Pensamento da semana.


Maria Dulce Fernandes,

“As máscaras vão manter-se obrigatórias em locais concretos, como sejam os transportes públicos, os hospitais e lares, ou as grandes superfícies comerciais. Nas lojas do comércio local deixam também de ser obrigatórias.”

Finalmente podemos tirar as máscaras! Mas devemos ou queremos até pô-las longe das nossas vidas?

Pessoalmente, não vou deixar de usar a máscara no meu local de trabalho. Não sinto que as condições de segurança, no que concerne à saúde pública, sejam as ideais para começar a embandeirar em arco.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

65 comentários em “Pensamento da semana.”

  1. “Mas devemos ou queremos até pô-las longe das nossas vidas?”
    SIM!!!! Que vade retro. Máscara nunca mais!

    PS – Eventualmente poderei ponderar usá-la se tiver de aceder a uma urgência no pico do Inverno. Ou se tiver de entrar numa farmácia ou supermercado com sinais de virose respiratória.

    1. Eu vou continuar a usar máscara no meu emprego, Susana. É sufocante e incómoda mas, para além de nas últimas duas primaveras as alergias terem estado controladas, passa por lá muita gente cuja proveniência é duvidosa “Covidisticamente” falando.

      1. passa por lá muita gente cuja proveniência é duvidosa “Covidisticamente” falando

        Mas

        (1) A Dulce está vacinada, logo, não deve temer que, mesmo que contraia o vírus, ele lhe faça muito mal. Enfim, poderá causar alguns incómodos ligeiros, mas não mais que isso.

        (2) As máscaras servem predominantemente para proteção dos outros, não nossa. Se as pessoas com quem a Dulce contacta não estiverem mascaradas, não vale de muito à Dulce está-lo.

        1. “Afinal, se usarmos uma máscara de proteção na rua estamos não só a proteger quem nos rodeia, caso estejamos infetados com o novo coronavírus, mas também é eficaz para nos protegermos a nós próprios.”
          In SIC Notícias

          Se usar a malfadada máscara me ajudou com as alergias, alguma coisa há-de fazer, não acha?

          1. Se usar a máscara me ajudou com as alergias, alguma coisa há-de fazer, não acha?

            A máscara é benéfica para as alergias, que são causadas por partículas de pólens, e também para a poluição provocada pelos motores diesel, que são partículas finas. Na Ásia sempre houve muitas pessoas a usar máscara para se protegerem da elevadíssima poluição, provocada por motores diesel muito rascas, que lá é usual.

            Mas os vírus são coisas muitíssimo mais pequeninas do que os pólens ou as partículas emitidas por motores diesel.

            Quero eu dizer: usar máscara pode ajudar a Dulce contra as alergias, mas basicamente não a ajuda nada contra o vírus.

            Tal como eu disse, as máscaras servem para proteger os outros, não para nos protegermos a nós mesmos, dos vírus. Já dos pólens e da poluição diesel, elas servem sim para nos protegermos a nós mesmos.

            Resumindo: eu concordo totalmente que a Dulce ande de máscara, se isso a ajuda a ter menos alergias. Mas não espere a Dulce que usar máscara a proteja contra o vírus da covid.

          2. Não houve epidemias de gripe desde que quase todos andam de máscara. Será que é porque o vírus da gripe tem um motor a diesel? … Já eu, é mais amendoins.

          3. Talvez tenha sido por causa das restantes 101 medidas e não propriamente da máscara. A higiene das mãos por exemplo.
            Os vírus respiratórios propagam-se através de gotículas. Logo, se estivermos perto de alguém a tossir, a cantar ou a falar efusivamente podemos eventualmente ser contagiados. Mas isto não acontece normalmente no dia a dia. Pelo menos no meu dia a dia.
            Por outro lado, limitarmos o contacto com um vírus como o da gripe pode ser pernicioso a longo prazo porque debilita o sistema imunitário, como vários estudos têm vindo a alertar.

          4. Os meus problemas são mais com pólen, poeiras, ácaros e outras coisas que pairam no ar e que posso concluir que foras filtrados pelas máscara nos últimos tempos. Neste particular foi muito positivo para mim, Susana.

