Pérolas de sabedoria para uso quotidiano


Rui Rocha,

Para Eva, foi muito fácil: à noite, contava as costelas de Adão para ter a certeza de que não havia outra.

0 comentários em “Pérolas de sabedoria para uso quotidiano”

  1. Teatrinho maluco:

    – Eva, donde vens a estas horas da noite?
    — Do hospital Amadora Sintra…fazer um ´TAC
    — Então?
    … Deram por falta d’uma costela…

    — À sua p….

    … Deixa lá querido, esperemos pelas promoções do Pingo Doce!
    … Ai se eu apanho o homem do talho!!!!

  2. Caríssimo Rui, não podia haver outra. Eva foi a primeira e era única. O que é uma pena, porque ficamos sem saber por que contava ela as costelas ao Adão.


  3. Hmmm… saído do apoio, aqui medes outra:

    – O mito de Vénus/Afrodite é de uma deusa que dá à costa, formada pelas ondas resultantes da queda dos tomates de Úrano, cortados pela foice adamantina de Cronos/Saturno.

    Repara bem – foice “adamantina” e “ela dá à costa”.
    Tens como resultado a contração:
    “costa+ela” = costela.

    Sobre a origem do nome “Afrodite” não faço ideia, mas “Vénus”, basta notar como fica trocando acentos/assentos:
    Vénus >> Vê nús (ou vê-nos, mas isso é por outro assento).

    Em conclusão, falamos de um mito em que há um corte, classificado como “adamantino” (Adão), e à costa dá ela (Costela), vendo-se ambos nús (Venus).

    Há um desacordo entre gregos e judeus, porque uns são mais desavergonhados e falam dos tomates (tipo Cyrano de Bergerac que a Patrícia colocou), e outros viram-se para mercados vinícolas, a onde parra esconde envergonhadas uvinhas… mas parece-me que aqui há fruta (não querendo lembrar um nome alternativo de Vénus, que reservamos a certos filhos da… mãe).

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