Pensamento da semana


Pedro Correia,

É inaceitável a equiparação moral do grupo terrorista Hamas ao Estado de Israel, reconhecido (e aliás fundado) pela ONU. Mais inaceitável ainda por ter ocorrido quando nem estavam sepultados os cadáveres da carnificina de 7 de Outubro, que terá provocado 1500 vítimas – o maior massacre de judeus desde a II Guerra Mundial, talvez até «o mais brutal acto isolado cometido de qualquer lado deste conflito secular», como escreve Hussein Ibish num ensaio na revista The Atlantic.

Vítimas indefesas da barbárie anti-semita, em glorificação póstuma da camarilha nazi. Barbárie que aliás prossegue com a tomada de “reféns” de 34 nacionalidades, não apenas israelitas. Em Gaza, território também sequestrado pelo próprio Hamas, que ali instaura a lei do terror – desde logo contra mulheres e homossexuais.

Esta equiparação define quem a pratica. Da mesma forma que definiu todos aqueles que têm justificado e até defendido os crimes de guerra cometidos por Putin na Ucrânia. O relativismo moral, que invoca a história, a geopolítica e as identidades étnicas para “compreender” e tolerar holocaustos, é simplesmente obsceno.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana

112 comentários em “Pensamento da semana”

  1. O Hamas foi construído com a inestimável ajuda da maioria do jornalismo ocidental .
    A “equivalência” é para o Hamas poder continuar a cumprir a missão.

    Não iriam agora abandonar o monstro que ajudaram a criar. A missão desse jornalismo foi sempre re-combater 1948, 1967, 1973.

    Note como ninguém pediu para os chefes do Hamas serem detidos se saírem de Gaza.

    1. Você debita comentários com a lógica de uma linha de montagem em produção fabril: dispara palavras à toa, como jornalismo, jornalistas e marxismo, seja qual for o tema.
      Será sempre mais incómodo criticar os homicidas do Hamas e o regime totalitário de Teerão que os arma e financia.

      1. Só jornalistas conseguem que uma parte seja punida por fazer tudo para ter menos baixas civis e a outra parte recompensada por não ter cuidado nenhum com os seus civis.

        E tivemos mais um comportamento repugante da maioria dos jornalistas com o rockets do Hamas/ Jihad Islamica que atingiu o Hospital de Gaza.
        Os 500 mortos que os jornalistas anunciaram , nem devem ser 100. Mas agora que a responsabilidade é dos Palestinianos suspeito que vão ser centenas a ressuscitar.

        1. Mas se você não é informado por jornalistas, é informado como e por quem? Um guru? Orixá? Serviços secretos? Búzios? Sinais de fumo? A porteira lá do prédio?

          1. Não percebo. Um aluno não pode dizer o sistema de ensino é mau, ou que uma escola ou professor é mau?

      2. “regime totalitário de Teerão que os arma e financia.”
        Amigo Pedro Correia, cuidado com os revisionismos históricos.
        O Hamas foi fundado a partir da Irmandade Islâmica de base egipcia e foi desde logo aproveitado por várias partes, inclusive Israel, para diluir o peso da OLP.
        Foi grande amigo da administração Obama que os pôs a lutar ao lado do ISIS na Siria contra Bashir-al-Assad (“Assad must go!”) com armas provenientes dos arsenais da Libia (“we came, we saw, he died!”) – muitas das quais ainda têm sem precisar – mas que também terão – de ir buscar as americanas ou europeias que vêm do black market da Ucrânia (sim, há imagens delas nesta onda de terror do Hamas).
        O financiamento esse vem do Qatar…
        Mas compreendo que a cassette do Irão afinal a presidência Biden ainda tem que dar para atacar o Irão.
        Que o Irão terá contactos com o Hamas ? Tenho poucas ou nenhumas duvidas. E com muitos outros estados inclusive europeus, americano. Também eu conheço e falo com muita gente mas nem por isso os meto na minha casa.
        Está a confundir com o Hezbollah esse sim é patrocinado, armado e financiado pelo Irão, mas está no Libano.

        1. Hezbollah, Hamas, Jiade Islâmica: tudo a mesma escumalha.
          Com a cumplicidade activa – e o financiamento – do Catar, onde há um ano se realizou aquele miserável campeonato de futebol, e (claro) do Irão, inimigo declarado de Israel, dos EUA, do Ocidente em geral, considerado demoníaco e pecaminoso pelo clero ultra-reaccionário, misógino e homicida que governa em Teerão. Com punho de ferro e mãos sujas de sangue desde 1979.

  2. O Hamas é apenas ele próprio, chamemos-lhe os nomes que chamarmos. Não representa os palestinianos inocentes e que são maltratados pelos israelitas desde quando.