          5. Essas partículas grandes são efectivamente filtradas pela máscara, como referiu o Balio. É uma questão pessoal decidir o tipo de incómodo que prefere. Eu escolho Anti-histamínicos

          6. Estou farta de anti-histamínicos e das grandes pedradas. Tossinhas, narizes correntes, choro crónico e outros tantos etecetereras, têm sido as alternativas à não tomada dos ditos cujos, e isto sim tem sido uma das grilhetas mais pesadas da minha vida, Susana.

          7. Maria Dulce, Um tratamento de dessensibilização resulta muito bem, pelo menos se o número de alérgenos não for grande. Para quem tenha múltiplas alergias cruzadas, não sei. Consulte um alergologista. Contra as gramíneas pode ser tiro e queda.

          8. Tenho uma filha assim. É uma treta. No Primavera-Verão são os pólens, no Outono-Inverno são os ácaros. Mais o pelo de gato e outras trezentas coisas…
            Muda o anti-histamínico e melhora, mas num ano ou dois deixa de fazer efeito.
            No caso dela a máscara não ajudou. Ou ela não a utilizou durante tempo suficiente para fazer efeito…

          9. Os meus problemas são mais com pólen, poeiras, ácaros e outras coisas que pairam no ar e que posso concluir que foras filtrados pelas máscara

            Sim, essas coisas, que têm dimensões bastante “grandes”, são filtradas pela máscara. Aliás, até um lenço as filtra.

            Agora vírus, que são coisas muitíssimo mais pequenas, não são eficientemente filtradas quando vêem de fora para dentro da pessoa. A máscara só filtra eficientemente as que vêm de dentro da pessoa para fora.

          10. É claro que é através das gotículas que o vírus se transmite pelo ar e que, por essa razão, é especioso invocar a dimensão sub-microscópica do vírus. É a dimensão das gotículas que interessa. Os asiáticos sabem-no bem (aliás, eles cada vez sabem mais coisas e, ó ocidentais que me ouvis, quem te avisa…) O que mais limita a eficácia da máscara não é a espessura da malha, é o facto de ser difícil ajustá-la ao relevo do rosto (as ffp2 são mais eficazes).

            Por outro lado, é verdade que o isolamento prolongado ao vírus da gripe pode ser pernicioso. É preciso encontrar um equilíbrio, mas este não se encontra via blogosfera, facebook, twitter, youtube, …. É trabalho para quem sabe, mesmo com todas as incertezas inerentes. Não é para leigos como nós. O que é para nós é aprender aquilo que nos diz respeito: quando estamos com gripe, ficamos em casa para não contaminar os outros; e quando temos imperativamente de sair usamos a máscara como fazem os asiáticos. Neste caso, são eles a ensinar-nos o comportamento civilizado. Apenas desejo que não passe a ser assim no resto: ciência, indústria,… Deixai-vos de trivialidades e arregaçai as mangas, ó ocidentais!

          11. Porquê civilizado? Além de, como já se disse em cima pôr em causa o equilíbrio imunitário, não acho nada civilizadotapar-se a cara com uma coisa que, francamente, me causa respulsa. antes as gripes e constipações. Garanto já que não usarei tal coisa quando já não houver razões pandémicas. Além disso, a maior parte são descartáveis e portanto um detritoe um foco de poluição. Não admira que seja precisamente na Ásia que haja mais plásticos nos mares.

          12. Porque é uma marca distinta de incivilidade andar a deitar eflúvios contaminados para cima dos outros. De qualquer modo, a primeira marca de civilidade é ficar em casa quando se tem gripe e a máscara serve apenas para as saídas BREVES, daquelas que não se podem evitar. (Para mim, é uma saltada ao super para restabelecer a minha reserva de amendois.) Não vai fazer uma desfeita pública à sua mamã e contar-nos que ela o obrigava a ir à escola quando estava com gripe, vai? Para os sapiens sapiens, há uma astúcia que alivia o uso da máscara e que a mamã também ensinava: lavar os dentinhos a seguir às refeições. Para mim é mais difícil pois passo o dia a comer amendoins; ainda assim faço um esforço e cumpro a mascarada. O meu filho e os seus colegas andam mascarados há um ano e ainda não ouvi nenhum choramingar como fazem os graúdos por aí…

          13. Nunca vi qualquer máscara em Portugal antes da pandemia excepto em hospitais e em alguns turistas que me provocavam imensa repulsa (a mesma que senti numa visita à Ásia, quando alguns indivíduos a usavam). É raro estar com febre e gripes, embora seja vulnerável a constipações, mas não pretendo usar máscaras para “proteger os outros”, até porque não sei quando posso dar um espirro do nada e não quero viver numa cultura hipocondríaca em que se usa um plástico na cara. Sou europeu e latino e certas premissas civilizacionais asiáticas não são definitivamente as minhas.

