44 comentários em “Podemos chamar xenófobo a Lula?”
Acho bem. Eles ficam lá e nós ficamos cá. Sugiro também que se acabe com a CPLP, o Brasil passa a falar e a escrever brasileiro — e libertam a língua portuguesa daquele dialecto tropical para analfabetos.
Não sou xenófobo. Se vieram para cá holandeses, suecos ou ucranianos não me queixo.
Mas se vierem para cá ratos de porão do calibre de Lula da Silva, e os imbecis que governam isto cá começarem a mudar a nossa língua para acomodar estes trapaceiros, vou estar sempre a refilar.
Lula tirou milhões de brasileiros da pobreza. Lula enfrentou os interesses instalados de tal forma que tiveram que inventar acusações para o prender só para serem obrigados a libertá-lo logo a seguir às eleições. Entretanto o povo brasileiro pagou bem caro essa ingerência do poder judicial no poder político e, como resultado, estão há quatro anos a levar com o genocida Bolsonaro. E muitos escritores deste blog aplaudiram a violação dos princípios básicos de justiça que conduziu à eleição do genocida Bolsonaro.
Dificilmente um brasileiro será xenófobo. O Brasil sempre foi um país de imigrantes. É um dos países etnicamente mais diversos do mundo. Se não mesmo o mais diverso de todos.
Então se um político português dissesse dos treinadores brasileiros o que Lula acaba de dizer dos portugueses não seria logo acusado de xenófobo. Está-se mesmo a ver.
‘Brasil sempre foi um país de imigrantes’. Realmente é verdade, mas também é o país da América que mais tarde inclui os naturais e descendentes de antigos escravos nas várias actividades públicas. Desde o tempo, ainda nos anos 40, em que os jogadores de futebol negros pintavam a cara de branco e aparecer nas notícias, ver “O Cruzeiro” dos anos 60, o nome de determinada pessoa acompanhado por moreno ou escuro e até aparecer nas novelas uma negra/negro que não fosse criada ou bandido, e mesmo na música só relacionadas com o Carnaval. A “Escrava Isaura” era representada por uma mulher branca. Nunca apareceu nenhum ministro, governador, deputado, jurista, chefe militar/policia ou figura pública descendente de africanos. Bem diferente do que se passa nos EUA. Até, naquilo que o Brasil era conhecido, deixou de haver negros bons jogadores de futebol, pudera agora os jogadores “nascem” nas escolinhas e quem vai para as escolinhas dos clubes não crianças das favelas. O Brasil é um país racista, as favelas são uma forma de descriminação racial. No Brasil é muito raro ver um casal branco/preto e até ficam muito admirados ver em Lisboa ‘um negão pgado a uma moça bem branquinha’.
Ser racista não é o mesmo que ser xenófobo. Pode-se ser xenófobo contra estrangeiros da mesma raça, e pode-se ser racista contra compatriotas de raça distinta. O Brasil é (muito) racista, mas dificilmente pode ser xenófobo.
ficam muito admirados ver em Lisboa ‘um negão pgado a uma moça bem branquinha’
Também é uma coisa recente por cá. Eu a primeira vez que vi brancas agarradas a negros foi na Alemanha. Alemãs bem branquinhas agarradas a negros retintos.
Só na Páscoa, essa é boa. Costuma ser no Natal. Em 1972 acompanhei o meu amigo Laranjeira e fui ao Rio ver os jogos da Mini Copa. Estava na Central do Maracanã, no jogo Brasil-Portugal, com a nossa Selecção a dar show e numa jogada do Jordão eu aplaudi de pé e, como que automaticamente, muitos espectadores viraram-se pra mim apontando ‘matem esse galego’ . A minha sorte foi a magia do Revelino marcar o golo da vitória do Brasil.
Fomos vice-campeões e só não a conquistámos porque era de “bom-tom” deixar o país anfitrião – aliás campeão do mundo – vencer esse troféu inédito, julgo que nem houve outro. Para nós foi uma campanha equivalente à de 1966. Com a diferença de que seis anos antes tínhamos ficado em terceiro, não em segundo.
