Está tudo parvo ou é só este? É que não faltava mais nada, senhor comissário.
13 comentários em “Perguntas”
o que é vergonhoso é que a iniciativa de tal propsta não tenha partido do Governo de Portugal…quando o Programa de Governo é o da Troika…quando a ação fiscalizadora da Assembleia da Republica é executado pela Troika…quando as alterações à Constituição Portuguesa são ordenadas pelos Governos Estrangeiros…e quando o “Iberismo” é que vai representar Portugal no Oscares…A Bandeira fica muito bem a meia-haste e traduz bem a realidade!!! Este Regime está mais que podre…
O país pode estar de tanga mas é uma vergonha que alguém de fora venha sugerir que ponhamos a bandeira a meia haste. Isso é que é uma vergonha. Logo os alemães a falar de bandeiras a meia haste.
vergonha, é eles terem razão…mas mais vergonhoso ainda é a Assembleia da Republica não se reunir para se pronúnciar sobre o reconhecimento, ou não, do novo estado arabe, o Estado Palestiniano, cuja será uma parte da Cidade Santa, Jerusálem…
Por essa ordem de ideias vergonha é a Inquisição ter feito o que foi. Isso é que é vergonha! Não tem nada a ver, pois não? Pronto, é para ver se entende que o que está em cheque neste post é uma atitude inominável de um comissário europeu. Ainda pior se pensarmos que é proveniente de um país que tem muitos telhados de vidro na história contemporânea.
Prova provada que a estupidez não conhece fronteiras.
O Tavares lá encontrou onda para cavalgar; e Louçã segue atrás, em marcação cerrada. Suspeito, todavia, que se o dito comissário tivesse sugerido que se queimassem as tais bandeiras, como se costuma fazer com a de Israel e a dos Estados Unidos, já os bloquistas e ex-bloquistas seriam menos lestos em revelar ao mundo a sua indignação.
Infelizmente, o fait-divers volta a desviar a atenção do mais importante, escondido nas entrelinhas da entrevista: o novo desporto favorito dos germânicos – “cascar na Grécia”. Os alemães estão a perder as estribeiras, ao ver os seus bancos a entrar em stress. Os próximos dias vão ser bem quentes. A piorar a coisa, a demissão de um dos mais lúcidos dentro do BCE…
É. A estupidez e a falta de respeito são males que não conhecem fronteiras. O Louçã e o Rui Tavares são irrelevantes para o meu ponto, mas obviamente junto-me a eles no coro de indignação. Inadmissível.
Precisamente, João. É que se fosse para pôr as bandeiras a meia haste por momentos menos risonhos da História a Alemanha ainda as teria. Não gosto nada deste tipo de atitude da minha parte mas começo a ficar saturada de tanta arrogância.
o que é vergonhoso é que a iniciativa de tal propsta não tenha partido do Governo de Portugal…quando o Programa de Governo é o da Troika…quando a ação fiscalizadora da Assembleia da Republica é executado pela Troika…quando as alterações à Constituição Portuguesa são ordenadas pelos Governos Estrangeiros…e quando o “Iberismo” é que vai representar Portugal no Oscares…A Bandeira fica muito bem a meia-haste e traduz bem a realidade!!! Este Regime está mais que podre…
O país pode estar de tanga mas é uma vergonha que alguém de fora venha sugerir que ponhamos a bandeira a meia haste. Isso é que é uma vergonha. Logo os alemães a falar de bandeiras a meia haste.
vergonha, é eles terem razão…mas mais vergonhoso ainda é a Assembleia da Republica não se reunir para se pronúnciar sobre o reconhecimento, ou não, do novo estado arabe, o Estado Palestiniano, cuja será uma parte da Cidade Santa, Jerusálem…
Por essa ordem de ideias vergonha é a Inquisição ter feito o que foi. Isso é que é vergonha! Não tem nada a ver, pois não? Pronto, é para ver se entende que o que está em cheque neste post é uma atitude inominável de um comissário europeu. Ainda pior se pensarmos que é proveniente de um país que tem muitos telhados de vidro na história contemporânea.
Dois valentes e merecidos traques para o Tric… ajuntando mais mil ( serão poucos?) para o sr comissário…
Prova provada que a estupidez não conhece fronteiras.
O Tavares lá encontrou onda para cavalgar; e Louçã segue atrás, em marcação cerrada. Suspeito, todavia, que se o dito comissário tivesse sugerido que se queimassem as tais bandeiras, como se costuma fazer com a de Israel e a dos Estados Unidos, já os bloquistas e ex-bloquistas seriam menos lestos em revelar ao mundo a sua indignação.
Infelizmente, o fait-divers volta a desviar a atenção do mais importante, escondido nas entrelinhas da entrevista: o novo desporto favorito dos germânicos – “cascar na Grécia”. Os alemães estão a perder as estribeiras, ao ver os seus bancos a entrar em stress. Os próximos dias vão ser bem quentes. A piorar a coisa, a demissão de um dos mais lúcidos dentro do BCE…
É. A estupidez e a falta de respeito são males que não conhecem fronteiras. O Louçã e o Rui Tavares são irrelevantes para o meu ponto, mas obviamente junto-me a eles no coro de indignação. Inadmissível.
A Alemanha é o país certo para falar de moral…
Precisamente, João. É que se fosse para pôr as bandeiras a meia haste por momentos menos risonhos da História a Alemanha ainda as teria. Não gosto nada deste tipo de atitude da minha parte mas começo a ficar saturada de tanta arrogância.
Que me perdoem os germanófilos, mas isto tinha de partir de um alemão.
Isso já não sei, mas acho absolutamente abjecto.
Tudo parvo, talvez não. Mas que há parvos em todo o lado…
Esperemos que não, mas o mundo está um lugar cada vez mais estranho e alguns alemães andam um bocado atrevidos.