          14. «eu sinto», «eu sou», «eu não quero»,… : se quem assinasse tivesse oito ou nove anos de idade ainda passava …

          15. (1) Ninguém sabe porque é que não houve epidemias de gripe. Pode ter sido por causa das máscaras, mas pode ter sido por outro motivo qualquer.

            (2) Estamos aqui a discutir máscaras usadas pela própria pessoa que se quer proteger, não por outros. O que eu estou a dizer é aquilo que ouço as autoridades dizerem: que a máscara que uma pessoa usa protegem os outros de serem infetados pelos vírus que essa pessoa transporte, mas não protegem o portador da máscara de ser infetado pelos vírus que outras pessoas lhe atirem para cima. Ora, se isso é assim, então de nada vale à Dulce usar máscara para se proteger de vírus (nem da covid nem da gripe). É claro que, se toda a gente usar máscara, a Dulce fica protegida mas, se somente ela usar máscara, então não estará protegida.

          16. Quando os cientistas tiraram as asas à mosca e lhe disseram para voar e ela não voou, também chegaram à conclusão que a mosca sem asas não ouve.
            Não houve epidemias de gripe porque houve confinamentos, não tem nada a ver com as máscaras. A dimensão do vírus é inferior à densidade das máscaras. As máscaras são para partículas não são para vírus. E é um crime obrigarem os miúdos a respirar por um trapo cheio de vírus, bactérias e fungos.
            Vamos ver este inverno qual foi o ” benefício ” das máscaras versus problemas respiratórios.

      2. Eu respeito a sua opção, Maria Dulce. Acho bem que faça o que considera ser melhor para si. Não há ninguém melhor que o próprio para saber o que lhe convém.
        Descobri com a pandemia que minha maior alergia é ao totalitarismo, e como tal fiquei para sempre vacinada contra as máscaras. Não há nada que eu ache mais abominável.
        De resto faço o de sempre para me proteger de doenças infecciosas: lavar as mãos (quando chego ao trabalho, quando chego a casa, antes das refeições de depois de usar o WC), e retirar os sapatos no hall de entrada. Sempre. Além de evitar grandes aglomerados de pessoas sobretudo no Inverno.

          1. E precisamente por não usar máscara (na escola, devido a problemas de saúde devidamente atestados por um médico) retiraram em Portugal a filha a uma mãe….

      3. Muito bem!
        Apoiado.
        Vou fazer o mesmo e só por estupidez íamos deixar de nos proteger e proteger os outros.
        Nunca vi descabelarem-se com os japoneses que sempre as usaram

        Zazie

  2. Pessoalmente, não vou deixar de usar a máscara no meu local de trabalho.

    Acho muitíssimo bem que, pessoalmente, não o faça. Cada um(a) deve fazer o que quer e o que acha que lhe convém. Se a Dulce acha que lhe convem usar máscara, acho muitíssimo bem que a use. Desde que não obrigue os outros a usar, tudo bem.

  3. as grandes superfícies comerciais. Nas lojas do comércio local deixam também de ser obrigatórias

    Como se distingue uma grande superfície comercial de uma loja de comércio local?

    Muitas grandes superfícies comerciais, precisamente por serem grandes, garantem aos utilizadores maior distanciamento entre si (e melhor arejamento) do que muitas lojas de comércio local.

  4. Penso que, em certas circunstâncias, se devem usar, sim, mesmo não sendo obrigatórias. Confesso que ainda não estou à vontade numa aglomeração, ou num espaço fechado, onde se encontrem várias pessoas, sem grandes possibilidades de cumprir um certo distanciamento.

    Vou regressar à Alemanha no próximo dia 1 e nem sei como são as regras de lá, no momento. Tanta liberdade como em Portugal não há, até porque o número de vacinados nem chega aos 70%.

