Uns glorificam-se, outros choram e lamentam-se e há aqueles que se posicionam, depois de um deplorável e degradante processo, onde ninguém esteve bem. Dos defensores do “status quo” estilo norte-coreano aos “challengers” que cobardemente nunca verdadeiramente o são, passando pelos intelectuais e “notáveis” que tiveram uma espécie de revelação e mudaram de agulhas, tudo foi muito mau. Os dementes chamam-lhe “golpe”, já aqueles que estão inebriados pela ilusória vitória, chamam-lhe “democracia”. A verdade é que pouco importa o lado do lamaçal, é tudo gente sem elevação e verticalidade, cidadãos pouco recomendáveis. O que se leu, o que se viu e o que se ouviu, sobretudo daquelas pessoas que se têm em conta como seres esclarecidos e sábios (e algumas com responsabilidades na sociedade), é revelador de como as nossas pseudo elites rapidamente embarcam na sua própria vaidade em direcção ao disparate. A contribuir para este espectáculo de cabaret esteve a comunicação social, com o seu jornalismo e comentário de sarjeta. Dizem que as elites acabam por ser um reflexo do povo. Mas será mesmo assim? Curiosamente, quando se convive com o cidadão comum, aquele que todos os dias apanha o comboio às oito da manhã no Cacém para entrar ao serviço, fica-se com a sensação de que uma grande maioria do povo se esteve literalmente a marimbar para uma querela intestina, estilo bizantino, entre Alvalade, as redacções e os “índios” das redes sociais. Deixa-se à reflexão…
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

Gostei e aplaudo a reflexão.
A propósito da avaliação que faz lembrei-me de citar isto, “Só os peixes mortos vão a favor da corrente”, e veio-me à memória de 22 Junho 2017 esta bárbara tirada:
O presidente dos bomboeiros numa primeira abordagem á estrada da morte deu a entender que “as pessoas não utilizaram o normal senso e ao avançar nem imaginaram a armadilha em que se metiam”.
Depois disto não há Santo Marta que me valha.
Façam um favor, em primeiro lugar ao Sprting e depois a Bruno de Carvalho.
Principalmente os sportinguistas desliguem da novela e deixem o homem, mesmo dando o dito por não dito, sendo que nomeadamente sobre a anunciada impugnação da assembleia é elementar que se aguarde pelos termos da respetiva fundamentação.
Que vá somando derrotas e se for caso disso que volte a perder de novo.
O que não se lhe pode negar é o exercício dos seus inalienáveis direitos.
Ás vezes até parece que se de um lado chove do outro faz vento, com situações de novas e instantâneas captações de cargos de duvidosa legitimidade.
É vê-los sentarem-se à pressa.
Parece evidente que Bruno de Carvalho sendo um homem perturbado, tem agarrada a si muita gente que lhe tem batido a não querer deixa-lo sózinho nas acrobacias em larga rede para duvidosos exercicios, com saidas de embaraçosos saltos mortais para rasteiro tapete.
Para o golpe o povo treina-se no carro e não no comboio.
De que está o Alexandre a falar?
Não arranja quem lhe empreste o desenho?
Há uns que analisam a situação com os olhos do sectarismo, outros do clubismo.
Outros, ainda, com os olhos da cidadania.
A maioria, como em quase tudo:
https://g.co/kgs/yS6ory
Na 2ª. circular tornou-se comum o congestionamento de tráfego.
Eu aceito a evidência: golpe democrático em andamento lento. E como é democrático, qualquer golpe é válido.
Ainda hão-de ver quotas a fazerem parte dos estatutos redigidos pelas mãos dos cotas.
Como sou um democrata, mas não democrático, gostaria de ver o Rei a governar. Por favor, podem alterar a constituição democrática?
Pelo castigo maior dos outros suportamos melhor a nossa própria frustração. Daí a simpatia para com a tendência tirânica de Bruno.
É o que se chama dizer cobras e lagartos…
“Dizem que as elites acabam por ser um reflexo do povo.”
Elites?
O que é isso?!
João de Brito
https://www.google.pt/search?client=ms-a ndroid-orange-pt&biw=360&bih=295&tbm=isch&sa=1&ei=dMsyW7mCJsvbgAbn-aWwCg&q=pinterest+social+pyramid+comedia&oq=pinterest+social+pyramid+comedia&gs_l=mobile-gws-wiz-img.3…8048.14367..1 5049…3….128.1576.9j7……0….1…. …..41j30i10.GomFvb%2Bgx9g%3D#imgrc=L4q Z8ctWurDGnM:
Nunca se deve misturar sequer, mesmo só em comparações, as elites com o povo…
Não se deve comparar sequer!
Regra geral, o povo é que trabalha honradamente e sustenta as elites que quase sempre são gente baixa ,gente rasteira,traiçoeira, mas que usa luvas brancas…
” Dizem que as elites acabam por ser um reflexo do povo.”
Elites?
Só esses próprios se acham elites.
Para que povo estes são os seus melhores?
Só se o povo que está a falar são os energúmenos que bateram nos jogadores.
Não é regra, mas muita vez acontece o povo compreender e destrinçar o que vale do que não vale a pena comentar.
às oito da manhã no Cacém. Ora, ora. E às sete. E às seis. Pelos Cacéns de Portugal e arredores.