Grandes exibições dos “leões” Dinis e Fernando Peres nesse torneio internacional. Não vi, mas contaram-me.
Sim, foi espectacular. Além do Laranjeira, estava o Damas que também era de Arroios, mas contra o Brasil jogou o Zé Henriques e o outro guarda-redes era o Mourinho Felix, pai do José Mourinho. O Dinis, gancheta como lhe chamavam os brasucas, deu show. Portugal tinha uma grande equipa. Mas o Brasil tinha um timão. Foi o Jairzinho que marcou o golo e não o Revelino, fiz confusão, mais o Tostão, Gerson, Cloloaldo eram todos grandes jogadores Campeões do Mundo.
Boa recordação.
Podemos chamar “xenófobo” ao D. Pedro IV? Ele também não quis portugueses a mandar nele, apesar de ele próprio ser português. Se os brasileiros não nos querem no seu país, estão no seu direito, até porque lhes roubámos o ouro.
Os índios estavam lá todos? Deve esquecer-se que a maioria morreu à custa de todas as doenças que os europeus enviaram para lá e que fariam o Covid parecer uma brincadeira. Quanto ao Brasil ser uma “favela”, agradeça à elite de origem europeia que por lá anda, a mesma que prendeu um candidato a presidente sem provas (só para o libertar a seguir à eleição), o que resultou na eleição do genocida Bolsonaro.
a maioria morreu à custa de todas as doenças que os europeus enviaram para lá
Agora “os europeus enviaram doenças para o Brasil”. Boa. Deve ter sido toma lá uma doença e dá cá uma batata.
Já acerca das elites europeias que por lá anda e de Bolsonaro não sei nada nem quero saber: é lá com eles. Agora, não nos chateiem mais com isso. o Brasil é independente há 200 anos. Obrigado e adeusinho.
O V. não sabe quem é que levou as doenças para o Novo Mundo, que dizimaram os índios aos milhares ? p.ex. Os marinheiros do Colombo espalharam o sarampo e outras doenças contagiosas da Europa.
Já o Lula anda a espalhar a sua arte da Ladroagem.
Xenófobo não digo que seja, mas lusófobo é de certeza. Também não admira, quando o Jorge de Jesus chegou lá para treinar o Flamengo o homem estava preso, ainda deve ser do trauma.
Lula gosta de José Sócrates. José Sócrates é português. Se o timão convidar Sócrates para orientar a equipa, Lula aprova. Têm é de se apressar porque Cristina Ferreira e a TVI parece que já apresentaram uma oferta simpática ao engenheiro para entrar na próxima edição do BB dos famosos. É o que hoje se escreve do lado de cá do atlântico. Não há xenofobia entre nós. São coisas da Lulofonia. Somos povos ilmãos.
Acho bem. Eles ficam lá e nós ficamos cá. Sugiro também que se acabe com a CPLP, o Brasil passa a falar e a escrever brasileiro — e libertam a língua portuguesa daquele dialecto tropical para analfabetos.
Comentário xenófobo. Lula aplaudiria.
Não sou xenófobo. Se vieram para cá holandeses, suecos ou ucranianos não me queixo.
Mas se vierem para cá ratos de porão do calibre de Lula da Silva, e os imbecis que governam isto cá começarem a mudar a nossa língua para acomodar estes trapaceiros, vou estar sempre a refilar.
Lula tirou milhões de brasileiros da pobreza. Lula enfrentou os interesses instalados de tal forma que tiveram que inventar acusações para o prender só para serem obrigados a libertá-lo logo a seguir às eleições. Entretanto o povo brasileiro pagou bem caro essa ingerência do poder judicial no poder político e, como resultado, estão há quatro anos a levar com o genocida Bolsonaro. E muitos escritores deste blog aplaudiram a violação dos princípios básicos de justiça que conduziu à eleição do genocida Bolsonaro.
Pode ter tirado milhões da pobreza mas não tirou milhões de imbecis do anonimato.
