Sinceramente Pedro, para mim é mesmo qualquer programa “sobre” futebol, seja lá a que dia da semana for. Um bom programa sobre futebol começa 5 a 10 minutos antes de um jogo, mostra a primeira parte, dá 5 a 10 minutos de análise ao intervalo, mostra a segunda parte, dá 5 a 10 minutos de análise no fim do jogo. E acabou. Nada de um representante de cada um dos 3 grandes. Se lá estiverem 4 comentadores portistas que saibam do que falam, nada me incomoda. Se estiverem 3 comentadores (habitualmente barrigudos), um de cada, que só saibam atirar farpas para o ar, nem ouço.
Análises, sejam à liga, sejam ao jogo, devem ficar para o dia seguinte, feitos por pessoas que pelo menos pareçam perceber sobre o assunto e de preferência por escrito (se for em vídeo ou audio, então que seja curto). O resto fica para o café, que é onde essas discussões caem bem.
A maior parte destes “debates” está condicionada, à partida, pelo cachecol dos participantes. Importa mais o cachecol, mesmo quando o calor aperta, do que o conhecimento de cada um sobre futebol. Alguns desses participantes, aliás, ignoram quase tudo sobre futebol e até fazem gala dessa ignorância: sabem apenas de “paixão clubística”. Sobram, portanto, as referências aos pretensos “roubos” dos árbitros (há programas inteiros em que não se fala de mais nada) como em qualquer conversa de tasco ou de café. Alguém que pretenda ficar a saber um pouco mais sobre futebol – dispositivos tácticos, regras do jogo, etc – fica na mesma, João. Ou pior. Não direi que todos os programas são assim. Mas são quase todos. Há um que escapa a essa regra. Um dia destes, se calhar, falarei dele aqui.
Sinceramente Pedro, para mim é mesmo qualquer programa “sobre” futebol, seja lá a que dia da semana for. Um bom programa sobre futebol começa 5 a 10 minutos antes de um jogo, mostra a primeira parte, dá 5 a 10 minutos de análise ao intervalo, mostra a segunda parte, dá 5 a 10 minutos de análise no fim do jogo. E acabou. Nada de um representante de cada um dos 3 grandes. Se lá estiverem 4 comentadores portistas que saibam do que falam, nada me incomoda. Se estiverem 3 comentadores (habitualmente barrigudos), um de cada, que só saibam atirar farpas para o ar, nem ouço.
Análises, sejam à liga, sejam ao jogo, devem ficar para o dia seguinte, feitos por pessoas que pelo menos pareçam perceber sobre o assunto e de preferência por escrito (se for em vídeo ou audio, então que seja curto). O resto fica para o café, que é onde essas discussões caem bem.
A maior parte destes “debates” está condicionada, à partida, pelo cachecol dos participantes. Importa mais o cachecol, mesmo quando o calor aperta, do que o conhecimento de cada um sobre futebol. Alguns desses participantes, aliás, ignoram quase tudo sobre futebol e até fazem gala dessa ignorância: sabem apenas de “paixão clubística”.
Sobram, portanto, as referências aos pretensos “roubos” dos árbitros (há programas inteiros em que não se fala de mais nada) como em qualquer conversa de tasco ou de café.
Alguém que pretenda ficar a saber um pouco mais sobre futebol – dispositivos tácticos, regras do jogo, etc – fica na mesma, João. Ou pior. Não direi que todos os programas são assim. Mas são quase todos. Há um que escapa a essa regra. Um dia destes, se calhar, falarei dele aqui.