    1. Essa foi a canção que lhe venderam — e que a sr. d. Bea alegremente comprou. Os palestinianos (que não são um povo) são maltratados quando provocam o país vizinhos, em constantes arruaças, revoltas instigadas pelos capos lá do sítio e incursões no território israelita onde atacam gente à facada nas ruas. Isto é diário.

      Lá, tal como cá. Aliás é curioso que quase todos os dias nas cidades europeias haja violações, facadas, assassinatos à pistola perpretadas por muçulmanos e que todos eles sejam, não muçulmanos, mas lobos-solitários com problemas mentais. Têm todos problemas mentais, vejam lá. O denoninador comum é serem muçulmanos, uma religião fascista e assassina, gritam todos “Alá é grande” (que os jornalistas nas redacções se apressam a traduzir por “Deus é grande” para introduzir um termo de relativização), mas vai-se a ver são todos não só maluquinhos como também foram “oprimidos” pela sociedade ocidental.

      Vocês ainda não perceberam.

        1. Olha, bem que me apetecia espetar-te já uma faca no pescoço e fazer uma mija em cima da tua campa, mas como tive uma educação judaico-cristã —ou seja, fui ensinado a ser superior aos meus instintos— vou ter de aturar e conviver com pessoas que estão em estágios mais atrasados de desenvolvimento como tu. Mas não me chateies muito. Isto da cultura é só uma fatia fininha por cima do meu ADN germânico.

      1. É um erro fazer generalizações deste tipo acerca dos muçulmanos. É como fazer generalizações acerca dos indivíduos do sexo masculino, que cometem a grande maioria dos crimes violentos em todo o mundo. No entanto o meu pai, o meu marido e o meu filho, apesar de homens, nunca cometeram um crime.
        Há muçulmanos que são genuinamente bons seres humanos. O problema é que estes pobres diabos que emigram para a Europa são o que são e causam os problemas que causam. E disso não há dúvidas. Provavelmente os imigrantes de cultura muçulmana deviam ser melhor acompanhados e vigiados.

        1. Ui vigiar e acompanhar melhor esses indivíduos, não tarda será acusada de defender um Apartheid pela horda do politicamente correto que por ai anda.

          1. Isto é, sem dúvida, algo que não me agrada formular. Mas fingir que o problema não existe não costuma ajudar na sua resolução.

      2. O problema é muito pior e não estão sequer a ver a sua dimensão.
        Se Israel cair é o fim do apelo da Democracia e o Estado Liberal como forma de governo em boa parte do mundo.
        O Extremismo Islâmico terá ainda mais força. O Heezbollah tomará conta do Líbano e o Hamas ficará pronto a conquistar a Jordânia. Cada qual seguidores do Irão com misseis de 3000km apontados à Europa e prontos a seguir o desejo expresso pela constituição Iraniana de um mundo sobre o comando do Islão.
        Na Europa o poder variará entre a Extrema Direita e a Extrema Esquerda apoiada pelo muçulmanos e os apelos para acabar com a democracia vão-se suceder.

      1. Mas não deixa de ter ganho as últimas eleições em Gaza, portanto, terão de existir palestinianos que o apoiam a não ser que, contra tudo o que seria expectável ao acabar de ouvir a Catarina Martins na tv, o bom e generoso Hamas, tenha afinal aldrabado as eleições que, aliás nunca mais existiram desde que se alaparam ao poder… eish não posso crer, o Hamas a aldrabar eleições e depois a acabar com elas, um grupo tão bonzinho e democrático que até mereceu várias manifs de apoio por essa Europa fora, quem diria!? Um grupo tão altruísta e defensor dos pobres e oprimidos como a Catarina dizia ainda agora, não pode ser!
        Enfim, é óbvio que o Hamas não representa todo o povo palestiniano mas algum ele representará, não sejamos ingénuos.

        1. As eleições foram há 17 anos. Não voltou a haver outras, o que não admira: Hamas e democracia são conceitos incompatíveis.
          O movimento terrorista expulsou a Autoridade Palestiniana de Gaza, onde instaurou o terror.
          O programa político destes canalhas é implantar na Palestina uma teocracia totalitária islamista.

      2. Israel não conta porque é democrático.
        Já sei, sempre que se bombardeia um hospital põe-se na conta do Hamas, assim não há como falhar.

        1. Antisemitismo primário. Qualquer cabeça rapada escorre este ódio visceral aos “miseráveis judeus”. Que são sempre culpados até prova em contrário.
          Empurrados para o mar, assassinados mesmo que se escondam, como reza a cartilha do Hamas que esta escumalha subscreve.

