Mas final havia confiança nas transferências bancárias ou não? Já não percebo nada.
“É referido, no meio dos pormenores, entre outras coisas, um telefonema de Sandra Santos para Sócrates em Novembro de 2013, a pedir-lhe 3.000 euros, em que o ex-primeiro-ministro lhe diz: “O nosso amigo vai-te mandar, como habitualmente”. No mês seguinte, Sandra combina encontrar-se com o antigo líder do PS em Lisboa, mas é Carlos Santos Silva que trata da viagem e a paga. Só nesse ano, o empresário fez 11 transferências de dinheiro para aquela residente na Suíça, num total de 25 mil euros.”
Atenção às semelhanças com a República de mamas à mostra: Alguém elevado à potência máxima e depois reduzido à expressão mais simples… parece-me o cargo de Presidente da República.
Deixemos á politica o que é da politica, mas falando em mamas sugere-me um dito brincalhão lá da minhas raízes: “A minha terra é o mamas, a terra onde eu nasci, tão longes é daqui ao mamas, como do mamas aqui”.
Já no caso dos Pintos que preferem usar nomes gregos, X mil euros não chegavam para dois dias.
(Dedicado ao que sofre de apoplexias com estas coisas).
O camarada ainda geria pior as contas pessoais do que as do país.
Contas com os Romanos?
X + X = XX
X X X = C
X : X = I
X – X = … não contas. Espera até ao Séc. XIII pelo Zero.
Já conto com pouca coisa…
Mas final havia confiança nas transferências bancárias ou não? Já não percebo nada.
“É referido, no meio dos pormenores, entre outras coisas, um telefonema de Sandra Santos para Sócrates em Novembro de 2013, a pedir-lhe 3.000 euros, em que o ex-primeiro-ministro lhe diz: “O nosso amigo vai-te mandar, como habitualmente”. No mês seguinte, Sandra combina encontrar-se com o antigo líder do PS em Lisboa, mas é Carlos Santos Silva que trata da viagem e a paga. Só nesse ano, o empresário fez 11 transferências de dinheiro para aquela residente na Suíça, num total de 25 mil euros.”
Nas transferências para a Suiça havia confiança. O sistema bancário suiço é muito seguro.
As romanas faziam melhor. Elevavam 1 á potencia máxima e reduziam-no á expressão mais simples.
Depois de o colocarem entre ()!
Cantavam a tabuada toda antes da prova dos noves.
Atenção às semelhanças com a República de mamas à mostra:
Alguém elevado à potência máxima e depois reduzido à expressão mais simples… parece-me o cargo de Presidente da República.
Deixemos á politica o que é da politica, mas falando em mamas sugere-me um dito brincalhão lá da minhas raízes: “A minha terra é o mamas, a terra onde eu nasci, tão longes é daqui ao mamas, como do mamas aqui”.
Um clássico… e se a terra fosse após Abrantes, deixaria Tomar atrás.
Cada um Tomar onde lhe apetece.
Ora aí está um tipo de conhecimento que Crato devia mandar averiguar se os professores de matemática possuem.
O que eu ainda não consegui compreender é qual a diferença entre o x em pé e o x deitado…