A tolerância, a verdade, o partido, o politicamente correcto, o amor ao próximo ou à pátria não devem ser um obstáculo à reflexão. A reflexão não é um incómodo. A sua falta, o silêncio e o permanente desconversar é que são uma fuga que nos torna intolerantes, ímpios e pequeninos. A reflexão sem voz é um acto colectivamente inútil.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

“A reflexão não é um incómodo. A sua falta, o silêncio e o permanente desconversar é que são uma fuga que nos torna intolerantes, ímpios e pequeninos. A reflexão sem voz é um acto colectivamente inútil.”
A reflexão é um incómodo e pêras. Sobretudo quando se reflecte sobre as causas de reflectirmos à nossa maneira. Os pensamentos não surgem por geração espontânea. Nunca são inocentes.
Não são os pensamentos que fazem o que somos. Somos nós que fazemos os nossos pensamentos serem como são. E quando se chega aqui uma coisa é garantida. As Noites brancas.
Assim para os que querem noites descansadas, façam um favor, a vós, e aos outro, pensem pouco. Ou ao fazê-lo molhem apenas os tornozelos.
Tomando como certo o que acima creio sê-lo, então à máxima reflexão corresponderá o grande silêncio. Aquele que nos ensina que tudo o que façamos, pensemos, terá sempre como resultado inexorável a mais singela e perfeita inutilidade. Afinal nós, os que por desorientação de pensamento, seguiram pela berma da inocência, os não Napoleões da vida, não deixarão risco, ponto, ponticulo, que façam lembrar, aos que ficam, testemunho de termos sequer falado, ou pensado.
E aos que conseguirem fazer prova, esta não será maior, na maioria dos casos, do que a mostrada pela mancha que fica quando esborrachamos uma mosca na mesa da comida.
Para uma reflexão ser colectivamente útil ela deverá primeiro transformar, melhorar, quem a pensou. Esta talvez seja a melhor forma de avaliar sobre a utilidade de uma reflexão.
Contudo as melhores reflexões são aquelas que nos surgem do Nada dos olhos fechados e que convidam a que Nada façamos.
O melhor ensinamento que delas podemos tirar é que tudo é inutil quando o esforço é maior que a pena. Tomemos, antes, como mastro e maestro, não as ideias, ou as reflexões, mas o Tempo que nunca fica.
Arquimedes com um ponto de apoio deslocaria o Universo.
Tão difícil como deslocar o Universo é contrariar a inércia social.
Para tal não basta um ponto de apoio.
Seria necessário generalizar a reflexão.
Acontece que o poder político tem tanto medo da capacidade de reflexão dos eleitores como do referendo.
Atente-se no Ensino que nos impõe.
E ficamos esclarecidos.
João de Brito
Estou em directo com a Fox News a assistir ao discurso de Rei Saudita e de Trump.
O discurso de ambos revela uma grande reflexão e um sinal que a região e o mundo a partir de hoje não serão mais o mesmo.
Trump está a revelar que os derrotados do sistema na América estão errados, e transforma a sua administração no caminho certo para uma viragem há muito anunciada.
A Rússia, em resumo, faz vingar a sua visão sobre a coexistência mundial.
Com Rhouani recentemente eleito no Irão só resta a Israel demonstrar a sua boa vontade. Não lhe resta outra saída.
Depois de Riyadh, a Europa ou se transforma ou vai jogar o pau com os ursos.
Não tens mesmo a noção do que é que são pretextos. Eu encontro centenas de pretextos no Médio Oriente para existir uma guerra, e outras centenas de pretextos na Europa.
Como se vê nos aplausos dos nossos jornalistas, Trump ao manter a aliança com os Sauditas já demonstrou que vai continuar a apoiar o regime Saudita que com o Irão e a Esquerda Marxista são os maiores apoiantes do Islamismo radical.
Trump já demonstrou que ou não percebeu ou não quer perceber e vai mudar nada de essencial.
O jornalismo Europeu que apoiou, alimentou o terrorismo marxista árabe durante décadas o que abriu o caminho para o terrorismo islâmico, mais recente até apoiaram o terrorismo contra os Iraquianos porque isso atingia Bush têm mais outro exemplo do grande serviço que fizeram à humanidade.
Ricardo Rodrigues, ex-deputado socialista e actual presidente da câmara de Vila Franca do Campo foi eleito esta quinta-feira, dia 11, como vogal do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais. Isto sim é tolerância e amor ao próximo !….
Pergunto-me se quem teve este “pensamento da semana” pensou ou é para se auto convencer que há uma receita e não entende ainda que o boa parte do mal acontece também por reflexão e pensamento.
A reflexão é muitas vezes um incómodo.
A reflexão pode-nos tornar intolerantes, ímpios e pequeninos.
A reflexão pode colocar bombas num estádio por exemplo.
Os actos é que contam.
Termos a televisão a informarmo-nos de que começa hoje o Ramadão e de como a coisa funciona é exactamente o quê? Por que é que nos estão sempre a vender peixe estragado?