        2. Ou então engolem-se todos os números que, uma organização terrorista que tem tudo a ganhar em sobreavaliar o número de vítimas palestinianas, botar cá para fora só porque nos dá jeito e não gostamos lá muito do Estado de Israel. E isto ainda por cima logo a seguir a um conjunto de atentados perpetrados exatamente pela mesma organização terrorista com o propósito mais do que evidente de incendiar toda a região e colocar o máximo de Estados de maioria islâmica (e não só) contra Israel. Sem dúvida a decisão mais racional a tomar, acreditar em tudo o que o Hamas disser, sim senhor!

          1. Os anti-semitas aplaudem o massacre cometido pelas alcateias do Hamas em Israel.
            São parentes ideológicos dos colaboracionistas do Holocausto.

        1. Por mais erros que os dirigentes de Israel cometam, nunca poderão ser comparados às ditaduras ou regimes totalitários da região ou aos movimentos terroristas que se movimentam no Médio Oriente. Começando na vizinha Síria, onde a criminosa dinastia Assad já matou, torturou, mutilou e expulsou milhões de habitantes desse desgraçado país.
          Só entre 2011 e 2021 (números da ONU) foram ali mortos 306.887 civis com identidades confirmadas.
          É o mais bárbaro dos genocídios: aquele que o tirano comete contra o seu próprio povo.

  3. E porque é que será que o Hamas decidiu agora começar uma guerra?
    E quem é que está a fornecer armamento ao Hamas?
    E porque é que se deixou de falar na guerra da Ucrânia, será que já acabou?
    Por muitas perguntas que faça não consigo dissociar Putin deste conflito.
    O Hamas foi a força de distracção ideal para Putin poder manobrar à vontade sem a vigilância internacional.

    1. Carlos Sousa é que sabe, e tinha indicação pra não dizer nada. Agora vai aparecer em toda a imprensa mundial esta queixinha do português Sousa que de futuro vai aconselhar Netanyahu a bombardear Moscovo em vez da habitual Gaza.

    2. Uma parte do armamento do Hamas é feito nos tuneis em Gaza. Outra vem do Irão, e claro também puro tráfico.
      Financiados pelo Irão, Qatar por muitas organisações Muçulmanas também na Europa.
      E também nós com as ajudas Europeias e os EUA.

  4. é tão obsceno como ignorar os massacres das últimas décadas cometidas pelo estado terrorista israel. e não percebo o que tem a ver ser um estado reconhecido .? é por causa daquilo do monopólio do uso legitimo da força? só pode.

      1. não chamar estado terrorista a Israel é legitimar os massacres de palestinianos e colonatos.
        já agora: quais as fronteiras do estado de israel quando foi reconhecido? era só para saber se tem vindo a exercer força “legitima” na área reconhecida…

        1. O Hamas quer completar o que o nazismo deixou incompleto em 1945. “Solução final”.
          Daí o mandamento supremo deste grupo terrorista que tem tantos fãs em Portugal – e até nesta caixa de comentários:
          «Se vires um judeu atrás duma árvore, mata-o.»

          Pelo menos não escondem nada. Tal como Hitler não escondeu no ‘Mein Kampf’.

        2. não chamar estado terrorista a Israel é legitimar os massacres de palestinianos e colonatos.

          Massacres de palestinianos? Quais massacres de palestinianos? Ora indique lá alguns, se fizer favor.

          E os kibbutzes são aldeias. Um país não pode ter aldeias? É assim que Israel transforma o deserto em terra arável. Por que razão é isso uma ameaça? Só porque a esquerda transformou a palavra “colono” num palavrão?

          Quer dizer, os muçulmanos podem colonizar o Martim Moniz e fazer o seu terraforming do qual nunca mais nos vamos conseguir livrar e você provavelmente acha bonito; os israelitas fazem terraforming e para si é “terrorismo” e não deviam estar ali.

          1. Ó V ponto aqueles colonatos são feitos por judeus em terra dos palestinos.

          2. Amanhã entro na sua casa expulso a sua familia para depois plantar um pomar. Deixo um post it na sua testa a dizer terraforming.

          3. Pouco importa que chamem uma coisa de direita e outra de esquerda. Defender que os palestinianos não sejam deslocados de onde estão, e não vão como refugiados para o Martim Moniz ou a Europa, são duas posições perfeitamente coerentes.

      2. o meu Post do dia:

        Sempre discordei que, por influência do jargão jornalístico norte-americano, se generalizasse o conceito de “terrorismo” a qualquer tipo de acto de violência contra pessoas indiscriminadas por motivos ideológicos ou políticos. É claro que também a ETA e outros grupos milicianos contribuíram muito para que esse epíteto se tornasse universal, mas na verdade o terrorismo tal como hoje o concebemos (a chamada imagem acústica dessa palavra: para desviar aviões, atacar multidões de infiéis em transportes públicos, assassinar pessoas ao acaso no meio da rua ou dentro de um teatro, etc) foi mais ou menos inventado por Kadhafi e, a meu ver, devia ser utilizado apenas para descrever o terrorismo islâmico.