    1. A minha filha voltou anteontem para Inglaterra, concluídas as férias escolares. Ontem disse-me “pai, aqui já ninguém usa máscaras, no supermercado era a única com máscara”.
      É certo que ao longo dos tempos sempre foi referindo a que a sua utilização sempre foi muito escassa,

      1. Curiosamente, nestes quase dois anos de sufoco, os meus problemas com alergias, sobretudo primaveris, quase não se fizeram sentir, jpt. Isto e o meu contacto diário com pessoas de diversas proveniências, facilitou a decisão de continuar a usar a máscara por mais uns tempos.
        Sinceramente, chorar, tossir e ter o nariz sempre a pingar é capaz de ser bem pior. Só a experimentação poderá decidir.

  5. “Estes trinta anos de poder pessoal acostumaram-nos de tal maneira à canga, que só através doutro poder individual sonhamos, quando sonhamos a libertação. “
    Coimbra, 23 de Julho de 1958
    Miguel Torga
    As máscaras nunca deviam ter sido obrigatórias assim como as outras medidas de perda de liberdade e direitos. Tratar as pessoas como atrasadas mentais tem os seus custos. O resultado das eleições assim o demonstra.
    A função da DGS deveria ser sempre para aconselhar e nunca para obrigar.
    Queres conhecer o teu irmão dá-lhe um chicote para a mão, é um velho ditado que se aplica na íntegra.
    Obrigatório usar máscara nas grandes superfícies e deixar de ser obrigatório nas pequenas superfícies é uma das várias medidas absurdas que só servem para manter esta farsa pandémica.

          1. Sem dúvida. Eu que fiz as duas doses da vacina recusei-me a ter o dito certificado. Pareceu-me demasiado estranho e errado. Ao mesmo nível de um atestado de pureza ou de virgindade.

    1. As máscaras nunca deviam ter sido obrigatórias assim como as outras medidas de perda de liberdade e direitos. […] A função da DGS deveria ser sempre para aconselhar e nunca para obrigar. […] Obrigatório usar máscara nas grandes superfícies e deixar de ser obrigatório nas pequenas superfícies é uma das várias medidas absurdas que só servem para manter esta farsa pandémica.

      Estou totalmente de acordo com estas frases.

  6. Quando ouço falar de máscaras, não sei porquê, recordo aquele filme do Kubrick, com a Nicole e o seu esposo.
    Cada um é livre de usar máscara ou não, claro que noutro contexto o tipo mascarado é doente crónico ou maluquinho, agora é o oposto, ainda ontem grande parte das pessoas com que me cruzei na via pública usavam máscara, o doido era eu.
    Nestas autárquicas, um dos pontos de debate foi a (má) qualidade do ar. Acaba por fazer sentido minimizar o impacto das partículas usando máscara, se calhar quem lidou melhor com alergias e problemas respiratórios a esse factor se deve.

  7. Basta ver os relatos da pandemia de há 100 anos atrás para percebermos que todos os cuidados são poucos. A vacinação mundial é muita pouca e as vacinas ainda têm o quê de dúvidas. É preciso continuar a ter um sério cuidado!
    E esta pandemia veio mostrar a quantidade de gente maluca que anda para aí e do mundo muito pouco ou nada solidário. Vivemos tempos de treta!

    João Luís

  8. Faz bem, Maria Dulce. É prudente. Ainda não sabemos o que este ano nos reserva, covidisticamente falando. (Entretanto, uns 95% daqueles que tanta comichão têm pela mascarada e pela vacinação passam a vida agarrados ao facebook e ao google. Sendo em “inglês” já não lhes dá alergia. )

  9. Exma. Sra. Cristina Torrão
    Diz que vai regressar à Alemanha. Tanto quanto sei as medidas são severas.
    Opinião: Ligue o YOU TUBE e procure os vídeos do Caio o Alemão.
    É um alemão casado com uma brasileira. Fala bem português. Mora numa cidade próximo da montanha mais alta da Alemanha.
    Trabalha num Hotel e dá-nos informações diárias muito úteis de várias partes e logicamente da Alemanha.
    cumps

      1. Se for para a “naite” não tem problema nenhum, não vá é para os “lares” que aí é que é um descontrolo, parece que há uma série de surtos activos.