Eram as prioridades de Lula, para quem combater a pobreza era mais importante que combater o anonimato.
Anonimato também é pobreza. De espírito e de carácter.
Sobretudo de carácter.
O quis de dizer foi que Lula sai da pobreza com milhões.
Não, xenófobo é o Bolsonaro.
Esta frase de Lula é digna de Bolsonaro.
Porquê?
Porque esse xenófobo adora contar “anedotas de portugas”.
Com alguns basbaques cá a baterem palminhas.
Com os incêndios provocados na Amazónia, o Bolsonaro bem pode ser chamado de Bolsonero.
Bolsonaro não é xenófobo, pois Bolsonaro despreza o seu próprio povo enquanto é submisso ao imperialismo americano.
Despreza o próprio povo?
Ah, então não é xenófobo.
Dificilmente um brasileiro será xenófobo. O Brasil sempre foi um país de imigrantes. É um dos países etnicamente mais diversos do mundo. Se não mesmo o mais diverso de todos.
Então se um político português dissesse dos treinadores brasileiros o que Lula acaba de dizer dos portugueses não seria logo acusado de xenófobo. Está-se mesmo a ver.
‘Brasil sempre foi um país de imigrantes’.
Realmente é verdade, mas também é o país da América que mais tarde inclui os naturais e descendentes de antigos escravos nas várias actividades públicas.
Desde o tempo, ainda nos anos 40, em que os jogadores de futebol negros pintavam a cara de branco e aparecer nas notícias, ver “O Cruzeiro” dos anos 60, o nome de determinada pessoa acompanhado por moreno ou escuro e até aparecer nas novelas uma negra/negro que não fosse criada ou bandido, e mesmo na música só relacionadas com o Carnaval. A “Escrava Isaura” era representada por uma mulher branca.
Nunca apareceu nenhum ministro, governador, deputado, jurista, chefe militar/policia ou figura pública descendente de africanos. Bem diferente do que se passa nos EUA.
Até, naquilo que o Brasil era conhecido, deixou de haver negros bons jogadores de futebol, pudera agora os jogadores “nascem” nas escolinhas e quem vai para as escolinhas dos clubes não crianças das favelas.
O Brasil é um país racista, as favelas são uma forma de descriminação racial. No Brasil é muito raro ver um casal branco/preto e até ficam muito admirados ver em Lisboa ‘um negão pgado a uma moça bem branquinha’.
Ser racista não é o mesmo que ser xenófobo. Pode-se ser xenófobo contra estrangeiros da mesma raça, e pode-se ser racista contra compatriotas de raça distinta. O Brasil é (muito) racista, mas dificilmente pode ser xenófobo.
ficam muito admirados ver em Lisboa ‘um negão pgado a uma moça bem branquinha’
Também é uma coisa recente por cá. Eu a primeira vez que vi brancas agarradas a negros foi na Alemanha. Alemãs bem branquinhas agarradas a negros retintos.
Deve ter sido na altura dos ténis com velcro em vez de atacadores.
as tvs ocultaram a entrevista de Putin a Bolsonaro
cheira a bosta
Caro “balio” : diga isso à Dilma…
JSP
O homem é “Lula da cuca”
Não ligue muito.
Deve haver problema no Brasil, não. O cara só tá ligando à bola.
O Sr. Correia gostava de ter o Jesus outra vez? Não! Então também é Xenófobo.
Jesus outra vez, só na Páscoa.
Só na Páscoa, essa é boa. Costuma ser no Natal.
Em 1972 acompanhei o meu amigo Laranjeira e fui ao Rio ver os jogos da Mini Copa.
Estava na Central do Maracanã, no jogo Brasil-Portugal, com a nossa Selecção a dar show e numa jogada do Jordão eu aplaudi de pé e, como que automaticamente, muitos espectadores viraram-se pra mim apontando ‘matem esse galego’ . A minha sorte foi a magia do Revelino marcar o golo da vitória do Brasil.
