Pérolas de sabedoria para uso quotidiano


Rui Rocha,

Quer dizer então que lhes entregavas as poupanças de uma vida e que eles te emprestavam uma Bic presa por um cordel para assinares o talão de depósito? Devias ter desconfiado.

0 comentários em “Pérolas de sabedoria para uso quotidiano”

  1. Não só emprestavam uma Bic, como abusavam a enganar em quem neles confiavam. Não devíamos desconfiar porque se formos por aí, já não podemos confiar em ninguém, o que é muito mau. Devíamos ter a certeza que os enganadores e trafulhas seriam seriamente punidos.

  2. Pois, foi o que fez quem comprou o papel comercial do GES.
    E agora, tolos, querem que lhes devolvam o dinheiro.
    É normal que os tolos se vejam apartados do seu dinheiro. Já aconteceu a muitos ao longo da história.

  3. E o que é mais impressionante é que, ao que parece, alguns destes tolos puseram ali de facto todas as suas poupanças.
    Qualquer manual de investimento diz logo ao princípio que se deve investir de forma equilibrada em diferentes sítios e diferentes tipos de coisas. Nunca se deve pôr o dinheiro todo no mesmo sítio.
    E alguns deles fizeram mesmo esta imensa cretinice, pôr os ovos todos no mesmo cesto.

    1. Cretinos foram aqueles que os enganaram e roubaram. Como se não bastasse o Governador do Banco de Portugal, presidente e primeiro ministro, a dizerem que podiam investir que não havia problema e que o BES estava bem e recomendava-se. As pessoas não são tolas, são cidadãos que confiaram em todos e por todos foram enganados.

  4. Cheira-me que esse negócio tem entidade reguladora.
    Falhando o resto, pode sempre tentar mover uma acção contra a BIC.

    1. Não está mal pensado, mas também podiam dizer que a Bic tinha um espírito encarnado e fez a assinatura sozinha, ou, para quem não for de espiritismos… até pode simplificar… as canetas eram de origem alienígena lol

  5. Antes os da BIc e do cordel que os bancos pertencentes à fina flor da sociedade, garantidos pelo Presidente e Pelo Banco de Portugal, com juras de fidelidade.

  6. Cá não é costume culpar o tendeiro pelo vinho avinagrado.Começa a culpa no polícia que não estava a fiscalizar o conteúdo do garrafão e vai por aí acima até
    ao salazar vigente.E o que dá mais picante à tragicomédia é todos eles se terem posto a jeito.Mas não,o tendeiro nunca é culpado,não se lhe assaca nada que até
    parece mal.

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