Pensamento da semana


Pedro Correia,

 

A vida é tudo quanto acontece à tua volta enquanto estás com os olhos fixos no telemóvel.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana

28 comentários em “Pensamento da semana”

  1. Verdade. Há muito quem a vá perdendo sob a desculpa de conversas ou outras distracções por via dos inseparáveis telemóveis. Todos os laços que apertam em demasia, deixam de ser laços.

      1. O tempo que aqui passo é muitíssimo menor do que o que o Pedro Correia dispende a dinamizar e tratar do blogue.

          1. Ó Pedro Correia; isso é que é profunda delicadeza dispensada aos seus leitores.
            Pela parte que me toca, muito obrigado.

      2. O balio é funcionário público. Quando chega ao emprego, às 10.50, vai beber café até às 11.30. Dá perfeitamente para dar uma volta pelos jornais online e pelo esquerda.net até à hora de almoço. Mas depois fica sem nada para fazer até às 3 da tarde, hora em que vai para casa!

        Portanto passa esse bocadinho no Delito. Uma pessoa tem de ocupar o tempo com alguma coisa.

  2. Pois, a vida pode acontecer à minha volta mas não é à velocidade 5G. E qual é o gozo? Não posso fazer downloads nem uploads, não posso fazer streaming, não posso delitar os Trolls.
    O que é que estou a perder afinal?

  3. Aqui também?
    Acompanho há anos,após o fecho do Albergue e do Forte.
    A qualidade diversificada não me permite considerar perda de tempo. Até mesmo,sobretudo
    quando me não identifico com um ou outro artigo. Fossem todos da mesma opinião e seria a
    chatice,alguma espécie de paraíso. A lenta sucessão e renovação de autores reforça o interesse.
    Quando posso venho.
    Saúde e sorte.
    tiutónio

  4. Essa afirmação destaca uma preocupação válida sobre o uso excessivo de dispositivos móveis e a falta de atenção ao que está acontecendo ao nosso redor. É importante lembrar que a vida é cheia de momentos preciosos e experiências significativas que podem passar despercebidos quando estamos constantemente distraídos com nossos telefones.

    Embora os dispositivos móveis tenham proporcionado muitos benefícios, como a conexão com pessoas distantes e o acesso a informações úteis, é fundamental encontrar um equilíbrio saudável no uso deles. Afinal, a vida real acontece fora das telas, nos relacionamentos pessoais, na apreciação da natureza, na experiência de novos lugares e na interação com o mundo ao nosso redor.

    É importante reservar momentos para desconectar dos dispositivos móveis e estar presente no momento presente. Isso pode melhorar nossa qualidade de vida, nossos relacionamentos e nossa apreciação pelas pequenas alegrias que a vida nos oferece todos os dias. Portanto, vale a pena refletir sobre como podemos usar nossos telefones com sabedoria e aproveitar ao máximo a vida que nos rodeia.

      1. Ó Pedro Correia, desconectar, mas nem tanto.
        Explique-me lá como o Sérgio Conceição orientava a equipa a partir do camarote prisional, hã?

      1. Conheço duas miúdas, irmãs com 12/13 anos. Os pais (que não têm falta de dinheiro) nunca lhes deram telemóveis. Expliquei-lhes que “isso é porque os vossos pais gostam mesmo muito de vocês”. Os outros miúdos olham para elas com desconcerto.

  5. Eu costumo dizer que a culpa não é dos telemóveis (será que hoje conseguiríamos gerir tudo com a mesma facilidade sem eles?), é do uso que deles fazemos. O problema é que os malvadinhos cada vez têm mais funcionalidades e são mais úteis – muito para lá das redes sociais – e não há como escapar.
    O lado bom é que ainda não conseguem substituir uma boa conversa ao vivo ou um jantar com amigos. Por enquanto…

      1. Também me parece. Com um bocadinho de sorte, já não vamos estar cá para ver – ou então estamos, mas tão chechés que já não vamos perceber :)))) E isto não é pessimismo, note-se, é só lucidez (acho que por enquanto ainda vou tendo alguma). Felizmente ainda há alguma esperança, por ver que na geração a seguir à minha nem todos se deixam alienar completamente pelas redes sociais. Já a geração dos que são agora adolescentes ou quase, essa ainda é uma incógnita, mas os indícios não auguram nada de positivo.

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