Quando uma mulher escreve uma história de amor, é mais uma história de amor. Quando um homem escreve uma história de amor é sobre a condição humana.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
Quando uma mulher escreve uma história de amor, é mais uma história de amor. Quando um homem escreve uma história de amor é sobre a condição humana.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana
O amor é coisa retorcida
Ninguém tem sabedoria
Para descobrir tudo de que é feito
O que eu adoro uma bela história de amor incondicional… mais uma, mais duas…
O único ser mais inteligente que o homem é a mulher. Aqueles que duvidam disto vêm em terceiro lugar.
(frase do livro “desaforismos” de Georges Najjar Jr)
Esta não tem pés nem cabeça. Só se pode explicar pelos complexos de certas feministas. Ou há algum estudo que fundamente a afirmação?
Exactamente. Basta pensar nas reacções aos livros do Nicholas Sparks.
Não diria tanto, veja-se as obras maiores de Pedro “Chaga” Freitas.
Antes penso:
Pelas dores do desamor surge o entendimento profundo da condição humana. E pelo desamparo do afecto escrevem-se as mais belas palavras a tinta de sangue. O amor é tanto mais sentido, quanto mais dele somos esquecido.
em suma: ou é uma pieguice danada ou é uma merdice pegada.
Rimou de propósito ,ou por acaso. Ou pelo acaso, rimou?
Presumo que por pieguice tome a busca da santa condição humana.
V, já falei lá por casa que quando patinar se faça segredo, ou bolo e sangria. Sobretudo se for durante as férias.
É uma chatice pegada um gajo estar de férias, sobretudo naqueles primeiros dias de calor e bocejo, e haver um tipo de má indole, que telefona, bem intencionado: fulano de tal morreu. Ou pior, beltrano matou-se. Epa às vezes só me apetece responder: Estou no banho.
Se há gajo que detesto é um defunto sem sentido de oportunidade. E pior só o suicida que escolhe agosto para se pôr ao fresco. É mesquinho, catano. É pessoal que deveria saber o que fazer antes de entrar en férias
Foi de propósito: era uma hipérbole para esticar o lugar-comum da proposição original até ao absurdo.
“Time is so old, and love so brief,
Love is pure gold, and time a thief…
Não sei se tem a ver com o assunto, mas são palavras de Ogden Nash.
Claro, a música de Weil ajuda – e de que maneira
Uma paráfrase do refrão medieval: The lyf so short, the craft so longe to lerne.
Quando uma mulher escreve uma história de amor é um grito de alma é uma rola que esvoaça do nosso peito, é uma borboleta que desalarva numa metamorfose de sonho, sentimento, esperança e felicidade.
Quando um homem escreve uma história de amor está sempre presente a rosca e o parafuso.
Os homens são aparafusentos, nós mulheres, enroscamo-nos (deixamo-nos enroscar) por rolas e borboletas que nos façam ver arco-íris fora de nós mas, principalmente, dentro de nós.
Bons escritores de qualquer sexo mesmo mesmo muito bons há felizmente muito mas mesmo muito poucos. Contam-se pelos dedos do pé de um aleijadinho. Graças a Deus.