        Há quem diga que nem esse termo devia ser utilizado, porque lhes reconhece uma “causa” e que deviam ser chamados apenas de assassinos, mas parece-me que restam poucas dúvidas de que o termo é bastante mais pejorativo do que dignificante — à excepção da cultura muçulmana, onde o terrrorismo é visto como uma acção heróica e esses actos são festejados nas ruas por civis em transe colectivo, e nalgumas tibornadas obscuras de grupos de extrema-esquerda, onde são celebrados como represálias justificadas. Quase como na Sic Notícias. E é precisamente por esse mesmo motivo que não deveria ser usado senão para descrever esse fenómeno particular: o terrorismo islâmico.

        Escusam de contrapôr: então o que é que chamaríamos a dois indivíduos que entram na sua antiga escola para uma shooting spree ou como qualificar as acções bombistas anti-modernidade do ludita Ted Kaczynski? Não sei, mas não é terrorismo.

      3. Se o expulsassem da sua casa na sua própria terra, aí você saberia realmente o que significa a palavra obscena. Sentadinho ao seu computador a arrotar postas de pescada, você é o maior.

        1. Graças ao António Costa isso já acontece cá em Lisboa. Um dia destes serei eu, não te preocupes. Em Gaza duvido que aconteça.

    1. A resposta proporcional para VExa seria O que seria a lançar milhares de rockets sobre território palestiniano, entrar em Gaza pela calada e violar, torturar, raptar e chacinar exactamente o mesmo número de homens, mulheres e crianças que o Hamas violou, torturou, raptou e chacinou em Israel?
      O “Estado terrorista de Israel” é “apenas” a única democracia no meio daquela barbárie. Goste ou não.
      Estou farto de repetir isto: é muito humanista enquanto não lhe raptarem os seus pais e usarem como escudos humanos, não chacinarem a sua família apenas porque comete o crime de ser judia, não a violarem e a exibirem nas ruas de Gaza como troféu, ou não queimarem vivos os seus bébes que aliás, e já que defende terroristas, deva aproveitar para quando for jantar lavar as mãos com o sangue dos bebés chacinados no dia 7. O que vocês querem sabemos nós de gingeira….não passam de defensores dos métodos do Sr Afolfo mas disfarçados

      1. O Hamas (tal como a Jiade Islâmica e como a teocracia homicida de Teerão, que financia ambos) defende abertamente, com cartilha impressa, a destruição de Israel e a morte dos judeus.
        Basta isto para ficarem catalogados.

    2. Pode elucidar sobre a última vez que Israel entrou de surpresa num mercado, ou numa cerimónia religiosa (duvido que os concertos sejam permitidos) em Gaza e aterrorizou, torturou e matou a eito os civis?
      Está a comparar o que simplesmente não é comparável.

      1. Quem desculpa, relativiza, enquadra terroristas é igual a eles. A senhora é que vem desconversar e comoarar algo que não é comparável para que de enquadre na sua “equivalência moral”. Não é a sua família ou amigos… relativizar e comoarar o que bestas humanas fizeram no sábado e pretender justificá-las com vomparações absurdas, revela muito de quem são: estão se borrifando para os “Palestinianos”. O que vcs querem secretamente mas como são cobardes não o dizem abertamente, é riscar Israel do mapa e exterminar os judeus. Simples. Tão responsável é quem executa como quem desculpa ou esconde. Além do desconhecimento atroz da História.
        20% da população de Israel é árabe. Com os mesmos direitos civis de qualquer outro. A comunidade lGBT pode manifestar-se à vontade. Quantos judeus vivem em países árabes? Quantos gays vivem em gaza sem que sejam perseguidos, mortos?
        Minha senhora, vá dar banhinho ao “chien” e dispenso equivalências morais de quem é desonesto intelectualmente. Passar bem

  5. São os mesmos, e os filhos deles que acham que o ataque às Torres Gémeas foi justificado.
    O Ocidente não aprendeu nada nestes 22 anos, e pior, até fomentou a proliferação do ideal islâmico.
    Agora já e tarde e as consequências vão ser terríveis, ainda por cima numa época em que nunca o mundo teve a governá-lo tantos incompetentes, e eu pergunto que fizemos nós de mal para chegarrmos a este ponto?

    1. Alguns por cá (até nesta caixa de comentários) não verteram uma lágrima pelas três mil vítimas mortais das Torres Gémeas, no 11 de Setembro.
      O mesmo agora, pelas 1500 vítimas mortais do 7 de Outubro em Israel.
      Devem até seguir a escola de pensamento do tal desembargador do Porto. «Estavam mesmo a pedi-las…»

  6. O HAMAS é um grupo de malfeitores terroristas da pior espécie, ponto. E é como tal que tem de ser tratado, o contrário disto será chover no molhado.

