Percebe-se que está ali o Marco Paulo, por causa da cabeleira, mas assim… tão moreno, é a 1ª vez. A execução melódica até está simpática, será que o Hugo Cardinal não precisa de renovar a troupe de palhaços?!
A de cima já não deve ser grande bomba, digo eu. Ocorreu-me que talvez ele queira restaurar o mito camoniano de Dinamene, será isso? Palavras para quê, é um artista português…
Percebe-se que está ali o Marco Paulo, por causa da cabeleira, mas assim… tão moreno, é a 1ª vez.
A execução melódica até está simpática, será que o Hugo Cardinal não precisa de renovar a troupe de palhaços?!
Bartolomeu: por favor não me fale em Cardinal que me provoca urticária.
Excelente.
Grande quarteto de sopro…
Intrépido Otelo deixa machos tugas roídos de inveja.
Até o imagino já a disparar contra elefantes no Botsuana.
Ah, leão! Mas elas são mulheres de coragem… nunca sabem quando vão acordar com uma bomba debaixo da cama!
Debaixo?
A de cima já não deve ser grande bomba, digo eu.
Ocorreu-me que talvez ele queira restaurar o mito camoniano de Dinamene, será isso? Palavras para quê, é um artista português…
Falaste-me da Dinamene e logo me lembrei daquele belíssimo soneto do Camões:
«Quando de minhas mágoas a comprida
Maginação os olhos me adormece,
Em sonhos aquela alma me aparece
Que pera mim foi sonho nesta vida.
Lá numa saudade, onde estendida
A vista pelo campo desfalece,
Corro pera ela; e ela então parece
Que mais de mim se alonga, compelida.
Brado: – Não me fujais, sombra benina!
Ela, os olhos em mim c’um brando pejo,
Como quem diz que já não pode ser,
Torna a fugir-me; e eu gritando: – Dina…
Antes que diga: – mene, acordo, e vejo
Que nem um breve engano posso ter.»
Versos co’ intrépido Otelo, militar brioso, certamente gostará de recitar. De sexta a domingo, preferencialmente.