        1. Curiosamente, todos os Covidados que conheço são teenagers “inconcietes” da bejeca no Bairro Alto, Ribeira e Docas. E não são poucos. E os pais, gente bem formada, dizem assim de passagem e a rolar os olhos, que “tenho o rapaz em casa com Covid… eles saem, sabes como é…” Felizmente não sei.
          E tem mais, a tia idosa que criou uma das minhas melhores amigas, está internada ” por um fio”, porque o piqueno foi para a ” naite” e emplastrou a família inteira!
          E esta, hein???

          1. Não podemos entrar nesse jogo de nos porem uns contra os outros.
            Lembra-se da “peste grisalha”? Acha que esse pensamento mórbido não existe.
            O ano passado os idosos morriam de covid, este ano os idosos já vacinados também morrem mas agora é porque têm outras comorbidades.
            O homem é um animal social, necessita de contactos físicos e sociais. Foi um crime isolar os idosos nos lares, foi um crime privar os idosos dos contactos dos filhos e netos, para não falar das outras medidas completamente estúpidas e sem nenhuma evidência científica.
            Não é necessário ter contactos para apanhar covid basta uma simples corrente de ar para despertar o vírus que está em si, como em qualquer constipação. Só que o lóbi das farmacêuticas é tão grande que os governos têm de obedecer.

  10. Para mim é impressionante notar como o medo se conseguiu imiscuir na mente dos indivíduos. Existem muitas pessoas que se sentem inseguras sem a máscara, mesmo a passear sozinhas numa floresta. Isto é um indício claro de doença mental e parece-me muito preocupante.


    1. Susana, lê-la nesta caixa de comentários faz-me continuar a acreditar que o mundo não anda ao contrário. Estou farta de ver a mania, histeria e o egoísmo transformados em coisa normal.

      1. Oh! Obrigada, Isabel. É importante para mim essa sua opinião.
        Às vezes acho que sou eu que sou estranha. E até um pouco louca…

        Mas observo o que se passa à minha volta e assusto-me à séria com o caminho que estamos a a tomar enquanto sociedade.

  11. Percebo o uso em certos locais, mas espero que esses tempos não demorem muito mais, até porque gostava de voltar ao cinema e não tenciono ir com máscara. Das coisas que mais me custa nesta pandemia é não só o uso mas a visão de pessoas de máscara. Confesso que me causam certa repulsa, mas obviamente fica ao critério de cada um.

    1. 👍🏻
      Hoje fui ao supermercado sem máscara. Yeah!!!
      Era a única. Fui olhada com desconfiança. A empregada da caixa comentou que era estranho ver as pessoas sem máscara. E eu disse que era estranho que se estranhasse ver o rosto dos outros.
      Sou considerada mal educada por andar sem máscara. Quero lá saber….

      PS- Há uma petição para a máscara deixar de ser obrigatória nas escolas a partir dos 10 anos. Esta obrigatoriedade é uma das maiores injustiças de sempre. É na verdade um crime contra as crianças. #assimnaoeescola

  12. As mascaras salvaram muitas vidas.
    Covid a nível mundial
    219 milhões de casos
    4, 55 milhões de óbitos

    Covid em Portugal
    1,07 milhões de casos
    17968 óbitos.

    Não brinq

    1. Terão salvo algumas.
      Mas os confinamentos, os distanciamentos sociais para os poucos que tiveram que continuar a fazer a sua vida normal, o fecho de lugares públicos durante meses, o teletrabalho quando possível, a redução de capacidade nos transportes públicos e o medo histérico das pessoas de falar 2 minutos que fosse com quem quer que seja cara a cara terá contribuído com uma fatia tão grossa que a parte das máscaras não terá sido grande coisa (excepto para os fabricantes, claro)..
      Pela minha parte perdi dois amigos, um porque não abdicou das festas de Natal e fim-de-ano com a família e morreu de Covid (eu estive um ano a falar só ao telefone com filhos e netos) e o outro porque à 3ª vez que nos encontrámos na rua onde ambos moramos e me disse adeus de longe enquanto apressava o passo lhe telefonei e o mandei à merda (lá a máscara deve ser útil…).
      Nota- Como tenho 2 doentes de risco na família próxima sou muitíssimo cuidadoso mas daí a perder o sentido da proporcionalidade ainda vai um grande passo para mim.

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