      1. Concordo a 100%. Só faltou dizer também: Um bando de ladrões, que bombardeiam populações civis – 40% das quais são crianças- ,protegidos pelos interesses dos EUA e dos europeus na região – aquela coisa chamada petróleo – sucessivos governos democráticamente eleitos que apesar disso não deixam de conduzir uma política autoritária sobre os seus vizinhos palestinianos e com enormes responsabilidades sobre o eterno conflito que alimentam.

        1. “Petróleo” em Israel?
          Tanto dislate anónimo aqui.
          Quando o Estado de Israel foi fundado, em 1948, o que mais havia lá era areia e pedras – com vários lacraus por baixo.

    1. Nunca vi tanta feminista caladinha depois do estrupo, assassinato e exibição como troféus das mulheres chacinadas no dia 7….
      Mas isto sou eu que sou “islamófóbico” e outros adjectivos que estas cabecinhas tontas gostam de dizer porque são gente ignorante e mal formada…
      Quem não vos conhecer que vos compre ..

      1. O cúmulo do absurdo é ver mulheres ocidentais, em Portugal, defender o Hamas.
        Pergunto-me se elas gostariam mesmo de viver sob o jugo desse grupo terrorista, para quem as mulheres são gente de segunda ou de terceira. E que fazem da violação uma bandeira “identitária”.

  7. Os relativistas da “equivalência moral”, os que dizem não apoiar nenhum dos lados ou ambos, que “contextualizam”, “enquadram” ou que “têm de ver todos os lados da questão” , estão-por cobardia, ignorância ou por serem simplesmente uns crápulas- a defender o lado que todos nós sabemos

    1. Alguns fazem-no por cobardia. Para evitarem o triste fim de mais um professor em França, esquartejado há três dias por um destes canalhas que buscam o “martírio” em louvor de Alá.
      Mereciam, uns e outros, viver sob a pata do Hamas ou do ISIS ou da Jiade Islâmica. Para provarem daquilo que defendem.

          1. Eu não prefiro nada, você é que só consegue, ou quer, ver um lado do problema.Não tenho trela ideológica, nem tão pouco partidária. Para mim as vítimas do hamas são iguais às vitimas provocadas por Israel. Os palestinianos são vítimas do hamas e vítimas de Israel. Ou você acha que os outros são todos estúpidos em acreditar que a política de Israel está imaculada e que os israelitas são todos uns santos ? Tenha juízo homem… Você usa umas palas que o impedem de ver para os lados, e acha que os outros andam a dormir. Faz lembrar os apoiantes de putin quando tentam passar a ideia de que o homem é um santo e aquilo lá na Ucrânia é só nazis.

          2. O meu anonimato é um direito que me assiste. Começo os meus comentários da maneira que entender e você não tem nada com isso. Afirma ser contra totalitarismos mas quando alguém não concorda inteiramente consigo, opta por colocar rótulos nas pessoas. Eu respeito e concordo consigo quando se trata de considerar o terrorismo islâmico uma desgraça, algo que deve ser combatido até à exaustão. Já você, só consegue ver o preto e o branco. O Salazar afirmava que quem não era por ele era comunista. Você, quando escuta ou lê críticas a Israel, logo afirma que os autores de tais críticas são apoiantes do hamas. É uma postura de quem é simplesmente bronco. Não tente dar lições às pessoas, além de não ter pinta para isso, no seu caso reflete apenas uma arrogância bacoca.

          3. Anonimato não é direito em lugar algum.
            O dever de alguém que expressa opiniões em espaço público, numa democracia, é identificar-se, é assumir aquilo que opina.
            Caso contrário o que escrever ou o que disser vale zero. É o seu caso.

          4. A sério ? Vivemos numa democracia ? Pensei que sim mas sobretudo a partir de 2020 pensei melhor.
            Quanto ao anonimato há boas razões, Não seja ingénuo. Fui perito profissional de segurança de comunicações durante 3 décadas sei do que falo. Anonimato verdadeiro, não existe.
            https://en.wikipedia.org/wiki/Myrotvorets
            https://larouchepub.com/other/2022/4934-ukraine_s_deathlist_database_m.html
            As ideias, não precisam de nomes, a não ser que se queiram combater os homens, mas não as ideias.

          5. Se não sabe o que é uma democracia, experimente viajar para Teerão. Por contraste, fica rapidamente a saber.
            Convém ir munido com bilhete de ida e volta.

          6. “Para mim as vítimas do hamas são iguais às vitimas provocadas por Israel.”

            Não são.
            A vitimas Israelitas são protegidas pelo governo de Israel que perde poder se não defender os seus.
            As vitimas Palestinanas não são protegidas pelo Hamas que ganha cada vez mais apoio de pessoas como você sempre que há ainda mais vitimas Palestinanas.

