Boas notícas: com a interrupção dos trabalhos parlamentares, Isabel Moreira fica com mais tempo disponível para planear o rapto dos 101 Dálmatas.
Pérolas de sabedoria para uso quotidiano
Rui Rocha,
Boas notícas: com a interrupção dos trabalhos parlamentares, Isabel Moreira fica com mais tempo disponível para planear o rapto dos 101 Dálmatas.
Não consigo entender algumas figuras políticas como I M.
Se a ideia é afastar as pessoas do debate sereno consegue(comigo pelo menos mudo logo de canal, nem me dou ao trabalho de escutar).
Por acaso também faço, muitas vezes, como o cristof, mudo, simplesmente, de canal e, pelo que eu entendi do comentário, ele ainda acredita em debates serenos. Pois eu já nem sequer acredito em debates para se conseguir resolver alguma coisa.
Debater um assunto pode, realmente, resolver todo o tipo de problemas… SE os intervenientes no debate, fossem seres humanos completamente livres e não estivessem acorrentados a ideais puramente ideológicas ou, obedientemente subjugados ao partido de que fazem parte (a desobediência ao líder ou ao grupo, traz sempre consequências, mais ou menos graves, para os políticos de carreira), confesso que isto mais me parece regras de gangues do que de pessoas que querem o bem dos cidadãos.
Hoje em dia, os problemas já não se conseguem resolver dentro de “caixas”, a rigidez de ideias é um processo ultrapassado. Cada vez se torna mais urgente reconhecer que para encontrar soluções para tantos problemas atuais ou para os que já estão “ao virar da próxima esquina” é essencial união, adaptabilidade e inteligência para encontrar soluções que durem mais tempo do que até… às próximas eleições. No entanto, até aqui, será a minha parte otimista a falar porque, honestamente, eu tenho de começar a aceitar que, de alto a baixo, ou seja, desde os governantes aos governados 😉 já não há ponta por onde se pegue, por exemplo, quando estou a fazer um trabalho, sei precisamente avaliar que depois de cometer uma série de erros e respetivas correções, se atinge um certo limite em que já não é possível atamancar mais, é altura de desmanchar, deitar fora e começar tudo de novo 😉 Parece tolice falar de coisas banais para falar de outras muito mais importantes mas, na realidade, todas as civilizações chegam a esse ponto e acabam por ter de cair para poderem renascer, é algo certo e sabido e a única dúvida é se vai ser serenamente ou violentamente.
Toda a “caldeirada” que se passa dentro dos partidos, a qualidade dos políticos, eles não vieram de outro Planeta nem fazem parte de uma colónia alienígena, são apenas o reflexo e o resultado da sociedade onde se vive, eles são o produto resultante de um Todo, que somos nós todos, com as mesmas qualidades e defeitos, só que numa escala mais visível, por isso alguns dizem que temos sempre os políticos que merecemos, no entanto, até ao dizer isto, alguns dizem-no com segundas intensões.
O que mais me custa ver… é o desperdício, haver muita gente capaz e competente o suficiente para fazer a diferença entre melhorar ou piorar a situação em que vivemos, só que estão espalhados por “caixas” ou, no seu direito, de não quererem entrar… em jaulas de “feras esfaimadas”… perdão… na política lol
Basta uma razão para eu não acreditar que isto possa ter conserto…
Ora qual é a diferença entre crianças, adolescentes e adultos?
A uma criança, devemos ter paciência suficiente para repetir algo que lhe queremos ensinar.
A um adolescente já vamos tentando que ele seja responsável pelos seus actos, no entanto ainda lhe vamos estendendo “um colchãozinho” para que, no processo de aprendizagem não saia com “mazelas definitivas”
Quanto ao adulto, ele tem mesmo de ser responsável pelos seus actos e saber que há sempre consequências para as suas decisões e escolhas.
Ora, numa sociedade em que só vejo adultos infantilizados, que até nem têm vergonha de passar por ignorantes porque se fizeram algo errado ou motivado por simples ganância e depois… esperam que “os paizinhos” os salvem, porque são pequeninos e foram enganados… ou então, basta fazer umas quantas birras para quererem mais isto ou aquilo, porque ainda não aprenderam que o Estado somos nós todos e não vai sair nada da algibeira de algum Ministro.
Enquanto há dinheiro para desperdiçar ainda se pode fechar os olhos, mas quando se chega ao ponto de eu, aos meus, ter de começar a cortar no essencial, para pagar abortos porque se esquecem que os adultos responsáveis não têm crias como os cães e não é só abrir as pernas. Têm toda a liberdade de perder a cabeça mas não têm a liberdade de me vir ao bolso por cada irresponsabilidade que façam. Um puro incentivo à vida… das baldas… típico de adolescentes mas não de adultos. Depois vem todo o tipo de argumentos que são as exceções à regra e mais poeira para baralhar e enganar.