Não sei quem foi o primeiro a ter esta ideia, mas é genial. Tão simples, às vezes, pôr as pessoas bem dispostas e dar um bocadinho de sofisticação às rotinas do dia-a-dia! Aplaudo.
Caro João Severino, obrigada, tenho sempre a sensação de que pelo menos conto consigo para ouvir o meu piano bar ;-). Este aqui não é seguramente dos maiores exemplos no género, mas era o melhor em condições audio. Seja como for, acho sensacional. Cá também se tem feito, mas com intervenções espontâneas de teatro, o que tem um impacto muito menos contagiante do que a música.
Não sei como, li e aprovei o seu 2º comentário mas ele agora não me aparece aqui, as minhas desculpas! Quanto à hora da minha resposta que tanto o impressionou, “é assim”: pegue numa saída típica de sábado à noite e junte-lhe o peso na consciência de não põr os pés no blogue durante todo o dia… e aí tem 😉
Uma sortuda poder sair ao sábado à noite, feliz e contente, em segurança… coisa que em Lisboa vai rareando. Só tenho pena de não participar nessas noites coimbrãs maravilhosas … 🙂
A segurança já não é o que era… mas enfim, de vez em quando temos de arejar a cabeça e ontem estava uma noite fantástica de calor e de vento suão, que só tinha a desvantagem de levar as conversas em stereo para as mesas do lado :)). Mas não seja por isso, João Severino, quando quiser revisitar a noite coimbrã a presença de um cavalheiro é sempre bem-vinda (para além de aumentar a segurança ;.))
ASAE obviamente proíbe…
Obviamente, Lucky;)
– Carmen? Quem é essa? Alguma cigana, infestada de germes!
Não sei quem foi o primeiro a ter esta ideia, mas é genial. Tão simples, às vezes, pôr as pessoas bem dispostas e dar um bocadinho de sofisticação às rotinas do dia-a-dia! Aplaudo.
Ana, é isso mesmo: uma coisa improvável como esta é simplesmente a redenção de qualquer dia cinzento. O poder da música … Ou a perfeita libertação.
Braaaaaavo!!! A Laura só descobre coisas maravilhosas. Obrigado. Bj
Caro João Severino, obrigada, tenho sempre a sensação de que pelo menos conto consigo para ouvir o meu piano bar ;-). Este aqui não é seguramente dos maiores exemplos no género, mas era o melhor em condições audio. Seja como for, acho sensacional. Cá também se tem feito, mas com intervenções espontâneas de teatro, o que tem um impacto muito menos contagiante do que a música.
Não sei como, li e aprovei o seu 2º comentário mas ele agora não me aparece aqui, as minhas desculpas! Quanto à hora da minha resposta que tanto o impressionou, “é assim”: pegue numa saída típica de sábado à noite e junte-lhe o peso na consciência de não põr os pés no blogue durante todo o dia… e aí tem 😉
Uma sortuda poder sair ao sábado à noite, feliz e contente, em segurança… coisa que em Lisboa vai rareando. Só tenho pena de não participar nessas noites coimbrãs maravilhosas … 🙂
A segurança já não é o que era… mas enfim, de vez em quando temos de arejar a cabeça e ontem estava uma noite fantástica de calor e de vento suão, que só tinha a desvantagem de levar as conversas em stereo para as mesas do lado :)). Mas não seja por isso, João Severino, quando quiser revisitar a noite coimbrã a presença de um cavalheiro é sempre bem-vinda (para além de aumentar a segurança ;.))
Sem palavras. Embevecido. Um convite tão honroso para matar saudades tem de ser considerado a rigor. Segurança, é comigo… :))) Bj
Bem vê, um amigo do João Carvalho tem ‘acreditação’ mais do que suficiente 😉
Obrigado.
Claro, Joãozinho! Ou não tenho razão?
Fantástico, Laura. Isto só acontece em Florença?
A moda pegou um pouco por toda a Europa cantante, parece-me. Tenho pena que não se faça por cá (como disse, só vi parecido em teatro).