            As vitimas Palestinianas tanto podem ter a culpa de Israel como do Hamas.
            As vitimas Israelitas têm culpa do Hamas.

          7. “As vitimas Israelitas têm culpa do Hamas.”
            Do Hamas e do Netanyhau que não os protegeu devidamente por razões politicas para tudo isto acontecer.

  8. É sem dúvida inaceitável. As declarações de condenação das atrocidades cometidas por ambos os lados do conflito, como se fossem equivalentes, são de uma hipocrisia avassaladora.
    O Hamas é uma organização terrorista que usurpou do poder na Faixa de Gaza, usa os civis palestinianos como escudos humanos e os civis israelitas como alvos a atacar. Já Israel é um estado democrático que se encontra em guerra com um inimigo traiçoeiro.
    Na realidade, tenho algumas dúvidas de que existam palestinianos inocentes em Gaza, dada a lavagem ao cérebro a que estão sujeitos. Mas posso estar a ser injusta. Espero estar a ser injusta.
    PS- As manifestações de júbilo de vários indivíduos muçulmanos na Europa na sequência do horrendo ataque terrorista de 7 de Outubro fazem pensar no que estamos a fazer quando abrimos as portas a este tipo de gente. E o que fazer com aqueles que já são cidadãos europeus.

    1. O Hamas tomou o poder em Gaza há 17 anos, expulsou de lá a Autoridade Palestiniana em 2007, canalizou todas as ajudas internacionais entretanto recebidas para adquirir armamento e treinar terroristas. Não construiu uma infra-estrutura (nem estradas, nem escolas, nem hospitais). Nada fez para dotar o território de elementares meios de subsistência.
      Repito: há 17 anos. Com generosos donativos da ONU e da UE, que foram transformados em armamento. Incluindo mísseis que o Hamas vai despejando todos os meses, há vários anos, sobre Israel. Enquanto transforma todos os habitantes de Gaza em escudos humanos, violando todas as normas do direito internacional.

      1. Convém lembrar, a propósito, que a Autoridade Nacional Palestina governava Gaza, com mandato internacional, desde a década de 90.
        A eleição para o Conselho Nacional Palestino (em 2006, não voltou a haver outra) ocorreu em 2006, com vitória em Gaza do Hamas. Que tratou imediatamente de expulsar de lá a rival Fatah, (de matriz secular, menos conotada com o extremismo religioso e força dominante na Organização de Libertação da Palestina, existente desde 1964), ficando com pleno domínio do território. A expulsão consumou-se durante quase um ano de sangrenta guerra civil entre os dois grupos e conduziu ao bloqueio da Faixa de Gaza por Israel (a norte e leste) e pelo Egipto (a sul).
        Configurando a actual Gaza que volta aos noticiários pelos piores motivos.

        Leitura recomendada:
        https://www.bbc.co.uk/news/newsbeat-44124396

        1. Tudo certo, Pedro.
          A minhas dúvidas prendem-se com o posicionamento da população de Gaza. Apoiarão o Hamas neste desígnio de exterminar Israel é instituir um estado islâmico na região? Ou estarão fartos de entregar os seus filhos como carne para canhão? Asneiam pela guerra ou pela paz? Há relatos de bombas colocadas por crianças palestinianas na fronteira com Israel, o que, para mim é o grau zero da civilização. Até os animais protegem os seus filhos. Aquela gente cresceu a odiar os judeus e a cobiçar a terra de Israel. Haverá redenção?

          1. Dificilmente, Susana. Demasiado veneno a empestar a atmosfera.
            Hoje estamos ainda pior, não melhor.
            O mais próximo que houve de um cenário pouco nublado durou quase nada, naquele aperto de mão em 1993 entre Rabin e Arafat na Casa Branca.
            Foi uma fugaz ilusão.

  9. É tanta a mente brilhante por aqui a tentar provar quem matou mais inocentes neste conflito, que certamente saberão responder a esta pergunta : se em 1948 europeus e americanos não tivessem tido a iluminada ideia de juntar dois povos, duas, culturas e duas religiões opostas, numa região do tamanho do alentejo onde uma delas constituía a esmagadora maioria sobre a outra, será que nos dias de hoje haveriam tantos grupos islâmicos radicais ? Eu acho que estes grupos nasceram de geração espontânea… mas quem sou eu ao pé de tanta sabedoria histórica, ou será mais “sabedoria” ideológica? Tipo trela que enviesa a visão. Esquerda, direita, esquerda, direita. Um bocado limitados….

    1. Tanta ignorância, caramba.
      O Estado de Israel nasceu por resolução da ONU, de 1947, e o primeiro país a reconhecê-lo formalmente foi a União Soviética (de Estaline).
      Não admira que este sem-nome se indigne contra “mentes brilhantes”. Ele jamais será uma delas.

