A vida é tudo quanto acontece à tua volta enquanto estás com os olhos fixos no telemóvel.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
A vida é tudo quanto acontece à tua volta enquanto estás com os olhos fixos no telemóvel.
Este pensamento acompanhou o DELITO DE OPINIÃO durante toda a semana
Verdade. Há muito quem a vá perdendo sob a desculpa de conversas ou outras distracções por via dos inseparáveis telemóveis. Todos os laços que apertam em demasia, deixam de ser laços.
Isso, Bea. É bem verdade.
E passam a amarras.
Bom dia.
Com a devida vénia, subscrevo.
Saúde
António Cabral
Saúde, meu caro. Física e mental.
No telemóvel ou no Delito de Opinião.
Nisso, você é catedrático. Sendo o comentador que aqui passa mais tempo. Desde sempre.
O tempo que aqui passo é muitíssimo menor do que o que o Pedro Correia dispende a dinamizar e tratar do blogue.
A diferença entre nós é que eu tenho um papel activo – escrevo. Você é passivo – comenta o que outros escrevem.
Uma diferença enorme.
Ó Pedro Correia; isso é que é profunda delicadeza dispensada aos seus leitores.
Pela parte que me toca, muito obrigado.
O balio é funcionário público. Quando chega ao emprego, às 10.50, vai beber café até às 11.30. Dá perfeitamente para dar uma volta pelos jornais online e pelo esquerda.net até à hora de almoço. Mas depois fica sem nada para fazer até às 3 da tarde, hora em que vai para casa!
Portanto passa esse bocadinho no Delito. Uma pessoa tem de ocupar o tempo com alguma coisa.
Balio é um socialista anti-social.
Balio é marxista-lavourista.
Pois, a vida pode acontecer à minha volta mas não é à velocidade 5G. E qual é o gozo? Não posso fazer downloads nem uploads, não posso fazer streaming, não posso delitar os Trolls.
O que é que estou a perder afinal?
Aqui, nada. Se fizer como tanta gente, que passa horas a ver vídeos de gatinhos, a partilhar anedotas imbecis e a dar crédito a notícias falsas, sim.
Aqui também?
Acompanho há anos,após o fecho do Albergue e do Forte.
A qualidade diversificada não me permite considerar perda de tempo. Até mesmo,sobretudo
quando me não identifico com um ou outro artigo. Fossem todos da mesma opinião e seria a
chatice,alguma espécie de paraíso. A lenta sucessão e renovação de autores reforça o interesse.
Quando posso venho.
Saúde e sorte.
tiutónio
Obrigado. Saúde para si também. Vá aparecendo.
Essa afirmação destaca uma preocupação válida sobre o uso excessivo de dispositivos móveis e a falta de atenção ao que está acontecendo ao nosso redor. É importante lembrar que a vida é cheia de momentos preciosos e experiências significativas que podem passar despercebidos quando estamos constantemente distraídos com nossos telefones.
Embora os dispositivos móveis tenham proporcionado muitos benefícios, como a conexão com pessoas distantes e o acesso a informações úteis, é fundamental encontrar um equilíbrio saudável no uso deles. Afinal, a vida real acontece fora das telas, nos relacionamentos pessoais, na apreciação da natureza, na experiência de novos lugares e na interação com o mundo ao nosso redor.
É importante reservar momentos para desconectar dos dispositivos móveis e estar presente no momento presente. Isso pode melhorar nossa qualidade de vida, nossos relacionamentos e nossa apreciação pelas pequenas alegrias que a vida nos oferece todos os dias. Portanto, vale a pena refletir sobre como podemos usar nossos telefones com sabedoria e aproveitar ao máximo a vida que nos rodeia.
Sim, é importante desconectar. Fundamental.
Ó Pedro Correia, desconectar, mas nem tanto.
Explique-me lá como o Sérgio Conceição orientava a equipa a partir do camarote prisional, hã?
O telemóvel é a nossa gaiola prisão que transportamos no bolso para nos aprisionarmos, constantemente.
Cada vez mais.
E começa cada vez mais cedo, coitados dos miúdos.
Conheço duas miúdas, irmãs com 12/13 anos. Os pais (que não têm falta de dinheiro) nunca lhes deram telemóveis. Expliquei-lhes que “isso é porque os vossos pais gostam mesmo muito de vocês”. Os outros miúdos olham para elas com desconcerto.
Eu costumo dizer que a culpa não é dos telemóveis (será que hoje conseguiríamos gerir tudo com a mesma facilidade sem eles?), é do uso que deles fazemos. O problema é que os malvadinhos cada vez têm mais funcionalidades e são mais úteis – muito para lá das redes sociais – e não há como escapar.
O lado bom é que ainda não conseguem substituir uma boa conversa ao vivo ou um jantar com amigos. Por enquanto…
Sim, Ana, por enquanto… Já faltou mais para a quase totalidade da vida de imensa gente se tornar quase em exclusivo virtual.
Também me parece. Com um bocadinho de sorte, já não vamos estar cá para ver – ou então estamos, mas tão chechés que já não vamos perceber :)))) E isto não é pessimismo, note-se, é só lucidez (acho que por enquanto ainda vou tendo alguma). Felizmente ainda há alguma esperança, por ver que na geração a seguir à minha nem todos se deixam alienar completamente pelas redes sociais. Já a geração dos que são agora adolescentes ou quase, essa ainda é uma incógnita, mas os indícios não auguram nada de positivo.
Tenho essa esperança também.