Política na parede


Pedro Correia,

 

Lisboa, Rua Correia Teles

4 comentários em “Política na parede”

  1. Não intrepreto este mural como um slogan político.
    Para mim, ele foi escrito por um padre, e é um claro apelo à não-violência, neste caso, no conteudos dos cantos alentejanos.
    É que, não sei se o Caro Pedro tem conhecimento, mas já andavam praí uns tipos a querer levantar o tradicional cantochão alentejano.
    Ora bem, em nome da etnografia e da tradição, não podemos permitir que se prevertam valores ancestrais que são anteriores aos nossos avós… vêem prái… já dos nossos primos… ou tios.
    Eu sou de opinião que a tradição deve ser mantida, em nome do, do, do aumento d natalidade!
    Eu sei perfeitamente que um filho também pode ser feito de pé… quer dizer… o início da função. Mas se for no chão as probabilidades da permeabilidade do espermatozoide no útero aumentam exponencialmente.
    É uma questão de física, meu amigo. De pé, o girino terá de lutar mais afincadamente para vencer a força da gravidade e conseguir atingir as paredes uterinas, principalmente se o “canhão” que o arremessar for de reduzidas dimensões.
    Por esta ordem de princípios, será lógico inferirmos que no chão, as probabilidades de êxito aumentam, mas! Se houver possibilidade de transformar a posição do receptáculo, colocando-o de cabeça para baixo… pfiuuuu isso então, meu amigo, é tiro-e-queda, literalmente falando. Nem é preciso empurra-lo… vai direitinho ao sítio… sempre a direito, como quem vai para Torres!

    1. Esta frase carece hoje de enquadramento histórico, caso contrário quase ninguém a compreende. Tão antiga como o prédio decrépito a ameaçar ruína – um entre milhares de outros nesta cidade tão maltratada.

  2. Eu acho que uma boa medida, era saber qual o tipo de tinta que foi usado no slogan e pintar o prédio todo com ela. Conclui-se que é bem mais resistente que aquela aplicada nas paredes…

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