  10. Para tentar entender este conflito, um pensamento da semana é pouquechinho pouquechinho, pouquechinho…. você lembra o hamas. Quem não é por mim é contra mim.

  11. a partir de hoje , depois de bombardearem um hospital e de seguida fazerem um segundo bombardeamento às equipas de resgate o estado de israel é um bando de assassinos.

    1. Há quase dois anos que o vosso adorado Putin faz isso na Ucrânia. Arrasa hospitais, maternidades, creches, escolas, teatros, museus, igrejas, catedrais… Sem que vocês, putinistas, tivessem soltado um vagido de protesto. Desde Fevereiro de 2022.
      Despertaram agora da letargia, mas não na Ucrânia.
      Alguém poderá levar-vos a sério? Nem pensar.

      1. e há quase dois anos que o Pedro berra contra o Putin , que luta contra um exercito bastante bem fornecido por todos nós.. portanto , ninguém também o levará a sério nos prantos.

        1. Tenho este defeito: detesto ditadores, desprezo tiranos, abomino genocidas.
          Alguns entram hoje em êxtase com o eixo Moscovo-Minsk-Pequim-Teerão-Pyongyang.
          Eu olho para Putin-Lukachenko-Khamenei-Xi-Kim e vejo Hitler-Mussolini-Pétain-Tojo-Hirohito.
          A este eixo, tal como acontecia com o outro, não faltam colaboracionistas.

          1. “ Tenho este defeito: detesto ditadores, desprezo tiranos, abomino genocidas.”
            Muito bem resumido. Subscrevo.

          2. É um princípio que me serve de bússola. Contra os relativismos morais e contra a geometria variável em função da trincheira mais amiga.

      2. Israel já está a dizer que o ataque não foi da sua autoria. Parecido com putin… tão bons uns como os outros

        1. Não é só Israel. Todas as evidências apontam para um atentado da Jiade Islâmica no próprio dia da chegada de Biden a Israel.
          Como é óbvio, o governo de Telavive seria sempre o último interessado em perturbar essa visita.
          Para o Hamas e a Jiade Islâmica, que usam e abusam de escudos humanos e fazem do martírio de centenas ou milhares uma “causa”, matar cinco ou cinquenta ou quinhentos tanto faz. É tudo para glória de Alá.

          P. S. – Declarações do MNE português, Cravinho:
          https://www.rtp.pt/noticias/mundo/cravinho-convencido-de-que-ataque-a-hospital-em-gaza-partiu-da-jihad-islamica_a1522444

    2. partir de hoje , depois de bombardearem um hospital e de seguida fazerem um segundo

      Ouviste na televisão, não foi? Pois, mas não foi Israel. Foi uma acidente causado pelo próprio Hamas. Como é que é possivel as pessoas ouvirem uma mentira propagada pelo jornalismo esquerdista e pró-muçulmamo e repetirem-na acriticamente sem sequer parar para pensar.

    3. a partir de hoje , depois de bombardearem um hospital e de seguida fazerem um segundo bombardeamento às equipas de resgate o estado de israel é um bando de assassinos.

      Tu e as televisões que ontem acusaram Israel de atacar o hospital em Gaza deviam ter vergonha.

      Na Sic Notícias, insuspeitos de alguma vez defenderem Israel, e que ainda ontem estavam indignadíssimos com o ataque ao hospital, acabaram de passar uma gravação de uma conversa entre a Jihad e o Hamas em que eles admitem que foram eles.

      Era bom que te retractasses das tuas palavras. Tu e os jornalistas comunas na televisão portuguesa. É nojento o que vocês fazem. Se calhar desdenham das pessoas imediatamente ao vosso lado, e acham que “fazer bem” é defender uns canalhas lá no meio do deserto apenas porque detestam os ricos, a América e Israel. Vocês são uns verdadeiros bandalhos, ignorantes e invejosos. Na verdade insurgem-se contra o “capitalismo” mas vivem bem confortáveis no meio dele e são os piores de todos os ocidentais. Dá vómitos.

      1. O V. ponto não sabe ler, ou ver.
        Então todos aqueles prédios arrasados não são devido a ataques de Israel?
        O hospital, haverá sempre um hospital e crianças a morrer, é que não.
        Israel até arranjou uma ligação do Hamas a combinar como haviam de acertar na enfermaria das crianças, ao que chega a contra informação. Bem poderiam ter avisado o hospital mas não, assim não dava dúvidas internacionais.

        1. Então todos aqueles prédios arrasados não são devido a ataques de Israel?

          Mau. Não estamos a falar dos prédios. Estamos a falar da explosão no hospital. Mas que merda de argumentação é essa?!

          Os prédios… olha, se não tivessem atacado Israel ainda lá estavam. Pessoalmente acho que deviam arrasar aquilo tudo e correr com as pessoas dali. Assim como está é ainda pior do que a costa da caparica.

