Perdoa-me


João Sousa,

perdoa-me
(fotografia na capa do Público de hoje)

“Olhem para mim tão condoído com as coisas que sou forçado a fazer! Eu sei que vos dou uns abanões (constitucionais) mas é tudo pelo vosso bem!”

(inspiração do título)

14 comentários em “Perdoa-me”

  1. Quanto tempo mais vai continuar na moda pelas piores razões?
    É tempo de não lhe fazerem o frete de o mover aos solavancos.

      1. Vejo a situação um pouco ao contrário, a reação do governo tenta acompanhar o sentimento da população, foi assim com o estado de emergência, será assim com o uso de máscara na rua. O objetivo é manter os níveis de “popularidade” e passar a imagem que se está a fazer qualquer coisa. As falhas, são responsabilidade da população que não cumpre com as regras.

  2. Podem não acreditar mas foi assim que o Pol Pot conseguiu combater o vírus.
    No Cambodja ainda ninguém morreu de covid.

  3. Contra a corrente generalizada, compreendo e acredito que sim!
    Que lhe custe e seja forçado pelo bem comum.
    O que me custa compreender é o que faz, fez e continua fazendo a comunidade científica para debelar a pandemia.
    Até agora nada, e promete continuar.

    1. O Cunhado não deixa de ter uma certa razão. Costa é daqueles que é apenas “forçado” pelo que lhe for politicamente mais conveniente. Nesta situação, talvez o bem comum seja isso.

    2. Veja este site: c19study.com

      Tem grande parte dos artigos científicos sobre hidroxicloroquina, vitamina D, ivermectina, anti-corpos e remdesivir. Faltam-lhe artigos sobre o zinco, a melatonina, a quercetina, a famotidina, a bromexina, a dexametasona, o leronlimab, interferon e mais uns quantos. Mas eles existem, é só procurar. Sobre a dexametasona há resultados de ensaio clínico e sobre um análogo da vitamina D (calcifediol) há também resultados de ensaio clínico piloto.

      Para além de medidas não-farmacêuticas existem também medidas profiláticas centradas no efectivo desempenho do sistema imunitário, no reforço da imunidade viral e no bloqueio de mecanismos de infecção.

      Da Business Insider:

      «The physician’s statement said Trump “remains fatigued but is in good spirits.” Conley added that the president has also been taking zinc, vitamin D, famotidine, melatonin, and a daily aspirin.»

      Compare a parte profiláctica do protocolo de tratamento MATH+

      https://www.evms.edu/media/evms_public/departments/internal_medicine/EVMS_Critical_Care_COVID-19_Protocol.pdf (MATH+)

      com a citação anterior da Business Insider.

      Portanto, temos evidência científica sobre profilaxia e terapêutica. Ao contrário da crença popular, a doença pode ser prevenida e terá cura em mais de 99,7% dos casos. E quem inculcou, difundiu e fomentou essa crença popular?

      Eu diria que só não temos evidência científica dos interesses que nos estão a empurrar para o negócio superlativo das vacinas. Se bem que haja alguns indícios, como por exemplo:

      «Revealed: Sir Patrick Vallance has £600,000 shareholding in firm contracted to develop vaccines
      Government denies claims of potential conflict of interest, maintaining he is not involved in commercial decisions on coronavirus vaccines.»

      https://www.telegraph.co.uk/news/2020/09/23/revealed-sir-patrick-vallance-has-600000-shareholding-firm-contracted/

      Partir do princípio que aquilo que não é divulgado pela indústria noticiosa não existe e nunca aconteceu é uma lógica enganadora. Pensar na informação como um iceberg, em que apenas se vê 1/4 do total, é muito mais próximo da realidade.

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