«Por mim não tenho dúvidas. Sampaio da Nóvoa não vai cruzar os braços e vai ser o nosso futuro presidente da República. A minha mulher diria “Deus o proteja”, mas eu, que não sou religioso, limito-me a pensar que vai ser eleito, como é tão necessário para Portugal.»
O seu post podia ter sido escrito por um político, já que esquece o essencial: é preciso lavar todos os dias debaixo dos braços. Se estiverem bem lavados diariamente, mesmo sem desodorizante não haverá grandes problemas.
O/A t. é que esquece o essencial. Saberá porventura quantos trabalhadores dependem para a sua (deles) subsistência da indústria de desodorizantes? Tem real noção das consequências que a sua observação pode ter para eles e para as suas famílias? Parece-me que não.
Continua a pensar como um político – e, lastimo dizê-lo, um político português. Dizer que a lavagem antecede a actividade desodorizante parece incontroverso. E embora o sabão possa fazer dispensar o desodorizante, nada diz que isso fosse acarretar a extinção da indústria desodorizante – como, de facto, não tem acarretado, embora não seja uma imensa ousadia pensar que a maioria das pessoas que usam desodorizante toma banho diário. Mas, no caso, de uma moda – ou de uma mais provável proibição dos burocratas da saúde afastar o desodorizante dos utensílos lícitos, o mais provável era que as indústrias se reconvertessem, por si.
:))))
Supimpa.
Facto corriqueiro nos metropolitanos de Paris ou Bruxelas…
A questão é saber como posso pôr o desodorizante sem baixar os braços.
«Por mim não tenho dúvidas. Sampaio da Nóvoa não vai cruzar os braços e vai ser o nosso futuro presidente da República. A minha mulher diria “Deus o proteja”, mas eu, que não sou religioso, limito-me a pensar que vai ser eleito, como é tão necessário para Portugal.»
(Mário, protagonista dos Contos Proibidos, no DN)
O lambe-botas tem a resposta na ponta da língua.

Mas pagará com língua de palmo.
Aconselhe a depilação.Agora também se usa.Ao menos no Verão.
Registado.
O seu post podia ter sido escrito por um político, já que esquece o essencial: é preciso lavar todos os dias debaixo dos braços. Se estiverem bem lavados diariamente, mesmo sem desodorizante não haverá grandes problemas.
O/A t. é que esquece o essencial. Saberá porventura quantos trabalhadores dependem para a sua (deles) subsistência da indústria de desodorizantes? Tem real noção das consequências que a sua observação pode ter para eles e para as suas famílias? Parece-me que não.
Continua a pensar como um político – e, lastimo dizê-lo, um político português.
Dizer que a lavagem antecede a actividade desodorizante parece incontroverso.
E embora o sabão possa fazer dispensar o desodorizante, nada diz que isso fosse acarretar a extinção da indústria desodorizante – como, de facto, não tem acarretado, embora não seja uma imensa ousadia pensar que a maioria das pessoas que usam desodorizante toma banho diário.
Mas, no caso, de uma moda – ou de uma mais provável proibição dos burocratas da saúde afastar o desodorizante dos utensílos lícitos, o mais provável era que as indústrias se reconvertessem, por si.