  12. E são também os culpados de terem enchido a europa de muçulmanos. Não foi por falta de aviso. Foi por teimosia ideológica e portanto espero que venham a pagar muito caro esse erro. Humanitariozinhos de merda, não vêm um palmo à frente do vosso focinho de estúpidos.

  13. Aqui e acolá, em Portugal e por essa Europa, custou mas lá se começa a perceber o problema que o politicamente correcto criou.
    Esta carnificina entre islamitas e judeus se calhar é uma bricadeira de crianças comparado com o que será aqui. Sem Sociedade das Nações nem a anquizolada Organização das Nações Unidas em que o voto de um estado democrático vale tanto como o voto de uma teocracia ou uma república das bananas. Não vai acabar bem, não vai não.

  14. «…Estado de Israel, reconhecido (e aliás fundado) pela ONU…»

    Os Judeus não são Israelitas nem descendentes das Doze Tribos de Israel, nem tão pouco são um Povo mas sim uma Etnia e adeptos de uma religião, o Judaísmo.

    A Palestina é um País e os Palestinos são um Povo, aquele território pertence-lhes, é deles por direito, na Carta Sincronológica de Adams a Palestina vem marcada desde 1450 A.C..

    Os Estados Árabes não têm qualquer problema com o Judaísmo, sempre conviveram uns com os outros, sempre foi assim desde os tempos antigos, até ser inventado pelos Anglo-Sionistas – através da «Declaração de Balford» – o “Estado” terrorista e genocida de Israel que ao contrário do que você falsamente afirma não foi uma responsabilidade da Organização das Nações Unidas (ONU), é uma criação do regime da Inglaterra e do Sionismo conforme confirma Nathaniel Rothschild em entrevista com Danny Taub, embaixador israelita:

    – Lord Rothschild fala sobre a «Declaração de Balford» de 1917

    https://vimeo.com/216798357

    1. A Palestina é um País e os Palestinos são um Povo, aquele território pertence-lhes, é deles por direito, na Carta Sincronológica de Adams a Palestina vem marcada desde 1450 A.C..

      Errado. A Palestina não é um país. O os actuais “palestinianos” não são um povo. E o território não lhes pertence por direito nenhum. Os muçulmanos enquanto grupo cultural só existem depois de 600 DC, portanto o que vem marcado como Palestina tinha outros povos que não os actuais habitantes de Gaza. Se o terreno pertence por herança a alguém não é a eles com certeza. É aos Judeus e aos Filisteus (que já não existem e foram absorvidos pelo Egipto, que escravizava toda a gente na região). As pessoas a que a esquerda chama hoje “palestinianos” são na sua maioria populações do Sinai que foram empurrados para ali para fazer um enclave contra Israel e outros de origem árabes que vieram do norte, do Líbano e da Síria ou que deambulavam por toda a Palestina como trabalhadores temporários.

      Você está a confundir Gaza, com a Palestina inteira. Mas isto até nem importa muito, porque quem quer eles sejam, com direitos ou sem direitos, estão num sítio sem futuro:

      Gaza não tem terrenos agrícolas, não tem espaço para indústrias, não pode crescer — para quê fazer um país ali num território sem condições, mais pequeno do que o distrito de Lisboa, sem a mínima possibilidade de se sustentar a si próprio? É um país condenado ao fracasso. E que será sempre um sítio refém da política regional e dos ódios entre os povos, e uma trincheira contra Israel — tal como sempre foi.

      A não ser que esperem que a UE fique a subsidiar aquilo tudo até ao fim dos tempos. Era o que faltava. Sobretudo agora que a Inglaterra saiu da UE — a UE não tem rigorosamente nada a ver com aquilo.

  15. Quando ainda nem foi possível identificar todas as vítimas, de tão irreconhecíveis que ficaram.
    Quase tão abjecto, mas muito mais subtil e muito mais sistémico (como é de moda dizer-se), é o antissemitismo disfarçado de empatia pelos desgraçados dos palestinianos daquele grupinho cobarde que já nem disfarça a sua sanha por ver Israel cair na provocação de que foi alvo. É só miserável.

  16. Nos últimos bombardeamentos em Gaza, Israel já conseguiu matar centenas terroristas…. ah ! Esperem, esperem, afinal foram centenas de civis, alguns de tenra idade.

    1. Essa é a mesma lógica do hospital cristão de Gaza, onde Israel matou de uma vez só “500 pessoas”… Esperem, não foram 500… Esperem, não foi no hospital… Esperem, não foi Israel.

      Os propagandistas do Hamas, que faz da mentira uma arma de propaganda e dos escudos humanos uma arma de guerra, deviam experimentar na pele só um bocadinho daquilo que o Hamas, no seu manifesto fundador, diz que é dever de qualquer militante islâmico fazer aos “infiéis”.
      A ver se gostam.

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