Saudosa Mini-Copa.
Não vi mas contaram-me.
Fomos vice-campeões e só não a conquistámos porque era de “bom-tom” deixar o país anfitrião – aliás campeão do mundo – vencer esse troféu inédito, julgo que nem houve outro.
Para nós foi uma campanha equivalente à de 1966. Com a diferença de que seis anos antes tínhamos ficado em terceiro, não em segundo.
Grandes exibições dos “leões” Dinis e Fernando Peres nesse torneio internacional.
Não vi, mas contaram-me.
Sim, foi espectacular.
Além do Laranjeira, estava o Damas que também era de Arroios, mas contra o Brasil jogou o Zé Henriques e o outro guarda-redes era o Mourinho Felix, pai do José Mourinho.
O Dinis, gancheta como lhe chamavam os brasucas, deu show. Portugal tinha uma grande equipa.
Mas o Brasil tinha um timão. Foi o Jairzinho que marcou o golo e não o Revelino, fiz confusão, mais o Tostão, Gerson, Cloloaldo eram todos grandes jogadores Campeões do Mundo.
Boa recordação.
Podemos chamar “xenófobo” ao D. Pedro IV? Ele também não quis portugueses a mandar nele, apesar de ele próprio ser português. Se os brasileiros não nos querem no seu país, estão no seu direito, até porque lhes roubámos o ouro.
Por essa lógica esfarrapada, George Washington foi o maior xenófobo de que há memória nos EUA. Ao renegar a coroa britânica.
Se os brasileiros não nos querem no seu país, estão no seu direito, até porque lhes roubámos o ouro.
Nós deixámos tudo intacto, e os índios estavam lá todos. Eles é que fornicaram tudo e transformaram o paraíso numa favela gigante.
Os índios estavam lá todos? Deve esquecer-se que a maioria morreu à custa de todas as doenças que os europeus enviaram para lá e que fariam o Covid parecer uma brincadeira. Quanto ao Brasil ser uma “favela”, agradeça à elite de origem europeia que por lá anda, a mesma que prendeu um candidato a presidente sem provas (só para o libertar a seguir à eleição), o que resultou na eleição do genocida Bolsonaro.
a maioria morreu à custa de todas as doenças que os europeus enviaram para lá
Agora “os europeus enviaram doenças para o Brasil”. Boa. Deve ter sido toma lá uma doença e dá cá uma batata.
Já acerca das elites europeias que por lá anda e de Bolsonaro não sei nada nem quero saber: é lá com eles. Agora, não nos chateiem mais com isso. o Brasil é independente há 200 anos. Obrigado e adeusinho.
O V. não sabe quem é que levou as doenças para o Novo Mundo, que dizimaram os índios aos milhares ?
p.ex. Os marinheiros do Colombo espalharam o sarampo e outras doenças contagiosas da Europa.
Já o Lula anda a espalhar a sua arte da Ladroagem.
Xenófobo não digo que seja, mas lusófobo é de certeza. Também não admira, quando o Jorge de Jesus chegou lá para treinar o Flamengo o homem estava preso, ainda deve ser do trauma.
Ele é adepto do Corinthians. Como qualquer paulista, odeia o Flamengo.
Lula gosta de José Sócrates. José Sócrates é português. Se o timão convidar Sócrates para orientar a equipa, Lula aprova. Têm é de se apressar porque Cristina Ferreira e a TVI parece que já apresentaram uma oferta simpática ao engenheiro para entrar na próxima edição do BB dos famosos. É o que hoje se escreve do lado de cá do atlântico. Não há xenofobia entre nós. São coisas da Lulofonia. Somos povos ilmãos.
O próprio Lula podia vir ao BB Famosos.
Fica a sugestão para a Cristina Ferreira. Aposto que ela consegue convencê-lo.
A Cristina Malveira quer convidar o Trump por este perceber do assunto e assim trama o novo chefe Moniz.
Tomara você que ela lhe chamasse a si. Ia logo a correr.
Até alinhava, ainda é bem coçada.