Não intrepreto este mural como um slogan político. Para mim, ele foi escrito por um padre, e é um claro apelo à não-violência, neste caso, no conteudos dos cantos alentejanos. É que, não sei se o Caro Pedro tem conhecimento, mas já andavam praí uns tipos a querer levantar o tradicional cantochão alentejano. Ora bem, em nome da etnografia e da tradição, não podemos permitir que se prevertam valores ancestrais que são anteriores aos nossos avós… vêem prái… já dos nossos primos… ou tios. Eu sou de opinião que a tradição deve ser mantida, em nome do, do, do aumento d natalidade! Eu sei perfeitamente que um filho também pode ser feito de pé… quer dizer… o início da função. Mas se for no chão as probabilidades da permeabilidade do espermatozoide no útero aumentam exponencialmente. É uma questão de física, meu amigo. De pé, o girino terá de lutar mais afincadamente para vencer a força da gravidade e conseguir atingir as paredes uterinas, principalmente se o “canhão” que o arremessar for de reduzidas dimensões. Por esta ordem de princípios, será lógico inferirmos que no chão, as probabilidades de êxito aumentam, mas! Se houver possibilidade de transformar a posição do receptáculo, colocando-o de cabeça para baixo… pfiuuuu isso então, meu amigo, é tiro-e-queda, literalmente falando. Nem é preciso empurra-lo… vai direitinho ao sítio… sempre a direito, como quem vai para Torres!
Esta frase carece hoje de enquadramento histórico, caso contrário quase ninguém a compreende. Tão antiga como o prédio decrépito a ameaçar ruína – um entre milhares de outros nesta cidade tão maltratada.
Eu acho que uma boa medida, era saber qual o tipo de tinta que foi usado no slogan e pintar o prédio todo com ela. Conclui-se que é bem mais resistente que aquela aplicada nas paredes…
Não intrepreto este mural como um slogan político.
Para mim, ele foi escrito por um padre, e é um claro apelo à não-violência, neste caso, no conteudos dos cantos alentejanos.
É que, não sei se o Caro Pedro tem conhecimento, mas já andavam praí uns tipos a querer levantar o tradicional cantochão alentejano.
Ora bem, em nome da etnografia e da tradição, não podemos permitir que se prevertam valores ancestrais que são anteriores aos nossos avós… vêem prái… já dos nossos primos… ou tios.
Eu sou de opinião que a tradição deve ser mantida, em nome do, do, do aumento d natalidade!
Eu sei perfeitamente que um filho também pode ser feito de pé… quer dizer… o início da função. Mas se for no chão as probabilidades da permeabilidade do espermatozoide no útero aumentam exponencialmente.
É uma questão de física, meu amigo. De pé, o girino terá de lutar mais afincadamente para vencer a força da gravidade e conseguir atingir as paredes uterinas, principalmente se o “canhão” que o arremessar for de reduzidas dimensões.
Por esta ordem de princípios, será lógico inferirmos que no chão, as probabilidades de êxito aumentam, mas! Se houver possibilidade de transformar a posição do receptáculo, colocando-o de cabeça para baixo… pfiuuuu isso então, meu amigo, é tiro-e-queda, literalmente falando. Nem é preciso empurra-lo… vai direitinho ao sítio… sempre a direito, como quem vai para Torres!
Esta frase carece hoje de enquadramento histórico, caso contrário quase ninguém a compreende. Tão antiga como o prédio decrépito a ameaçar ruína – um entre milhares de outros nesta cidade tão maltratada.
Eu acho que uma boa medida, era saber qual o tipo de tinta que foi usado no slogan e pintar o prédio todo com ela. Conclui-se que é bem mais resistente que aquela aplicada nas paredes…
Pintado a ‘spray’, era capaz de não ficar mal. Pior do que está agora só mesmo se vier abaixo.