘recuerdo’. Na parede.
Deviam escrever estas coisas nas paredes dos ‘centros de trabalho’.
E depois como é que eu fazia esta série, Levy?