Perceber Tancos (II)


Diogo Novo,

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A trama não se adensa muito, mas a lista de alucinados que vê no caso de Tancos uma encenação criada para prejudicar a geringonça e o PS não pára de crescer: Vasco Lourenço perpetrou mais um artigo de opinião e Pedro Abrunhosa – isto não se inventa – veio a terreiro afirmar que Tancos apenas serve para salvar a direita.

Naturalmente, sobre os crimes em apreço, sobre as declarações indecorosas de titulares de cargos públicos e sobre o fracasso do aparelho de segurança e defesa do Estado Lourenço e Abrunhosa nada têm a dizer.

 

ADENDA: Porque o absurdo do caso não conhece limites, esta semana soubemos que Azeredo Lopes não fazia ideia do que era um paiol quando assumiu funções de Ministro da Defesa Nacional. Portanto, não será exagerado assumir que, para o ex-Ministro, G3 seria a designação dada a um ponto erógeno.

11 comentários em “Perceber Tancos (II)”

  1. De sectários, caro Diogo, não se espera coisa diferente!!
    Nada, para além da mitopoética impressiva de esquerda e das mui humanistas proclamações, lhes interessa!
    O Abrunhosa, que na poesia musicada, pela palavra, desvela o belo e pouco fica a dever ao sublime, nestas lides carrega de tamancas, tacão alto e rebitado de tachas!!
    Não lhe fica nada bem!

  2. Eu nem sei o que é pior: se o ex-ministro da defesa não saber o que era um paiol, ou dizê-lo sem vestígios de embaraço, como se fosse a coisa mais natural do mundo. É gozar com o pagode.

    Para não partir para a violência, sugiro alcatrão e penas nestes casos.

    1. Quando achamos que Tancos já atingiu o zénite do absurdo há sempre alguém a mostrar que, afinal, podemos ir um pouco mais além.
      De facto, João, só mesmo com alcatrão e penas em barda e bem repartidos.

  3. . Governo lança apoio inédito para reflorestar área ardida .
    “Concursos de apoio à floresta, em cada região do país, no valor de 36 milhões de euros, visam reflorestar a área ardida e substituir eucaliptos por outras espécies”.
    https://www.tsf.pt/sociedade/ambiente/interior/floresta-com-apoios-regionalizados-a-partir-de-hoje-9659836.html

  4. O caso mais entediante de todos os tempos tinha de ter o corolário mais palonço de que há memória: até tu, Abrunho — já dás bitates sobre a coisa.

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